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BEBOP JAZZ  – II V I  LINES

Em música, um motivo é um fragmento recorrente, perceptível ou saliente, ou uma sucessão de notas que podem ser utilizadas para construir a inteireza ou partes de uma melodia completa e os temas. Um motivo difere da figura no sentido de que um motivo se constitui no primeiro plano da obra enquanto que a figura é o seu fundo. Um motivo pode ser harmônico, uma altura melódica e/ou uma duração rítmica. Wikipedia

Abaixo uma progressão de acordes muito utilizada no jazz que é a II-V, que pode ou não resolver em I. A maioria das músicas tem progressões II-V em vários tons espalhadas por ela. Os primeiros exercícios formam um II-V no tom de Dó, embora não haja o próprio acorde C (I) no compasso. Os exemplos 5 em diante formam um II-V-I em Dó novamente. Há muitos expedientes que podem ser usados quando se toca sobre progressões II-V. Alguns deles estão descritos abaixo. Saiba tudo sobre essas progressões clicando aqui: “Improvisando sobre a progressão harmônica”    fonte: jazzbossa.com

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P  E  D  A  L     P  O  I  N  T

Um Pedal Point ou (ponto de pedal) é um tom (nota) sustentado, geralmente (mas não necessariamente) no baixo, que permanece constante, enquanto outros elementos com outros (pitch) tons ou notas alteram-se acima ou em torno dele. Diz-se que o termo “pedal”, literalmente, refere-se aos pedais de um órgão, qual o tocador pode pressionar e segurar para baixo com o pé enquanto tocava linhas que se deslocam em cima.

GP 5

O Pedal Point  têm um forte efeito tonal,  puxando  a harmonia de volta a suas raízes.  Quando um pedal point ocorre em uma voz diferente da do baixo, é normalmente referido como um Pedal Point invertido. Os “Pedal points” são normalmente em ambos a tônica ou a dominante (quinta nota da escala) tons.O Pedal point é considerado um acorde da harmonia original, seguido de, um acorde não harmônico intervindo durante as harmonias dissonantes , e então um acorde novamente quando a harmonia se resolve. Um pedal point dissonante pode ir contra todas as harmonias presentes durante a sua duração, sendo quase como um tom a mais que um acorde não harmônico, ou pedal points podem servir como atonais. Um pedal duplo é de dois tons executados simultaneamente. Um pedal invertido é um pedal que não está no baixo (e muitas vezes é a parte mais alta.) (wikipedia)

Exemplos

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Tente não modificar o ângulo da mão ( e portanto a palhetada!) nos upstrokes , pois isso modificaria o som. Agora tente “varrer” as quatro primeiras cordas.

Vamos acrescentar algumas notas ao sweep de três cordas. Quando tocar deste modo, o dedo deve ficar levantado depois de tocar a nota, de outra forma todas as notas do sweep acabarão por competir umas com as outras. ( Quando estiver sweep picking todas as cordas da guitarra, curve seu dedo para impedir que as notas anteriores sejam ouvidas.)

Tome cuidado com o timing para que todas as notas sejam ouvidas com a mesma intensidade.

GP 5

Fonte: Guitarra Solo

O Guia Contemporâneo de improviação
Autores:  Daniel Gilbert & Beth Marlis

Sweep Picking é comumente associado com arpejos e neste exercício, a direção da palheta merece atenção. Confira como esses sweeps delineiam os acordes dessa progressão.

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part 2

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article source: MI Musician Institute

(Kiko Loureiro)

O Angra, banda em que toco guitarra, está lançando um novo disco chamado Fireworks. Dentre diversos trechos do álbum que parecem didaticamente interessantes, escolhi o interlúdio da música Extreme Dream.

Aqui, ocorrem frases utilizando tríades abertas, com saltos de cordas que vão apresentar dificuldades na execução, e podem despertar o interesse em outras formas de tocar arpejos. Outro fator importante é a troca de dedo quando se executa a mesma nota.

Em seguida, faço uma frase sobre a escala de Em eólio, toda com palhetadas alternadas. Repete-se então, a seqüência inicial, seguida de uma frase com duas mãos ao modo de Greg Howe e Billy Sheehan. A partir daí, segue-se a idéia das tríades abertas com uma resposta à primeira parte.

