Técnicas – Pedal Pointing
(Exercício 01)
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Técnicas – Sweep Picking
Sweep Picking
Sweep Picking é o termo empregado para descrever downstrokes e upstrokes em 2 ou mais cordas adjacentes. Este método funciona muito bem em arpejos, já que estes tendem a ter apenas uma nota em uma corda.
O Sweep Picking também tem um som suave, tipo instrumentos de sopro e colabora na preservação da energia da mão direita. Da mesma forma que palhetada econômica,“varrer” (sweep) com a palheta não foi inventado para substituir quaisquer sistemas anteriores de palhetada.
É um outro método de produzir notas que deve estar à disposição dos instrumentistas. Comecemos por dar uma olhada nos elementos físicos deste conceito.
Os exercícios a seguir usam as três primeiras cordas soltas. Os três downstrokes consecutivos devem ser feitos em um só movimento.
Preste atenção nisso, pois quando dos upstrokes o guitarrista tenderá a fazer três movimentos separados. Como o nome diz, “varra” ou arraste a palheta pelas cordas, deixando que descanse na corda seguinte antes de partir para o ataque.
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Tente não modificar o ângulo da mão ( e portanto a palhetada!) nos upstrokes , pois isso modificaria o som. Agora tente “varrer” as quatro primeiras cordas.
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Vamos acrescentar algumas notas ao sweep de três cordas. Quando tocar deste modo, o dedo deve ficar levantado depois de tocar a nota, de outra forma todas as notas do sweep acabarão por competir umas com as outras. ( Quando estiver sweep picking todas as cordas da guitarra, curve seu dedo para impedir que as notas anteriores sejam ouvidas.)
Tome cuidado com o timing para que todas as notas sejam ouvidas com a mesma intensidade.
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Fonte: Guitarra Solo
O Guia Contemporâneo de improviação
Autores: Daniel Gilbert & Beth Marlis
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Técnica (Kiko Loureiro)
Queimando os dedos
(Kiko Loureiro)
O Angra, banda em que toco guitarra, está lançando um novo disco chamado Fireworks. Dentre diversos trechos do álbum que parecem didaticamente interessantes, escolhi o interlúdio da música Extreme Dream.
Aqui, ocorrem frases utilizando tríades abertas, com saltos de cordas que vão apresentar dificuldades na execução, e podem despertar o interesse em outras formas de tocar arpejos. Outro fator importante é a troca de dedo quando se executa a mesma nota.
Em seguida, faço uma frase sobre a escala de Em eólio, toda com palhetadas alternadas. Repete-se então, a seqüência inicial, seguida de uma frase com duas mãos ao modo de Greg Howe e Billy Sheehan. A partir daí, segue-se a idéia das tríades abertas com uma resposta à primeira parte.
Repare na rítimica da frase. A divisão se mantêm em colcheias, no compasso quaternário, mas as mudanças de acordes ocorrem à cada três colcheias, fazendo com que o acento fique sempre deslocado.
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Fonte: GuitarPlayer
http://guitarplayer.uol.com.br/
“Em Técnica Criativa, Kiko fala sobre a importância de conhecer outros estilos para que o guitarrista possa inserir novos elementos no rock. Os exercícios envolvem desenvolvimento de fraseado e arpejos, improvisação sobre modulações, harmonia e levadas brasileiras, chord melody, palhetada híbrida e tapping.”(GuitarPlayer)
Exercício de Arpejo (Steve Morse)
Exercícios em geral enfocam apenas uma das mãos, mas esta sequência é boa porque os modelos de digitação mudam e passam por muitas cordas. Se você toca com palheta, use toques alternados; se prefere dedilhado, use p (polegar) i (indicador), m (médio),i. Para manter este modelo limpo, levante um pouco o dedo da mão da escala apropriado, depois de cada nota.
