Arquivo de Julho, 2008


Tente não modificar o ângulo da mão ( e portanto a palhetada!) nos upstrokes , pois isso modificaria o som. Agora tente “varrer” as quatro primeiras cordas.

Vamos acrescentar algumas notas ao sweep de três cordas. Quando tocar deste modo, o dedo deve ficar levantado depois de tocar a nota, de outra forma todas as notas do sweep acabarão por competir umas com as outras. ( Quando estiver sweep picking todas as cordas da guitarra, curve seu dedo para impedir que as notas anteriores sejam ouvidas.)

Tome cuidado com o timing para que todas as notas sejam ouvidas com a mesma intensidade.

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Fonte: Guitarra Solo

O Guia Contemporâneo de improviação
Autores:  Daniel Gilbert & Beth Marlis

Sweep Picking é comumente associado com arpejos e neste exercício, a direção da palheta merece atenção. Confira como esses sweeps delineiam os acordes dessa progressão.

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part 2

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article source: MI Musician Institute

8 bar blues Lick

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Paul Gilbert -Guitar Sequences

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T É C N I C A    A N I M A L

Nesta vídeo-aula, Paul Gilbert faz uma abordagem sobre Two Hands and Tapping, técnica popularizada por Eddie Van Halen durante os anos 1980. É necessário já se ter um pouco de conhecimento sobre técnicas básicas de guitarra.
Paul prefere usar o dedo indicador para tocar, favorecendo um movimento para cima, para produzir o primeiro pull-off. Experimente com o seu dedo indicador ou médio, usando um movimento ascendente ou descendente.
O primeiro exemplo abaixo usa um arpejo ascendente e descendente no mesmo lick. O segundo exemplo Paul introduzir seu “Gilbertismo ‘único de tocar no quarto e quinto trastes. Isto tem um efeito sonoro de duplicação na nota B e é algo que Paul usa com grande efeito em muitos dos seus solos soando mais rápido. Observando Paul, você verá que se trata-se principalmente de coordenação, em vez de dedos ridiculamente rápidos.

Paul usa exatamente a mesma fórmula em cada uma das three-note shapes, então você deve ver o potencial de usar esta idéia em cordas e escalas diferentes. O exemplo final leva esta idéia e aplica à teoria pentatônica para tornar o som mais blues ou de rock. Uma vez que as formas (shapes) são maiores, haverá mais movimento entre as duas mãos, então começar por aprender duas ou três formas, em primeira instância, de preferência a uma velocidade mais lenta.

P A U L    G I L B E R T   –  T A P P I N G    M A S T E R C L A S S

credits video: http://www.youtube.com/user/flectz

1. Diminua o número de notas palhetadas, até ficar somente com os ligados.


1a. Substituição do dedo 4 pelo do Tapping (indicador ou médio). As notas da casa 7 e 8 são em Two Hands e a acentuação de volta merece atenção.

2b. A inclusão de um dedo 3 ou (3b) acima da última nota da digitação.

2c. Um movimento mais complexo da mão da escala.

3a.  Encarando uma tríade de “A” em uma só corda.

3b.  Numa só corda, mas com variações na mão do Tapping.

3c.  Variando a mão da escala. A corda solta “E”, facilita muito este tipo de movimento.

3d. A escala de Sol (G) em progressão.

3e. Van Hallen chapou o mundo com “Eruption” (Van Hallen 1). Experimente um trecho.

4a. Utilizando a Penta Blues na onda de Greg Howe.

4b.  A variação do início da frase pode mudar tudo.

4C.   Um lick poderoso com blue note, slide e bend:

4d. Ao estilo Paul Gilbert: Arpejo em Em7, com salto de cordas (skip string) e slide:

5a.   Exercício com escala cromática. Um bom caminho para praticar as técnicas de abafar.

5b. Duas digitações da pentatônica e dedos diferentes no Tapping, nas cordas “E” e “B”.

5c. Utilizando 3 dedos da mão do Tapping.

5d. Sincronismo de dois dedos de mãos diferentes na mesma casa. (T1 na mesma nota do dedo 3 da mão da escala; T2 na mesma nota do dedo 4).

5e. Sincronia das duas mãos, mas com um dedo a mais isolado (T4).

6a. Tríade menor. ( Cm )

6b. Tríade maior ( C ).

6c. Tríade diminuta ( Cdim ).

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Fonte: GuitarPlayer

(Kiko Loureiro)

O Angra, banda em que toco guitarra, está lançando um novo disco chamado Fireworks. Dentre diversos trechos do álbum que parecem didaticamente interessantes, escolhi o interlúdio da música Extreme Dream.