Repare na rítimica da frase. A divisão se mantêm em colcheias, no compasso quaternário, mas as mudanças de acordes ocorrem à cada três colcheias, fazendo com que o acento fique sempre deslocado.




GP 5

Fonte: GuitarPlayer

N  O  V  O     D  V  D  – V  Í  D  E  O    A  U  L  A  S

“Em Técnica Criativa, Kiko fala sobre a importância de conhecer outros estilos para que o guitarrista possa inserir novos elementos no rock. Os exercícios envolvem desenvolvimento de fraseado e arpejos, improvisação sobre modulações, harmonia e levadas brasileiras, chord melody, palhetada híbrida e tapping.”(GuitarPlayer)

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T  W  O    H  A  N  D  S    A  N  D    T  A  P  P  I  N  G

Video: 720×480  |   VOB, 7700 kbps  |   29.97 fps  |   Aspect ratio: 4:3  |  Audio: AC3, 2 channels, 192 kpbs, 48.0 KHz  |  Size: 4.4 GB   (cadastro no site) gratuito.

Exercícios em geral enfocam apenas uma das mãos, mas esta sequência é boa porque os modelos de digitação mudam e passam por muitas cordas. Se você toca com palheta, use toques alternados; se prefere dedilhado, use p (polegar) i (indicador), m (médio),i. Para manter este modelo limpo, levante um pouco o dedo da mão da escala apropriado, depois de cada nota.

O Ex.2 adiciona a terça produzindo um modelo de seis notas. É possível dedilhar o Ex.2 de várias formas, apesar de você ainda ter de tocar duas notas na mesma corda, o que complica as coisas para os guitarristas que tocam com os dedos. Uma vez que você dominar o Ex.1 expanda o exercício aplicando-o em outros modos.

EXERCÍCIO I

GP 5

Fonte: GuitarPlayer Magazine

EXERCÍCIO  II

GP 5

EXERCÍCIO   III

GP 5

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F  R  A  N  K     G  A  M  B  A  L  E

Para ajudar a evitar dores e até mesmo ferimentos, você deve aquecer-se gradualmente antes de uma intensa seção de estudo ou performance.  Músicos não são diferentes de Atletas.  Tocar guitarra é um exercício sério para suas mãos e antebraços, portanto, aborde o instrumento como se você estivesse se preparando para uma corrida ou um jogo.  Como os exercícios seguintes são designados somente para aquecimento, eles não são muito melódicos ou musicais.  No entanto, enfocam movimentos específicos das mãos direita e esquerda para ajudá-lo a alcançar seu nível máximo de eficiência em uma quantidade mínima de tempo.

* Fazer alongamento da mão da escala é uma boa maneira de começar.  Certos acordes podem ser muito úteis.  Os desafiadores maiores add9, do Ex.1, desenvolvem principalmente a abertura entre o segundo e terceiro dedos.  A progressão também envolve mudança de acordes.  A posição da sua mão esquerda  influencia na capacidade de alongamento de seus dedos.  Se algumas dessas formas causar problemas, tente deixar seu cotovelo mais próximo ou mais distante de seu corpo.

* Para aquecer a mão da palheta e desenvolver resistência, experimente o dedilhado da escala cromática do Ex.2. Utilize ataques alternados. O Ex.3 mostra o mesmo dedilhado, mas inverte cada grupo de quatro notas. Eu frequentemente conecto o Ex.2 e o Ex.3. Toque os exemplos 2 e 3 o mais limpo possível cerca de dez vezes ou até uma de suas mãos começar a sentir cansada. Depois pare e agite as mãos para estimular a circulação e relaxar seus músculos ( abrir e fechar as mãos várias vezes também ajuda ). Quando suas mãos voltarem ao normal, você estará pronto para tocar o exercício de novo ou prosseguir com outro.  A próxima série de exercícios é acumulativa – cadacada exemplo é uma extensão e uma adição do anterior.  Depois de entender cada parte, toque a série inteira com o metrônomo em q = 126.

O Ex.4 prepara sua mão da palheta para os movimentos de mão da escala.  O Ex. 5 ativa, na segunda posição, os dedos da mão da escala. Durante as transições, mantenha o andamento constante.  Lembre-se de que um toque preciso e rápido depende da coordenação do terceiro e quarto dedos.

