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Fábrica das lendárias “ Fender”

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Que tal um Pisante Fender Bass?

Aqui estão algumas fotos do Nike Dunk Mid SB – Fender Bass , que são ainda outro exemplo de como a música influencia muitas coisas, até mesmo a Nike SB. Eles são a mais nova criação do catálogo SB de Nike, e são projetados para imitar um baixo Fender, veja  na foto abaixo. Confira os diferentes tons de marrom, prata e preto, que compõem um visual prá lá de agradável ..

Data de lançamento : ( incerta)

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Ou que tal um Volkswagem Fender Beetle…

Essa dica vem do Fabio Silva Guitar  da banda Kontraregras, grande camarada, sangue bom e parceiro de msn e segue abaixo o vídeo com a nova música de trabalho da banda que tá muito legal e vale uma conferida. Parabéns pra galera!

clique para ver o as imagens

Volkswagen faz parceria com Fender em edição 2012 do “New Beetle”

A Volkswagen e a fabricante de guitarras Fender se uniram para a produção da nova edição do carro “New Beetle”. O automóvel, fruto da parceria, está em exibição no “Salão do Automóvel de Frankfurt”, na Alemanha.
O “New Beetle” (reedição do antigo Fusca) possui um conceito que homenageia os guitarristas. O visual é inspirado nas guitarras produzidas pela Fender, além de ser o primeiro carro a receber um sistema de áudio da fabricante. O novo recurso de som possui uma interface que permite a conexão de uma guitarra e botões metalizados que simulam amplificadores.
O exterior possui na traseira duas saídas de escapamento e o logotipo da Fender, que está grafado na parte superior do porta-malas. A cabine é forrada com acabamento em madeira e possui um amplificador embutido. A data da produção dessa edição do “New Beetle” para venda ainda não foi confirmada.  article: cifraclubnews.com.br

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http://www.myspace.com/kontraregras/

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Música….receita para a alma

Posted: Julho 13, 2008 in Artigos
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pérolas da WEB

Gustavo Prudente27/10/2004

Você já sentiu uma sensação tão forte e gostosa de felicidade que nem conseguiria dizer como ela é? Já aconteceu de num momento para outro você ficar em paz, como se tudo estivesse certo? De repente, nada parece incomodar: dever de casa, briga com os irmãos, aula na escola… tudo está bem, porque você está em harmonia com a vida.

Às vezes isso acontece quando escutamos uma música muito bonita, e não é à toa. Para alguns estudiosos, o som é uma porta de entrada para a alma. Isto não significa que música serve para fazer fantasma aparecer. Pelo contrário: ela é uma forma de entrar em contato com o que existe de mais verdadeiro e puro em você.

O motivo é que o som que produzimos pode nos fazer entrar no ritmo do universo. Quando estamos fora do ritmo, temos a impressão de estar num país onde todo mundo fala uma língua que a gente não entende. Ficamos tão perdidos que tudo parece chato e sem sentido. Mas e se pararmos para escutar o que estão dizendo à nossa volta? Com o tempo, aprendemos o novo idioma e começamos a nos comunicar. Num estalo, tudo parece se encaixar de novo.

Agora, a pergunta inevitável: Como se faz para descobrir o ritmo do universo? Uma forma é ficar em silêncio e ouvir o coração. Seja lá o que você escutar, pode transformar isso em algum som, tocando violão, cantando, batendo o pé no chão, qualquer coisa. O outro é apreciar as batidas, os instrumentos, a melodia e cada detalhe de uma música que lhe emociona muito. Seja qual for sua escolha, só tem um jeito de saber se você está no caminho certo: Perceber que surgiu em seu corpo aquela sensação gostosa e tranqüila que faz a vida valer a pena.

Taí… Li e gostei e repasso para vocês


* O músico precisa aprender a se “mixar” no grupo, aprender a ouvir os outros instrumentos, afinal, é um conjunto musical.

* Todo músico deve treinar prática de conjunto se quiser amadurecer mais rapidamente.

* A teoria musical é fundamentalmente necessária, mas entre a teoria e a prática há uma distância que poucos querem percorrer.

* “Um bom médico não é aquele que receita um remédio sem saber o que está fazendo. Um bom músico não é aquele que toca sem saber o que faz”.

* Autodidata – Há um engano no uso deste termo, pois há muitos analfabetos musicais dizendo-se autodidatas (uma desculpa para a preguiça), autodidata é aquele que estuda sem um professor, mas estuda.

* Uns falam antes de tocar algo, outros tocam antes de falar algo. Eis a diferença entre “músicos” e músicos.

* O músico deve aprender a conduzir uma música como ela é e não como ele acha que deve ser. Isto é maturidade.

* Há músicas em que o metrônomo só serve para o primeiro compasso, porque necessitam de uma interpretação flexível.

* A pulsação rítmica bem como o andamento são para serem sentidos e não ouvidos. Este princípio é para todos, mas fundamental para bateristas e percursionistas.

* Acompanhar alguém é antes de tudo uma prática de humildade e sensibilidade. Geralmente, os músicos querem mostrar toda a sua técnica em hora errada. O correto é usar poucas notas, não saturar a harmonia, inserir frases nos espaços melódicos apenas, e o baterista conduzir. Ou seja, economize informações musicais!

* Há uma tendência atual de supervalorizar a velocidade do músico, quantas notas ele executa por tempo. Velocidade não é sinônimo de bom músico. O bom músico é aquele que tem a sensibilidade de fazer a coisa certa na hora certa. A velocidade é uma conseqüência.

* A técnica deve ser estudada e sempre aprimorada, mas lembre-se de que é um meio de facilitar a execução da música e não um meio de exibicionismo.

* Uma boa maneira de aprimorar a interpretação é aprender primeiro a se ouvir, depois executar. Tem gente que canta e toca e não sabe o que está fazendo; acostume então a gravar o que é executado e seja autocrítico, estude, grave e ouça o que estudou; com o tempo você encontrará a forma ideal para a sua execução.

* Lembre-se: pausa também é música, portanto, “não sole na pausa”.

* A música possui três elementos básicos: harmonia, melodia e ritmo. Procure distribuir os instrumentos musicais no arranjo conforme estes elementos. Há instrumentos harmônicos e melódicos, há somente melódicos, há rítmicos e instrumentos que fazem os três, mas defina no ensaio ou arranjo, quais serão os devidos “papéis” para cada instrumento.

* A escolha do tom de uma música depende do canto; este deve ser dentro da tessitura vocal e confortável para ela. Mesmo que o tom escolhido não seja o mais confortável para o instrumentista ele deve executá-lo. Outra observação é que o tom pode influenciar na sonoridade da música vocal com acompanhamento. O problema é que muitos confundem. Na música instrumental, a técnica e a expressão são mais exigidos porque as notas devem transmitir algo. Na música onde há o canto, a ênfase é para a mensagem, portanto, não deve ser interferida por outros elementos.

* Versatilidade – Procure ser o mais possível. Saiba ouvir vários estilos, do erudito ao moderno, ouça com ouvido crítico e analítico. Saiba ouvir. Extraia coisas boas de cada estilo. Outro detalhe, é o músico não ficar “preso” somente ao seu instrumento, saiba apreciar a forma de execução como sonoridade e fraseado de outros instrumentos.

Deus abençoe a todos

Fonte: www.ameprod.com.br