Aqui, ocorrem frases utilizando tríades abertas, com saltos de cordas que vão apresentar dificuldades na execução, e podem despertar o interesse em outras formas de tocar arpejos. Outro fator importante é a troca de dedo quando se executa a mesma nota.

Em seguida, faço uma frase sobre a escala de Em eólio, toda com palhetadas alternadas. Repete-se então, a seqüência inicial, seguida de uma frase com duas mãos ao modo de Greg Howe e Billy Sheehan. A partir daí, segue-se a idéia das tríades abertas com uma resposta à primeira parte.

Repare na rítimica da frase. A divisão se mantêm em colcheias, no compasso quaternário, mas as mudanças de acordes ocorrem à cada três colcheias, fazendo com que o acento fique sempre deslocado.




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Fonte: GuitarPlayer

N  O  V  O     D  V  D  – V  Í  D  E  O    A  U  L  A  S

“Em Técnica Criativa, Kiko fala sobre a importância de conhecer outros estilos para que o guitarrista possa inserir novos elementos no rock. Os exercícios envolvem desenvolvimento de fraseado e arpejos, improvisação sobre modulações, harmonia e levadas brasileiras, chord melody, palhetada híbrida e tapping.”(GuitarPlayer)

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T  W  O    H  A  N  D  S    A  N  D    T  A  P  P  I  N  G

Video: 720×480  |   VOB, 7700 kbps  |   29.97 fps  |   Aspect ratio: 4:3  |  Audio: AC3, 2 channels, 192 kpbs, 48.0 KHz  |  Size: 4.4 GB   (cadastro no site) gratuito.

Exercícios em geral enfocam apenas uma das mãos, mas esta sequência é boa porque os modelos de digitação mudam e passam por muitas cordas. Se você toca com palheta, use toques alternados; se prefere dedilhado, use p (polegar) i (indicador), m (médio),i. Para manter este modelo limpo, levante um pouco o dedo da mão da escala apropriado, depois de cada nota.

O Ex.2 adiciona a terça produzindo um modelo de seis notas. É possível dedilhar o Ex.2 de várias formas, apesar de você ainda ter de tocar duas notas na mesma corda, o que complica as coisas para os guitarristas que tocam com os dedos. Uma vez que você dominar o Ex.1 expanda o exercício aplicando-o em outros modos.

EXERCÍCIO I

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Fonte: GuitarPlayer Magazine

EXERCÍCIO  II

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EXERCÍCIO   III

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F  R  A  N  K     G  A  M  B  A  L  E

Para ajudar a evitar dores e até mesmo ferimentos, você deve aquecer-se gradualmente antes de uma intensa seção de estudo ou performance.  Músicos não são diferentes de Atletas.  Tocar guitarra é um exercício sério para suas mãos e antebraços, portanto, aborde o instrumento como se você estivesse se preparando para uma corrida ou um jogo.  Como os exercícios seguintes são designados somente para aquecimento, eles não são muito melódicos ou musicais.  No entanto, enfocam movimentos específicos das mãos direita e esquerda para ajudá-lo a alcançar seu nível máximo de eficiência em uma quantidade mínima de tempo.

* Fazer alongamento da mão da escala é uma boa maneira de começar.  Certos acordes podem ser muito úteis.  Os desafiadores maiores add9, do Ex.1, desenvolvem principalmente a abertura entre o segundo e terceiro dedos.  A progressão também envolve mudança de acordes.  A posição da sua mão esquerda  influencia na capacidade de alongamento de seus dedos.  Se algumas dessas formas causar problemas, tente deixar seu cotovelo mais próximo ou mais distante de seu corpo.

* Para aquecer a mão da palheta e desenvolver resistência, experimente o dedilhado da escala cromática do Ex.2. Utilize ataques alternados. O Ex.3 mostra o mesmo dedilhado, mas inverte cada grupo de quatro notas. Eu frequentemente conecto o Ex.2 e o Ex.3. Toque os exemplos 2 e 3 o mais limpo possível cerca de dez vezes ou até uma de suas mãos começar a sentir cansada. Depois pare e agite as mãos para estimular a circulação e relaxar seus músculos ( abrir e fechar as mãos várias vezes também ajuda ). Quando suas mãos voltarem ao normal, você estará pronto para tocar o exercício de novo ou prosseguir com outro.  A próxima série de exercícios é acumulativa – cadacada exemplo é uma extensão e uma adição do anterior.  Depois de entender cada parte, toque a série inteira com o metrônomo em q = 126.

