Arquivo de Março, 2011

Este exercíco é um clássico Randy Rhoads style, e a seção de solo foi construída sobre uma progressão de acordes em estilo barroco, (chords popular baroque) que se move em intervalos de quarta (IV), antes de cair no acorde “V” pronto para voltar ao “I”. Então, em Lá menor temos a sequência dos acordes Am, Dm, G, C, F, Bm7/5b e E. A terceira maior (G#) encontrada no acorde “E” nos permite usar a escala de “Am” harmônica (A B C D E F G#). Os tapping/arpeggios digitados na seção de solo servem para descrever os tons de acordes (chord tones), que é algo que Rhoads (e EVH) empregam com grande efeito. A parte rítmica é bastante fácil de desempenhar, mas você precisa ser preciso com a direção e no palm muting. Uma pegada bastante agressiva (agressive picking) será útil, bem como com a parte rítmica de guitarra.

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BEBOP JAZZ  – II V I  LINES

Em música, um motivo é um fragmento recorrente, perceptível ou saliente, ou uma sucessão de notas que podem ser utilizadas para construir a inteireza ou partes de uma melodia completa e os temas. Um motivo difere da figura no sentido de que um motivo se constitui no primeiro plano da obra enquanto que a figura é o seu fundo. Um motivo pode ser harmônico, uma altura melódica e/ou uma duração rítmica. Wikipedia

Abaixo uma progressão de acordes muito utilizada no jazz que é a II-V, que pode ou não resolver em I. A maioria das músicas tem progressões II-V em vários tons espalhadas por ela. Os primeiros exercícios formam um II-V no tom de Dó, embora não haja o próprio acorde C (I) no compasso. Os exemplos 5 em diante formam um II-V-I em Dó novamente. Há muitos expedientes que podem ser usados quando se toca sobre progressões II-V. Alguns deles estão descritos abaixo. Saiba tudo sobre essas progressões clicando aqui: “Improvisando sobre a progressão harmônica”    fonte: jazzbossa.com

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