Mudança de Cordas (Mick Goodrick)

Posted: Julho 24, 2008 in Técnica Animal
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M  I  C  K     G  O  O  D  R  I  C  K

Não importa se você toca com dedos ou palheta, é importante saber todas as combinações de movimento entre cordas adjacentes – tanto acima como abaixo da corda inicial. Isto não apenas facilita o toque, mas expande seu vocabulário improvisacional porque você não precisará mais evitar frases que usam dedilhados complicados.

Quando passar pelos exercícios seguintes, você sentirá que alguns são fáceis e outros, difíceis. Estes últimos provavelmente envolverão cruzamentos que você nunca fez antes; concentre-se nestes. Os exemplos usam apenas duas notas diferentes: G (quarta corda/quinta casa) e D (terceira corda/sétima casa). Se você mudar a digitação, de modo que a primeira nota (G) seja tocada com o terceiro dedo na quarta corda e a segunda nota (D) seja tocada com o primeiro dedo na segunda corda, todas as possibilidades de salto de corda estão presentes. Peguei esta idéia com o baixista Dave Holland. Como eu queria melhorar o uso dos dedos i (indicador) e m (médio), organizei as coisas sistematicamente. Nunca tentei estes exercícios com palheta, mas eles devem ser eficazes, porque há duas possibilidades: os dedos i e m, no caso de dedilhado, e ataques para cimna e para baixo, com a palheta.

Os modelos do Ex.1 começam com a mais grave das duas notas, os do Ex.2 iniciam com a mais aguda. Juntos, eles representam todas as combinações possíveis de cruzamento de cordas adjacentes.

O Ex.3 se concentra em três ataques dentro de um contexto de quatro colcheias. A primeira linha do exercício emprega uma única nota, enquanto as linhas seguintes introduzem todas as possibilidades de mudança de cordas.

Os Exs.4 e 5 mostram modelos de três a cinco notas, respectivamente. Repetir padrões com números ímpares de batidas produz o esquema oposto de ataque de mão direita.

Por exemplo, repetir o primeiro compasso do Ex.4 resulta nas notas G, G, D,G,G.D. Começando com i, produz-se o dedilhado i,m,i,m,i,m, iniciando com m produz-se m.i.m.i.m.i.m.É útil tocar todos os modelos de duas maneiras: colcheias diretas e colcheias suingadas. Quando encontrar os cruzamentos mais difíceis, pode ter certeza de que eles envolvem movimentos que você nunca fez. Por outro lado, uma vez que você os realiza melhor, descobrirá passagens que envolvem movimentos que você nunca tocou antes. A idéia é trabalhar nas possibilidades e usá-las para ampliar seu vocabulário de dedilhado e musical.

Não importa se você toca com dedos ou palheta, é importante saber todas as combinações de movimento entre cordas adjacentes – tanto acima como abaixo da corda inicial. Isto não apenas facilita o toque, mas expande seu vocabulário improvisacional porque você não precisará mais evitar frases que usam dedilhados complicados.

Quando passar pelos exercícios seguintes, você sentirá que alguns são fáceis e outros, difíceis. Estes últimos provavelmente envolverão cruzamentos que você nunca fez antes; concentre-se nestes. Os exemplos usam apenas duas notas diferentes: G (quarta corda/quinta casa) e D (terceira corda/sétima casa). Se você mudar a digitação, de modo que a primeira nota (G) seja tocada com o terceiro dedo na quarta corda e a segunda nota (D) seja tocada com o primeiro dedo na segunda corda, todas as possibilidades de salto de corda estão presentes. Peguei esta idéia com o baixista Dave Holland. Como eu queria melhorar o uso dos dedos i (indicador) e m (médio), organizei as coisas sistematicamente. Nunca tentei estes exercícios com palheta, mas eles devem ser eficazes, porque há duas possibilidades: os dedos i e m, no caso de dedilhado, e ataques para cimna e para baixo, com a palheta.

Os modelos do Ex.1 começam com a mais grave das duas notas, os do Ex.2 iniciam com a mais aguda. Juntos, eles representam todas as combinações possíveis de cruzamento de cordas adjacentes.

O Ex.3 se concentra em três ataques dentro de um contexto de quatro colcheias. A primeira linha do exercício emprega uma única nota, enquanto as linhas seguintes introduzem todas as possibilidades de mudança de cordas.

Os Exs.4 e 5 mostram modelos de três a cinco notas, respectivamente. Repetir padrões com números ímpares de batidas produz o esquema oposto de ataque de mão direita.

Por exemplo, repetir o primeiro compasso do Ex.4 resulta nas notas G, G, D,G,G.D. Começando com i, produz-se o dedilhado i,m,i,m,i,m, iniciando com m produz-se m.i.m.i.m.i.m.É útil tocar todos os modelos de duas maneiras: colcheias diretas e colcheias suingadas. Quando encontrar os cruzamentos mais difíceis, pode ter certeza de que eles envolvem movimentos que você nunca fez. Por outro lado, uma vez que você os realiza melhor, descobrirá passagens que envolvem movimentos que você nunca tocou antes. A idéia é trabalhar nas possibilidades e usá-las para ampliar seu vocabulário de dedilhado e musical.

Part I

Part II

Part III

Part IV

Part V

Part VI

             

Fonte: GuitarPlayer

Comentários
  1. Andre Goes diz:

    Olá, parabéns pelo blog ok?

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