O Ex.4 prepara sua mão da palheta para os movimentos de mão da escala.  O Ex. 5 ativa, na segunda posição, os dedos da mão da escala. Durante as transições, mantenha o andamento constante.  Lembre-se de que um toque preciso e rápido depende da coordenação do terceiro e quarto dedos.

O Ex. 6 apresenta movimentos de uma casa pra cima e uma casa pra baixo no braço.  O Ex. 7 explora duas cordas em uma posição, enquanto o Ex. 8 move-se por uma casa de cada vez.  Continue desta maneira, incorporando todas as seis cordas.

Relaxe enquanto você se aquece.  Guitarristas muitas vezes parecem estar à beira da morte e não percebem como estão tensos.  Portanto, relaxe e respire normalmente.  Um aquecimento deve levar somente cerca de dez minutos.  Depois você estará pronto para enfrentar desafios físicos e mentais. Para finalizar, não esqueça de que tocar guitarra deve ser divertido.


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Fonte: GuitarPlayer

F r a n k   G a m b a l e   T e l l i n g   u s   y o u n g   p l a y e r s   t o   l e a r n   t h e   b l u e s

J  A  C  K    G  R  A  S  S  E  L

Os exemplos são chamados de ´´exercícios do inferno´´ pelos meus alunos. Seus objetivos são desenvolver mudanças de posições , alongamentos, agilidade e precisão. Abertura de mão com palhetada alternada – Esta série vai do Ex.1 ao Ex.4. Ela aumenta a abertura da mão da escala e a velocidade e presisão da mão da palheta.

O Ex.1 mostra a “forma básica” – A posição da mão da mão da escala no qual o exercício é baseado ( Se você tem mão pequena posicione a mesma ” forma básica ´´ na quinta casa).  Olhe esse formato e note  que o primeiro dedo cobre a primeira e segunda casas enquanto o quarto dedo cobre a quinta e sexta casas. Cada dedo restante se encarrega de uma casa.

Para tocar o exemplo, suba uma casa de cada vez, a nota localizada na primeira casa de cada corda, utilizando  a “forma básica´´ até chegar à sexta casa. O Ex.2 inicia-se na sexta corda. Quando você alcança o G, no terceiro compasso, note como o segundo dedo se movimenta para tocá-lo e que somente uma nota é tocada em cada corda. O Ex.3 sobe na quinta corda. Continue ascendendo as notas nas cordas remanescentes.

Como você pode ver, o primeiro e quarto dedos fazem a maior parte do trabalho, já que eles cobrem duas casas. Mas os outros dedos também são exercitados. Use palhetada alternada (tente começar com um ataque para cima). Um outro desafio: mova as notas com a ´´forma básica´´ do Ex.4

Toque pela escala toda. O Ex.5 é uma digitação que percorre o braço inteiro com um suave movimento, sem os costumeiros pulos de posição. Usando quatro dedos por corda, o movimento ocorre ao longo da escala, em vez de transversalmente. Mantenha seus dedos juntos. Use movimento de braço para levar os dedos à posição desejada. Solte o dedo depois que uma nota é tocada. Pratique sozinho a versão descendente

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Fonte: GuitarPlayer

J  U  A  N    S  E  R  R  A  N  O

A força e a velocidade da mão direita dos violonistas flamencos tem tudo a ver com o relacionamento entre toque articulado (apoiando,ou passagem de toque com descanso) e rasgueado (técnica de ataque às cordas).  Enquanto o articulado envolve flexionar rapidamente os dedos, o rasgueado explora extensão. Praticar um ajuda o desenvolvimento do outro, o que explica porque um bom tocador de flamenco pode executar ambas as técnicas com grande habilidade.

Articulado

O articulado flamenco é sempre executado apoiando (toque com descanso) e deve ser praticado lentamente, sempre alternando os dedos ( i ) indicador e médio ( m ) – Tocar duas notas consecutivas com o mesmo dedo torna impossível desenvolver a velocidade máxima requerida nessa técnica. No começo, o articulado deve ser estudado somente na primeira posição, de modo que você possa se concentrar na mão direita. Antes de tentar o articulado mais avançado, pratique até desenvolver uma execução estável e rápida.

Para fazer o articulado, posicione sua mão direita mais perto do tampo do que o normal. Seus dedos devem ficar um pouco curvados, mas rígidos, e movimente apenas a partir da junta do dedo. Prefiro um comprimento médio de unha, porque o articulado é freqüente mente seguido pelo rasgueado ; se as unhas estiverem curtas demais, o rasgueado não ficará definido o suficiente.