O Ex.2 adiciona a terça produzindo um modelo de seis notas. É possível dedilhar o Ex.2 de várias formas, apesar de você ainda ter de tocar duas notas na mesma corda, o que complica as coisas para os guitarristas que tocam com os dedos. Uma vez que você dominar o Ex.1 expanda o exercício aplicando-o em outros modos.
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Fonte: GuitarPlayer
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Idéias de Aquecimento ( Frank Gambale )
* Para ajudar a evitar dores e até mesmo ferimentos, você deve aquecer-se gradualmente antes de uma intensa seção de estudo ou performance. Músicos não são diferentes de Atletas. Tocar guitarra é um exercício sério para suas mãos e antebraços, portanto, aborde o instrumento como se você estivesse se preparando para uma corrida ou um jogo. Como os exercícios seguintes são designados somente para aquecimento, eles não são muito melódicos ou musicais. No entanto, enfocam movimentos específicos das mãos direita e esquerda para ajudá-lo a alcançar seu nível máximo de eficiência em uma quantidade mínima de tempo.
* Fazer alongamento da mão da escala é uma boa maneira de começar. Certos acordes podem ser muito úteis. Os desafiadores maiores add9, do Ex.1, desenvolvem principalmente a abertura entre o segundo e terceiro dedos. A progressão também envolve mudança de acordes. A posição da sua mão esquerda influencia na capacidade de alongamento de seus dedos. Se algumas dessas formas causar problemas, tente deixar seu cotovelo mais próximo ou mais distante de seu corpo.
* Para aquecer a mão da palheta e desenvolver resistência, experimente o dedilhado da escala cromática do Ex.2. Utilize ataques alternados. O Ex.3 mostra o mesmo dedilhado, mas inverte cada grupo de quatro notas. Eu frequentemente conecto o Ex.2 e o Ex.3. Toque os exemplos 2 e 3 o mais limpo possível cerca de dez vezes ou até uma de suas mãos começar a sentir cansada. Depois pare e agite as mãos para estimular a circulação e relaxar seus músculos ( abrir e fechar as mãos várias vezes também ajuda ). Quando suas mãos voltarem ao normal, você estará pronto para tocar o exercício de novo ou prosseguir com outro. A próxima série de exercícios é acumulativa – cadacada exemplo é uma extensão e uma adição do anterior. Depois de entender cada parte, toque a série inteira com o metrônomo em q = 126.
O Ex.4 prepara sua mão da palheta para os movimentos de mão da escala. O Ex. 5 ativa, na segunda posição, os dedos da mão da escala. Durante as transições, mantenha o andamento constante. Lembre-se de que um toque preciso e rápido depende da coordenação do terceiro e quarto dedos.
O Ex. 6 apresenta movimentos de uma casa pra cima e uma casa pra baixo no braço. O Ex. 7 explora duas cordas em uma posição, enquanto o Ex. 8 move-se por uma casa de cada vez. Continue desta maneira, incorporando todas as seis cordas.
Relaxe enquanto você se aquece. Guitarristas muitas vezes parecem estar à beira da morte e não percebem como estão tensos. Portanto, relaxe e respire normalmente. Um aquecimento deve levar somente cerca de dez minutos. Depois você estará pronto para enfrentar desafios físicos e mentais. Para finalizar, não esqueça de que tocar guitarra deve ser divertido.
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Fonte: GuitarPlayer
Exercícios do Inferno (Jack Grassel)
Os exemplos são chamados de ´´exercícios do inferno´´ pelos meus alunos. Seus objetivos são desenvolver mudanças de posições , alongamentos, agilidade e precisão. Abertura de mão com palhetada alternada – Esta série vai do Ex.1 ao Ex.4. Ela aumenta a abertura da mão da escala e a velocidade e presisão da mão da palheta.
O Ex.1 mostra a “forma básica” – A posição da mão da mão da escala no qual o exercício é baseado ( Se você tem mão pequena posicione a mesma ” forma básica ´´ na quinta casa). Olhe esse formato e note que o primeiro dedo cobre a primeira e segunda casas enquanto o quarto dedo cobre a quinta e sexta casas. Cada dedo restante se encarrega de uma casa.