O Ex. 6 apresenta movimentos de uma casa pra cima e uma casa pra baixo no braço.  O Ex. 7 explora duas cordas em uma posição, enquanto o Ex. 8 move-se por uma casa de cada vez.  Continue desta maneira, incorporando todas as seis cordas.

Relaxe enquanto você se aquece.  Guitarristas muitas vezes parecem estar à beira da morte e não percebem como estão tensos.  Portanto, relaxe e respire normalmente.  Um aquecimento deve levar somente cerca de dez minutos.  Depois você estará pronto para enfrentar desafios físicos e mentais. Para finalizar, não esqueça de que tocar guitarra deve ser divertido.


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GP 5

Fonte: GuitarPlayer

F r a n k   G a m b a l e   T e l l i n g   u s   y o u n g   p l a y e r s   t o   l e a r n   t h e   b l u e s

J  A  C  K    G  R  A  S  S  E  L

Os exemplos são chamados de ´´exercícios do inferno´´ pelos meus alunos. Seus objetivos são desenvolver mudanças de posições , alongamentos, agilidade e precisão. Abertura de mão com palhetada alternada – Esta série vai do Ex.1 ao Ex.4. Ela aumenta a abertura da mão da escala e a velocidade e presisão da mão da palheta.

O Ex.1 mostra a “forma básica” – A posição da mão da mão da escala no qual o exercício é baseado ( Se você tem mão pequena posicione a mesma ” forma básica ´´ na quinta casa).  Olhe esse formato e note  que o primeiro dedo cobre a primeira e segunda casas enquanto o quarto dedo cobre a quinta e sexta casas. Cada dedo restante se encarrega de uma casa.

Para tocar o exemplo, suba uma casa de cada vez, a nota localizada na primeira casa de cada corda, utilizando  a “forma básica´´ até chegar à sexta casa. O Ex.2 inicia-se na sexta corda. Quando você alcança o G, no terceiro compasso, note como o segundo dedo se movimenta para tocá-lo e que somente uma nota é tocada em cada corda. O Ex.3 sobe na quinta corda. Continue ascendendo as notas nas cordas remanescentes.

Como você pode ver, o primeiro e quarto dedos fazem a maior parte do trabalho, já que eles cobrem duas casas. Mas os outros dedos também são exercitados. Use palhetada alternada (tente começar com um ataque para cima). Um outro desafio: mova as notas com a ´´forma básica´´ do Ex.4

Toque pela escala toda. O Ex.5 é uma digitação que percorre o braço inteiro com um suave movimento, sem os costumeiros pulos de posição. Usando quatro dedos por corda, o movimento ocorre ao longo da escala, em vez de transversalmente. Mantenha seus dedos juntos. Use movimento de braço para levar os dedos à posição desejada. Solte o dedo depois que uma nota é tocada. Pratique sozinho a versão descendente

GP 5

Fonte: GuitarPlayer

J  U  A  N    S  E  R  R  A  N  O

A força e a velocidade da mão direita dos violonistas flamencos tem tudo a ver com o relacionamento entre toque articulado (apoiando,ou passagem de toque com descanso) e rasgueado (técnica de ataque às cordas).  Enquanto o articulado envolve flexionar rapidamente os dedos, o rasgueado explora extensão. Praticar um ajuda o desenvolvimento do outro, o que explica porque um bom tocador de flamenco pode executar ambas as técnicas com grande habilidade.

Articulado

O articulado flamenco é sempre executado apoiando (toque com descanso) e deve ser praticado lentamente, sempre alternando os dedos ( i ) indicador e médio ( m ) – Tocar duas notas consecutivas com o mesmo dedo torna impossível desenvolver a velocidade máxima requerida nessa técnica. No começo, o articulado deve ser estudado somente na primeira posição, de modo que você possa se concentrar na mão direita. Antes de tentar o articulado mais avançado, pratique até desenvolver uma execução estável e rápida.

Para fazer o articulado, posicione sua mão direita mais perto do tampo do que o normal. Seus dedos devem ficar um pouco curvados, mas rígidos, e movimente apenas a partir da junta do dedo. Prefiro um comprimento médio de unha, porque o articulado é freqüente mente seguido pelo rasgueado ; se as unhas estiverem curtas demais, o rasgueado não ficará definido o suficiente.

