Archive for the ‘guitarra’ Category

by Jorge Pescara

Abaixo dicas e macetes importantes para todos os músicos, o original desta matéria veja  no site oficial de Jorge Pescara, músico baixista com talento reconhecido internacionalmente que escreve frequentemente diversos artigos e notícias para vários tipos de revistas de música como: Tok Pra Quem Toca, On e Off, Rock Brigade, Música áudio & Tecnologia, Backstage, TKT News e Cover Guitarra. Escreveu muitos livros, a maioria deles atualmente, em impressão.


  • Jorge Pescara ( Wikipedia)
  • Site Oficial (article source)
  • Studior
  • Biografia
  • A história do Tapping


    D  I  C  A  S     P  A  R  A       E  S  T  U  D  O

    (Contrabaixo)

    1. Manter uma rotina diária de trabalho no instrumento que não exceda suas próprias capacidades físicas e/ou biológicas. Estudar todos os dias, mas com calma. Nunca deixar de viver.

    2. Os cabos de áudio são tão importantes quanto os instrumentos e o amplificador. De nada adianta aquele baixo American caríssimo, um amp Euro último tipo, um processador de efeitos Japan se todas estas preciosidades estiverem ligadas em cabos merreca-Paraguay. Procure obter cabos com plugs (P10) de qualidade para o instrumento e só use cabos paralelos (shielded) para as caixas acústicas.

    3. Uma sonoridade mais rica em graves poderá ser extraída posicionando a mão direita próxima à junção braço-corpo do instrumento. Nesta área a corda sofre menor tensão dos pontos de apoio (localizados nos extremos ponte/capotraste) excitando um menor número de harmônicos. Experimente tocar neste local.

    4. Quando estiver sem muita inspiração para estudar ou compor (ou mesmo sem paciência para olhar para o contrabaixo) e se estiver realmente cansado de música, desligue tudo. “Não” ouça seus Cds preferidos, ao contrário, leia um livro qualquer (ficção, filosofia, livros técnicos, religião, astronomia, ufologia, física, hobbye, etc…) valendo também passear (num parque, praia, lago, rio ou ver obras de arte). Verifique os benéficos resultados e conte-me via e-mail.

    5. Aí vai uma dica final de como adquirir segurança técnica nos estudos. Ligue o metrônomo em 60BPMs. Marque o tempo (desdobrado) com os pés batendo-os ao chão. Solfeje a dobra tempo/contratempo e toque semicolcheias. Uma outra possibilidade é transformar o solfejo e o exercício em tercina e Shuffle, respectivamente.

    6. Muitos músicos mal informados por vezes tomam atitudes impensadas tais como: “cortar o pino terra dos cabos de força com três pinos”. Evite tal coisa, pois os dispositivos eletrônicos importados vêm com cabos AC compostos por um vivo, um neutro, e um terra. Isto evita choques e imprevistos com descargas elétricas, portanto sempre é bom contar com isso. Na falta de uma tomada de três pinos (no local) para colocar o plug, use um adaptador que é muito mais barato do que você pensa (mantenha-o sempre no gig-bag do baixo). O plug de três pinos cabe em qualquer tomada de estúdio (se o estúdio não tiver tomadas deste tipo, desconfie!!). De qualquer modo, vale acreditar que algum dia nossas normas gerais de segurança, para as questões elétricas, irão se amoldar ao primeiro mundo e teremos tomadas de três pinos em todas as casas.

    7. Em hipótese alguma use o produto chamado WD-40 (que é na verdade um óleo composto para agir contra a ferrugem) em potenciômetros de qualquer dispositivo eletrônico. Controles de volume ou de tonalidade do seu baixo, da mesa de som, do amp ou controles dos processadores de efeito devem ser limpos com gás Freon (mas cuidado com a camada de ozônio) que é um líquido especial para estas finalidades, pois evapora rápido, enquanto o WD-40 deixa um resíduo oleoso que corrói o grafite dos potenciômetros (dando apenas a impressão de que estão limpos) inutilizando-os para sempre.

    8. Uma boa dica para as gigs do dia-a-dia é levar sempre uma pequena bolsa ou maleta contendo apetrechos que nos salvam dos dissabores da estrada. Este cinto de utilidades do Batman pode conter entre outras coisas: cabo(s) extra(s) para instrumento/caixas acústicas/efeitos, um (ou vários) adaptador(es) de tomadas três pinos/pino achatado/ pino redondo, uma extensão de rede elétrica, uma régua com várias tomadas, baterias 9v. novas (para efeitos e instrumentos ativos), chaves de regulagem de instrumento de várias medidas (fenda, philips, allem…), uma flanela limpa, cordas novas (set extra), fita adesiva (silver tape), papel e caneta piloto ponta grossa (para escrever cifras de última hora) e tudo o que sua imaginação e necessidade permitir… menos a pia da cozinha, é claro!!

