T É C N I C A    A N I M A L

Nesta vídeo-aula, Paul Gilbert faz uma abordagem sobre Two Hands and Tapping, técnica popularizada por Eddie Van Halen durante os anos 1980. É necessário já se ter um pouco de conhecimento sobre técnicas básicas de guitarra.
Paul prefere usar o dedo indicador para tocar, favorecendo um movimento para cima, para produzir o primeiro pull-off. Experimente com o seu dedo indicador ou médio, usando um movimento ascendente ou descendente.
O primeiro exemplo abaixo usa um arpejo ascendente e descendente no mesmo lick. O segundo exemplo Paul introduzir seu “Gilbertismo ‘único de tocar no quarto e quinto trastes. Isto tem um efeito sonoro de duplicação na nota B e é algo que Paul usa com grande efeito em muitos dos seus solos soando mais rápido. Observando Paul, você verá que se trata-se principalmente de coordenação, em vez de dedos ridiculamente rápidos.

Paul usa exatamente a mesma fórmula em cada uma das three-note shapes, então você deve ver o potencial de usar esta idéia em cordas e escalas diferentes. O exemplo final leva esta idéia e aplica à teoria pentatônica para tornar o som mais blues ou de rock. Uma vez que as formas (shapes) são maiores, haverá mais movimento entre as duas mãos, então começar por aprender duas ou três formas, em primeira instância, de preferência a uma velocidade mais lenta.

P A U L    G I L B E R T   –  T A P P I N G    M A S T E R C L A S S

credits video: http://www.youtube.com/user/flectz

1. Diminua o número de notas palhetadas, até ficar somente com os ligados.


1a. Substituição do dedo 4 pelo do Tapping (indicador ou médio). As notas da casa 7 e 8 são em Two Hands e a acentuação de volta merece atenção.

2b. A inclusão de um dedo 3 ou (3b) acima da última nota da digitação.

2c. Um movimento mais complexo da mão da escala.

3a.  Encarando uma tríade de “A” em uma só corda.

3b.  Numa só corda, mas com variações na mão do Tapping.

3c.  Variando a mão da escala. A corda solta “E”, facilita muito este tipo de movimento.

3d. A escala de Sol (G) em progressão.

3e. Van Hallen chapou o mundo com “Eruption” (Van Hallen 1). Experimente um trecho.

4a. Utilizando a Penta Blues na onda de Greg Howe.

4b.  A variação do início da frase pode mudar tudo.

4C.   Um lick poderoso com blue note, slide e bend:

4d. Ao estilo Paul Gilbert: Arpejo em Em7, com salto de cordas (skip string) e slide:

5a.   Exercício com escala cromática. Um bom caminho para praticar as técnicas de abafar.

5b. Duas digitações da pentatônica e dedos diferentes no Tapping, nas cordas “E” e “B”.

5c. Utilizando 3 dedos da mão do Tapping.

5d. Sincronismo de dois dedos de mãos diferentes na mesma casa. (T1 na mesma nota do dedo 3 da mão da escala; T2 na mesma nota do dedo 4).

5e. Sincronia das duas mãos, mas com um dedo a mais isolado (T4).

6a. Tríade menor. ( Cm )

6b. Tríade maior ( C ).

6c. Tríade diminuta ( Cdim ).

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Fonte: GuitarPlayer

Comentários
  1. Matheus K diz:

    Lindo post, cara, sou teu fã (asiousaiosausaiusa, capaz valeu mesmo!)

  2. […] Veja também: Two Hands […]

  3. pedro diz:

    Po muito bom

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