Para tocar o exemplo, suba uma casa de cada vez, a nota localizada na primeira casa de cada corda, utilizando a “forma básica´´ até chegar à sexta casa. O Ex.2 inicia-se na sexta corda. Quando você alcança o G, no terceiro compasso, note como o segundo dedo se movimenta para tocá-lo e que somente uma nota é tocada em cada corda. O Ex.3 sobe na quinta corda. Continue ascendendo as notas nas cordas remanescentes.
Como você pode ver, o primeiro e quarto dedos fazem a maior parte do trabalho, já que eles cobrem duas casas. Mas os outros dedos também são exercitados. Use palhetada alternada (tente começar com um ataque para cima). Um outro desafio: mova as notas com a ´´forma básica´´ do Ex.4
Toque pela escala toda. O Ex.5 é uma digitação que percorre o braço inteiro com um suave movimento, sem os costumeiros pulos de posição. Usando quatro dedos por corda, o movimento ocorre ao longo da escala, em vez de transversalmente. Mantenha seus dedos juntos. Use movimento de braço para levar os dedos à posição desejada. Solte o dedo depois que uma nota é tocada. Pratique sozinho a versão descendente
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Técnica de Toque Articulado e Rasgueado (Juan Serrano)
A força e a velocidade da mão direita dos violonistas flamencos tem tudo a ver com o relacionamento entre toque articulado (apoiando,ou passagem de toque com descanso) e rasgueado (técnica de ataque às cordas). Enquanto o articulado envolve flexionar rapidamente os dedos, o rasgueado explora extensão. Praticar um ajuda o desenvolvimento do outro, o que explica porque um bom tocador de flamenco pode executar ambas as técnicas com grande habilidade.
Articulado
O articulado flamenco é sempre executado apoiando (toque com descanso) e deve ser praticado lentamente, sempre alternando os dedos ( i ) indicador e médio ( m ) – Tocar duas notas consecutivas com o mesmo dedo torna impossível desenvolver a velocidade máxima requerida nessa técnica. No começo, o articulado deve ser estudado somente na primeira posição, de modo que você possa se concentrar na mão direita. Antes de tentar o articulado mais avançado, pratique até desenvolver uma execução estável e rápida.
Para fazer o articulado, posicione sua mão direita mais perto do tampo do que o normal. Seus dedos devem ficar um pouco curvados, mas rígidos, e movimente apenas a partir da junta do dedo. Prefiro um comprimento médio de unha, porque o articulado é freqüente mente seguido pelo rasgueado ; se as unhas estiverem curtas demais, o rasgueado não ficará definido o suficiente.
O Ex.1 está na primeira posição. Pratique-o até você obter alternação perfeita entre os dedos da mão direita. Uma vez dominado o exercício, trabalhe o Ex.2, que vai da primeira à décima posição. O Ex.2 é um articulado flamenco muito comum.
Rasgueado
O rasgueado identifica o flamenco. Ele permite tocar diversas cordas simultaneamente, produzindo combinações rítmicas e harmônicas singulares. Para dominar o rasgueado, pratique-o devagar, permitindo que seus dedos desenvolvam a independência necessária.
Para começar, descanse seu polegar na sexta corda e deixe seus quatro dedos remanescentes em uma posição fechada, com as articulações dos dedos paralelas às cordas. O primeiro toque é feito com o dedo indicador, atacando da sexta para a primeira corda, retornando à posição fechada inicial antes de permitir que os outros dedos ataquem.
Depois, o dedo mínimo ( i ) bate, seguido pelo anelar ( a ) e pelo médio ( m ). Não volte-os para suas posições originais até que o dedo médio complete sua batida, quando todos eles devem assumir sua posição fechada inicial para recomeçar a seqüência com o indicador.. Continue repetindo a seqüência até os que os dedos fiquem acostumados com esta técnica.
Pratique os Exs. 3 e 4 lentamente, usando uma batida forte. Busque um som estável e rítmico. O Ex.5 é um ritmo tradicional.