O Ex.1 está na primeira posição. Pratique-o até você obter alternação perfeita entre os dedos da mão direita. Uma vez dominado o exercício, trabalhe o Ex.2, que vai da primeira à décima posição. O Ex.2 é um articulado flamenco muito comum.

Rasgueado

O rasgueado identifica o flamenco. Ele permite tocar diversas cordas simultaneamente, produzindo combinações rítmicas e harmônicas singulares. Para dominar o rasgueado, pratique-o devagar, permitindo que seus dedos desenvolvam a independência necessária.

Para começar, descanse seu polegar na sexta corda e deixe seus quatro dedos remanescentes em uma posição fechada, com as articulações dos dedos paralelas às cordas. O primeiro toque é feito com o dedo indicador, atacando da sexta para a primeira corda, retornando à posição fechada inicial antes de permitir que os outros dedos ataquem.

Depois, o dedo mínimo ( i ) bate, seguido pelo anelar ( a ) e pelo médio ( m ). Não volte-os para suas posições originais até que o dedo médio complete sua batida, quando todos eles devem assumir sua posição fechada inicial para recomeçar a seqüência com o indicador.. Continue repetindo a seqüência até os que os dedos fiquem acostumados com esta técnica.

Pratique os Exs. 3 e 4 lentamente, usando uma batida forte. Busque um som estável e rítmico. O Ex.5 é um ritmo tradicional.

Baixe este exercício no formato GuitarPro

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Fonte: GuitarPlayer

E  M  I  L  Y     R  E  M  L  E  R

Passagens diretas de colcheias e semicolcheias soam mais interessantes quando elas aumentam e diminuem de volume ou quando algumas notas são mais altas do que outras.  Este exercício é eficaz para controlar níveis de dinâmica e é ótimo para controle da mão direita.Ele também obriga a começar frases com dedos da mão esquerda diferentes do que você normalmente usaria – como o terceiro e o quarto – e ajuda a improvisar a partir de qualquer dedo.

Primeiro, aprenda a digitação da escala cromática do Ex.1. É uma posição ensinada na Berklee College of Music para fornecer acesso a duas oitavas da mesma área do braço (para este exercício, coloque a posição na quinta casa). Pratique o desenho devagar, de modo que você possa toca-lo de forma clara e uniforme antes de acelerá-lo. Não escorregue o primeiro dedo; toque cada nota.

Agora olhe o Ex.2, que quebra  a digitação da escala cromática em grupos de quatro notas. Um círculo indica o ponto inicial para cada segmento.

O próximo passo envolve acentuar cada nota dentro de um grupo de quatro. Toque as primeiras quatro notas acentuando uma de cada vez, como no Ex.3. Exagere a nota acentuada para que ela contraste dramaticamente com as não acentuadas.

Prossiga para o próximo grupo de quatro notas, que introduz uma seqüência de digitação diferente (veja o Ex.4). Nunca repita nenhum dos grupos anteriores e certifique-se de não sair da posição.

Continue esse processo até você ter completado a escala cromática. Como você pode ver,todos os dedos tem uma chance de começar o modelo, o que é muito bom para sua mão esquerda, assim como para o seu cérebro.

GP 5

Fonte: GuitarPlayer

Estes exercícios podem ser chamados de ginástica, acrobacia ou aeróbica de dedos. Eles crescem em dificuldade e foram organizados para começar de forma mais simples possível.


Você se aquece para levar sangue aos seus músculos e pontas dos dedos. É também importante mover suas juntas com a maior suavidade possível e aumentar a sensibilidade da ponta de seus dedos. Apesar de a seqüência de exercícios parecer um pouco mais comprida no papel, não fique desencorajado. Depois de passar por isso uma vez, você terá memorizado todos os modelos.

Se o dia estiver frio ou úmido, inicie agitando suas mãos. Com a mão oposta, segure um dedo de cada vez e balance gentilmente cada um deles de modo que os outros fiquem caídos. Termine beliscando levemente as pontas dos dedos para fazer o sangue chegar até lá.

Agora você pode começar a “caminhar´´. Toque uma nota de cada vez, indo da sexta corda para a primeira e voltando uma casa de cada vez. No Ex.1, inicie com o primeiro dedo na primeira casa. Mantenha o dedilhado da mão direita o mais simples possível, de modo que você possa se concentrar na mão esquerda. É muito importante tocar precisamente cada nota com a ponte do dedo, não com a sua base. Busque exatidão, não velocidade.