    (mais…)

  • Anúncios

    iAXE guitarra usb

    Posted: Fevereiro 20, 2009 in guitarra, música
    Etiquetas:, ,

    Interessante esta guitarra USB.(Behringer) Tem características de ser uma boa guitarra. O iAXE pode ser comprado no ThinkGeek por $99,99. Se alguém já testou, deixe um comentário aqui no blog, pois estou pensando em comprar uma.

    iAXE

    Guitarra USB

    O iAxe, é uma guitarra profissional com encaixe USB, vem com seu próprio software para simular diferentes pedais e efeitos.

    Clique aqui para acessar

    .

    • www.musikalessons.com

      Guitar, violin and voice lessons | http://www.musikalessons.com
      Since 2001, the teachers at Musika have occupied a unique place in music education mentoring students from all walks of life. Dedicated to the highest standard, we here at Musika understand the importance of quality service. Select from our user-friendly teacher profiles or have our knowledgeable office staff assist you. Learn in the comfort of your own home, at a teacher’s studio, or anywhere that is convenient for you. Start your musical journey today!
      http://www.musikalessons.com

    V i c t o r   W o o t e n   a t   S u m m e r   N A M M   2 0 1 0



    • Este método auxilia muito o baixista  pois aborda  uma  serie de exercícios nos mais variados tipos de compassos.
    • Compassos: 3/4,  3/8,  6/4,  6/8,  12/8,  5/4,  5/8,  7/4,  08/07,  9/8,  11/8.
    • CD inclui 49 faixas demo completo.


    Megaupload   |  67.45 MB

    Taí… Li e gostei e repasso para vocês


    * O músico precisa aprender a se “mixar” no grupo, aprender a ouvir os outros instrumentos, afinal, é um conjunto musical.

    * Todo músico deve treinar prática de conjunto se quiser amadurecer mais rapidamente.

    * A teoria musical é fundamentalmente necessária, mas entre a teoria e a prática há uma distância que poucos querem percorrer.

    * “Um bom médico não é aquele que receita um remédio sem saber o que está fazendo. Um bom músico não é aquele que toca sem saber o que faz”.

    * Autodidata – Há um engano no uso deste termo, pois há muitos analfabetos musicais dizendo-se autodidatas (uma desculpa para a preguiça), autodidata é aquele que estuda sem um professor, mas estuda.

    * Uns falam antes de tocar algo, outros tocam antes de falar algo. Eis a diferença entre “músicos” e músicos.

    * O músico deve aprender a conduzir uma música como ela é e não como ele acha que deve ser. Isto é maturidade.

    * Há músicas em que o metrônomo só serve para o primeiro compasso, porque necessitam de uma interpretação flexível.

    * A pulsação rítmica bem como o andamento são para serem sentidos e não ouvidos. Este princípio é para todos, mas fundamental para bateristas e percursionistas.

    * Acompanhar alguém é antes de tudo uma prática de humildade e sensibilidade. Geralmente, os músicos querem mostrar toda a sua técnica em hora errada. O correto é usar poucas notas, não saturar a harmonia, inserir frases nos espaços melódicos apenas, e o baterista conduzir. Ou seja, economize informações musicais!

    * Há uma tendência atual de supervalorizar a velocidade do músico, quantas notas ele executa por tempo. Velocidade não é sinônimo de bom músico. O bom músico é aquele que tem a sensibilidade de fazer a coisa certa na hora certa. A velocidade é uma conseqüência.

    * A técnica deve ser estudada e sempre aprimorada, mas lembre-se de que é um meio de facilitar a execução da música e não um meio de exibicionismo.

    * Uma boa maneira de aprimorar a interpretação é aprender primeiro a se ouvir, depois executar. Tem gente que canta e toca e não sabe o que está fazendo; acostume então a gravar o que é executado e seja autocrítico, estude, grave e ouça o que estudou; com o tempo você encontrará a forma ideal para a sua execução.

    * Lembre-se: pausa também é música, portanto, “não sole na pausa”.

    * A música possui três elementos básicos: harmonia, melodia e ritmo. Procure distribuir os instrumentos musicais no arranjo conforme estes elementos. Há instrumentos harmônicos e melódicos, há somente melódicos, há rítmicos e instrumentos que fazem os três, mas defina no ensaio ou arranjo, quais serão os devidos “papéis” para cada instrumento.

    * A escolha do tom de uma música depende do canto; este deve ser dentro da tessitura vocal e confortável para ela. Mesmo que o tom escolhido não seja o mais confortável para o instrumentista ele deve executá-lo. Outra observação é que o tom pode influenciar na sonoridade da música vocal com acompanhamento. O problema é que muitos confundem. Na música instrumental, a técnica e a expressão são mais exigidos porque as notas devem transmitir algo. Na música onde há o canto, a ênfase é para a mensagem, portanto, não deve ser interferida por outros elementos.

    * Versatilidade – Procure ser o mais possível. Saiba ouvir vários estilos, do erudito ao moderno, ouça com ouvido crítico e analítico. Saiba ouvir. Extraia coisas boas de cada estilo. Outro detalhe, é o músico não ficar “preso” somente ao seu instrumento, saiba apreciar a forma de execução como sonoridade e fraseado de outros instrumentos.

    Deus abençoe a todos

    Fonte: www.ameprod.com.br