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Fonte: GuitarPlayer
Sincronismo de Sweep (Vinnie Moore)
Uso este exercício quando sinto que meus arpejos com sweep estão um pouco embolados. Ele deixa ambas as mãos em forma e é ótimo para obter clareza. Comece em um andamento lento, aumentando a velocidade à medida que você se familiarizar com os movimentos.
O Ex.1 mostra a forma do acorde maior sobre o qual o exercício é baseado. A idéia é tocar um acorde de cinco notas com ataque para baixo e depois subir o acorde meio tom e usar ataque para cima. Não faça pestana no acorde; em vez disso, mova rapidamente seu primeiro dedo entre a terceira e primeira cordas.
O exercício é mostrado no Ex.2. Note que o acorde se move para cima em meios tons até a oitava ser alcançada. Depois inicie a viagem de volta. Toque com a maior precisão possível e encurte cada nota para garantir definição.
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Fonte: GuitarPlayer
Controle Dinâmico e Exercício Cromático (Emily Remler)
Passagens diretas de colcheias e semicolcheias soam mais interessantes quando elas aumentam e diminuem de volume ou quando algumas notas são mais altas do que outras. Este exercício é eficaz para controlar níveis de dinâmica e é ótimo para controle da mão direita.Ele também obriga a começar frases com dedos da mão esquerda diferentes do que você normalmente usaria – como o terceiro e o querto – e ajuda a improvisar a partir de qualquer dedo.
Primeiro, aprenda a digitação da escala cromática do Ex.1. É uma posição ensinada na Berklee College of Music para fornecer acesso a duas oitavas da mesma área do braço (para este exercício, coloque a posição na quinta casa). Pratique o desenho devagar, de modo que você possa toca-lo de forma clara e uniforme antes de acelerá-lo. Não escorregue o primeiro dedo; toque cada nota.
Agora olhe o Ex.2, que quebra a digitação da escala cromática em grupos de quatro notas. Um círculo indica o ponto inicial para cada segmento.
O próximo passo envolve acentuar cada nota dentro de um grupo de quatro. Toque as primeiras quatro notas acentuando uma de cada vez, como no Ex.3. Exagere a nota acentuada para que ela contraste dramaticamente com as não acentuadas.
Prossiga para o próximo grupo de quatro notas, que introduz uma seqüência de digitação diferente (veja o Ex.4). Nunca repita nenhum dos grupos anteriores e certifique-se de não sair da posição.
Continue esse processo até você ter completado a escala cromática. Como você pode ver,todos os dedos tem uma chance de começar o modelo, o que é muito bom para sua mão esquerda, assim como para o seu cérebro.
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Fonte: GuitarPlayer
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Aeróbica dos dedos (Scoth Tennant)
Estes exercícios podem ser chamados de ginástica, acrobacia ou aeróbica de dedos. Eles crescem em dificuldade e foram organizados para começar de forma mais simples possível.
Aquecimento
Você se aquece para levar sangue aos seus músculos e pontas dos dedos. É também importante mover suas juntas com a maior suavidade possível e aumentar a sensibilidade da ponta de seus dedos. Apesar de a seqüência de exercícios parecer um pouco mais comprida no papel, não fique desencorajado. Depois de passar por isso uma vez, você terá memorizado todos os modelos.
A seqüência de exercícios
Se o dia estiver frio ou úmido, inicie agitando suas mãos. Com a mão oposta, segure um dedo de cada vez e balance gentilmente cada um deles de modo que os outros fiquem caídos. Termine beliscando levemente as pontas dos dedos para fazer o sangue chegar até lá.
Agora você pode começar a “caminhar´´. Toque uma nota de cada vez, indo da sexta corda para a primeira e voltando uma casa de cada vez. No Ex.1, inicie com o primeiro dedo na primeira casa. Mantenha o dedilhado da mão direita o mais simples possível, de modo que você possa se concentrar na mão esquerda. É muito importante tocar precisamente cada nota com a ponte do dedo, não com a sua base. Busque exatidão, não velocidade.