Mantenha o polegar da mão esquerda posicionado atrás do segundo dedo e da terceira corda para distribuir a pressão igualmente. Isto também possibilita que sua mão atue como pivô à medida que seus dedos se movem de corda para corda. Dobrar a junta do polegar enfraquece muito a pegada. O Ex.1 é de longe o exercício mais importante da seqüência e é o que faço se tenho apenas alguns minutos para me aquecer antes de uma performance. Toque-o duas a quatro vezes lentamente. Mova-se com rapidez, precisão e uniformidade, com pequenos movimentos de dedo.

O Ex.2 é uma variação do Ex.1. Desta vez, alterne os dedos usando 1 e 2, na primeira casa, 2 e 3, na segunda, e 3 e 4, na terceira. Segure cada dedo até o próximo ataque. Quando feito corretamente, o exemplo deve parecer como andar sobre uma corda bamba. Quando você sentir que estes exercícios se tornaram fáceis demais, tente as variações rítmicas do Ex.3.

Os Exs.4 e 5 são variações que envolvem ligados – também conhecidos como hammer-ons e pull-ofs Quando você fizer o Ex.4, não levante demais os dedos. Não é a distância a partir da qual você ataca a corda que produz um som bom e sólido, e sim a velocidade. Pratique mudando o peso de um dedo para outro à medida que vai prosseguindo, mantendo os dedos mortos, exceto o que você estiver usando. Depois que você terminar com um dedo, mude o peso para outro, e assim por diante. Faça isto lentamente, com colocação precisa. Note que o dedilhado deve ser simples.

Como você foi? Habitue-se a fazer a si mesmo esta questão. Sempre reveja o que você tocou. Não permaneça no mesmo exercício por tempo demais.

No Ex.5 há pull-ofs, ou ligados descendentes. Utilize as mesmas combinações de seis dedos enquanto começa na nota superior. Para começar, deixe cada dedo pronto sobre a corda. Quando você realizar o pull-of, faça-o com rapidez, tocando levemente a corda adjacente. Levante o dedo em seguida;apenas deixe-o voltar ao lugar a cima da corda. Vá em frente!

Quando o Ex.4 e o Ex.5 parecerem fáceis, tente o empolgante Ex.6. Depois descanse e cheque seu pulso. Tome um gole de água e fique pronto para alguns exercícios de dedo fixo. Abdominais e flexões parecerão brincadeira de criança depois que você dominar estes exemplos.

Os exercícios de dedo fixo são o que seu próprio nome diz: mantenha um determinado dedo apertando a terceira corda enquanto move os outros. Comece deixando os dedos 2, 3 e 4 apertando cordas e mova o primeiro dedo como mostra o Ex.7. Fácil, certo? Ex.8 enfoca os outros dedos. Você pode usar seu pulso, se for necessário,nos  exercícios que envolvem o terceiro e quarto dedos, de outra maneira, movimente somente os dedos.É muito importante descansar entre exercícios. Não se esforce – apenas faça o que pode. Pare aqui ou siga para as variações do Ex.9, se você quiser encarar um desafio.

Sempre relaxe o máximo que puder entre os movimentos. Assim como um cantor precisa respirar entre frases, seus dedos e tendões necessitam de um rápido descanso entre movimentos.

Procure tocar os exercícios anteriores com o dedilhado de Ex.10. Certifique-se de preparar cada dedo da mão direita antes de tocar. Toques sem apoio diminuem o controle sobre o ataque e o timbre. Para maior segurança, comece com toques com apoio. Trabalhe com toques sem apoio depois.

No começo, estes exercícios podem levar 30 minutos ou mais. É importante adquirir resistência e precisão adequadas. Apressar-se durante o exercício diminui sua eficiência. Apesar de ser uma forma de aquecimento, ela também serve como treinamento técnico básico. Qualquer coisa pode desenvolver sua técnica se você se concentrar na precisão e produção de timbre. Depois de aprender a seqüência de exercícios, você descobrirá que não é necessário fazer tudo todos os dias. Apenas reveja partes toda vez que sentir necessidade. Frustração é comum, mas não fique desencorajado. Mantenha sua força de vontade intensa  e concentre-se na confiança que você está buscando.

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GP 5

Fonte: GuitarPlayer