O Ex.1 está na primeira posição. Pratique-o até você obter alternação perfeita entre os dedos da mão direita. Uma vez dominado o exercício, trabalhe o Ex.2, que vai da primeira à décima posição. O Ex.2 é um articulado flamenco muito comum.

Rasgueado

O rasgueado identifica o flamenco. Ele permite tocar diversas cordas simultaneamente, produzindo combinações rítmicas e harmônicas singulares. Para dominar o rasgueado, pratique-o devagar, permitindo que seus dedos desenvolvam a independência necessária.

Para começar, descanse seu polegar na sexta corda e deixe seus quatro dedos remanescentes em uma posição fechada, com as articulações dos dedos paralelas às cordas. O primeiro toque é feito com o dedo indicador, atacando da sexta para a primeira corda, retornando à posição fechada inicial antes de permitir que os outros dedos ataquem.

Depois, o dedo mínimo ( i ) bate, seguido pelo anelar ( a ) e pelo médio ( m ). Não volte-os para suas posições originais até que o dedo médio complete sua batida, quando todos eles devem assumir sua posição fechada inicial para recomeçar a seqüência com o indicador.. Continue repetindo a seqüência até os que os dedos fiquem acostumados com esta técnica.

Pratique os Exs. 3 e 4 lentamente, usando uma batida forte. Busque um som estável e rítmico. O Ex.5 é um ritmo tradicional.

Baixe este exercício no formato GuitarPro

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Fonte: GuitarPlayer

A  L    D  I    M  E  O  L  A

Uma técnica de palhetada bastante desenvolvida é capaz de produzir passagens lindas e complexas.Vamos explorar algumas situações específicas analisando alguns exemplos...

O Ex.1 é uma simplificação do tema de vertigo Shadow. Note que adicionei indicações do sentido da palhetada. Apesar de muitos guitarristas abordarem palhetada alternada usando ataques para baixo, em notas sobre o tempo, saltos de cordas e outros movimentos tornam isso possível (toque a primeira nota de cada compasso com o primeiro dedo de sua mão da escala; mantenha os outros dedos abaixados, permitindo que as cordas soem).

Uma vez que você esteja confortável com as palhetadas do Ex.1, vá para o EX.2 , a passagem real de Vertigo Shadow . Os compassos em 7/8 tornam o exercício mais interessante e um pouco mais difícil. Veja que os ataques de palheta são os mesmos do Ex.1 . Repita a passagem devagar, até que você seja capaz de aumentar o andamento e manter a fluidez.

O Ex.3 é uma rápida Uma vez que você esteja confortável com as palhetadas do Ex.1, vá para o EX.2 , a passagem real de Vertigo Shadow . Os compassos em 7/8 tornam o exercício mais interessante e um pouco mais difícil. Veja que os ataques de palheta são os mesmos do Ex.1 . Repita a passagem devagar, até que você seja capaz de aumentar o andamento e manter a fluidez.

O Ex.3 é uma rápida passagem de escala que incorpora uma mudança de posição. No meio da frase, pule da segunda para a oitava posição. Apesar de este exercício poder ser tocado na mesma posição, ele soa mais eficaz com a mudança. Uso ataques para baixo consecutivos, nas três primeiras notas, e ataque para cima nas próximas três. No compasso 2, utilizo palhetada alternada. Repita o exercício lentamente e no tempo, até que soe fluido.

Sempre seja eficiente com seus movimentos de mão direita. Com a quantidade correta de técnica, você poderá soar como se estivesse tocando com seus dedos, como um músico erudito.

GP 5

http://guitarplayer.uol.com.br/

A L   D I   M E O L A  – L i v e   a t   M O N T R E U X ,   1 9 8 6 .   ” V e r t i g o   S h a d o w “

Official site

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V  I  N  N I  E     M  O  O  R  E

Uso este exercício quando sinto que meus arpejos com sweep estão um pouco embolados. Ele deixa ambas as mãos em forma e é ótimo para obter clareza. Comece em um andamento lento, aumentando a velocidade à medida que você se familiarizar com os movimentos.

O Ex.1 mostra a forma do acorde maior sobre o qual o exercício é baseado. A idéia é tocar um acorde de cinco notas com ataque para baixo e depois subir o acorde meio tom e usar ataque para cima. Não faça pestana no acorde; em vez disso, mova rapidamente seu primeiro dedo entre a terceira e primeira cordas.

O exercício é mostrado no Ex.2. Note que o acorde se move para cima em meios tons até a oitava ser alcançada. Depois inicie a viagem de volta. Toque com a maior precisão possível e encurte cada nota para garantir definição.

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Fonte: GuitarPlayer