Mantenha o polegar da mão esquerda posicionado atrás do segundo dedo e da terceira corda para distribuir a pressão igualmente. Isto também possibilita que sua mão atue como pivô à medida que seus dedos se movem de corda para corda. Dobrar a junta do polegar enfraquece muito a pegada. O Ex.1 é de longe o exercício mais importante da seqüência e é o que faço se tenho apenas alguns minutos para me aquecer antes de uma performance. Toque-o duas a quatro vezes lentamente. Mova-se com rapidez, precisão e uniformidade, com pequenos movimentos de dedo.
O Ex.2 é uma variação do Ex.1. Desta vez, alterne os dedos usando 1 e 2, na primeira casa, 2 e 3, na segunda, e 3 e 4, na terceira. Segure cada dedo até o próximo ataque. Quando feito corretamente, o exemplo deve parecer como andar sobre uma corda bamba. Quando você sentir que estes exercícios se tornaram fáceis demais, tente as variações rítmicas do Ex.3.
Os Exs.4 e 5 são variações que envolvem ligados – também conhecidos como hammer-ons e pull-ofs Quando você fizer o Ex.4, não levante demais os dedos. Não é a distância a partir da qual você ataca a corda que produz um som bom e sólido, e sim a velocidade. Pratique mudando o peso de um dedo para outro à medida que vai prosseguindo, mantendo os dedos mortos, exceto o que você estiver usando. Depois que você terminar com um dedo, mude o peso para outro, e assim por diante. Faça isto lentamente, com colocação precisa. Note que o dedilhado deve ser simples.
Como você foi? Habitue-se a fazer a si mesmo esta questão. Sempre reveja o que você tocou. Não permaneça no mesmo exercício por tempo demais.
No Ex.5 há pull-ofs, ou ligados descendentes. Utilize as mesmas combinações de seis dedos enquanto começa na nota superior. Para começar, deixe cada dedo pronto sobre a corda. Quando você realizar o pull-of, faça-o com rapidez, tocando levemente a corda adjacente. Levante o dedo em seguida;apenas deixe-o voltar ao lugar a cima da corda. Vá em frente!
Quando o Ex.4 e o Ex.5 parecerem fáceis, tente o empolgante Ex.6. Depois descanse e cheque seu pulso. Tome um gole de água e fique pronto para alguns exercícios de dedo fixo. Abdominais e flexões parecerão brincadeira de criança depois que você dominar estes exemplos.
Os exercícios de dedo fixo são o que seu próprio nome diz: mantenha um determinado dedo apertando a terceira corda enquanto move os outros. Comece deixando os dedos 2, 3 e 4 apertando cordas e mova o primeiro dedo como mostra o Ex.7. Fácil, certo? Ex.8 enfoca os outros dedos. Você pode usar seu pulso, se for necessário,nos exercícios que envolvem o terceiro e quarto dedos, de outra maneira, movimente somente os dedos.É muito importante descansar entre exercícios. Não se esforce – apenas faça o que pode. Pare aqui ou siga para as variações do Ex.9, se você quiser encarar um desafio.
Sempre relaxe o máximo que puder entre os movimentos. Assim como um cantor precisa respirar entre frases, seus dedos e tendões necessitam de um rápido descanso entre movimentos.
Procure tocar os exercícios anteriores com o dedilhado de Ex.10. Certifique-se de preparar cada dedo da mão direita antes de tocar. Toques sem apoio diminuem o controle sobre o ataque e o timbre. Para maior segurança, comece com toques com apoio. Trabalhe com toques sem apoio depois.
No começo, estes exercícios podem levar 30 minutos ou mais. É importante adquirir resistência e precisão adequadas. Apressar-se durante o exercício diminui sua eficiência. Apesar de ser uma forma de aquecimento, ela também serve como treinamento técnico básico. Qualquer coisa pode desenvolver sua técnica se você se concentrar na precisão e produção de timbre. Depois de aprender a seqüência de exercícios, você descobrirá que não é necessário fazer tudo todos os dias. Apenas reveja partes toda vez que sentir necessidade. Frustração é comum, mas não fique desencorajado. Mantenha sua força de vontade intensa e concentre-se na confiança que você está buscando.
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Fonte: GuitarPlayer
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Mudança de Cordas (Mick Goodrick)
Não importa se você toca com dedos ou palheta, é importante saber todas as combinações de movimento entre cordas adjacentes – tanto acima como abaixo da corda inicial. Isto não apenas facilita o toque, mas expande seu vocabulário improvisacional porque você não precisará mais evitar frases que usam dedilhados complicados.
Quando passar pelos exercícios seguintes, você sentirá que alguns são fáceis e outros, difíceis. Estes últimos provavelmente envolverão cruzamentos que você nunca fez antes; concentre-se nestes. Os exemplos usam apenas duas notas diferentes: G (quarta corda/quinta casa) e D (terceira corda/sétima casa). Se você mudar a digitação, de modo que a primeira nota (G) seja tocada com o terceiro dedo na quarta corda e a segunda nota (D) seja tocada com o primeiro dedo na segunda corda, todas as possibilidades de salto de corda estão presentes. Peguei esta idéia com o baixista Dave Holland. Como eu queria melhorar o uso dos dedos i (indicador) e m (médio), organizei as coisas sistematicamente. Nunca tentei estes exercícios com palheta, mas eles devem ser eficazes, porque há duas possibilidades: os dedos i e m, no caso de dedilhado, e ataques para cimna e para baixo, com a palheta.
Os modelos do Ex.1 começam com a mais grave das duas notas, os do Ex.2 iniciam com a mais aguda. Juntos, eles representam todas as combinações possíveis de cruzamento de cordas adjacentes.
O Ex.3 se concentra em três ataques dentro de um contexto de quatro colcheias. A primeira linha do exercício emprega uma única nota, enquanto as linhas seguintes introduzem todas as possibilidades de mudança de cordas.
Os Exs.4 e 5 mostram modelos de três a cinco notas, respectivamente. Repetir padrões com números ímpares de batidas produz o esquema oposto de ataque de mão direita.
Por exemplo, repetir o primeiro compasso do Ex.4 resulta nas notas G, G, D,G,G.D. Começando com i, produz-se o dedilhado i,m,i,m,i,m, iniciando com m produz-se m.i.m.i.m.i.m.É útil tocar todos os modelos de duas maneiras: colcheias diretas e colcheias suingadas. Quando encontrar os cruzamentos mais difíceis, pode ter certeza de que eles envolvem movimentos que você nunca fez. Por outro lado, uma vez que você os realiza melhor, descobrirá passagens que envolvem movimentos que você nunca tocou antes. A idéia é trabalhar nas possibilidades e usá-las para ampliar seu vocabulário de dedilhado e musical.
Não importa se você toca com dedos ou palheta, é importante saber todas as combinações de movimento entre cordas adjacentes – tanto acima como abaixo da corda inicial. Isto não apenas facilita o toque, mas expande seu vocabulário improvisacional porque você não precisará mais evitar frases que usam dedilhados complicados.
Quando passar pelos exercícios seguintes, você sentirá que alguns são fáceis e outros, difíceis. Estes últimos provavelmente envolverão cruzamentos que você nunca fez antes; concentre-se nestes. Os exemplos usam apenas duas notas diferentes: G (quarta corda/quinta casa) e D (terceira corda/sétima casa). Se você mudar a digitação, de modo que a primeira nota (G) seja tocada com o terceiro dedo na quarta corda e a segunda nota (D) seja tocada com o primeiro dedo na segunda corda, todas as possibilidades de salto de corda estão presentes. Peguei esta idéia com o baixista Dave Holland. Como eu queria melhorar o uso dos dedos i (indicador) e m (médio), organizei as coisas sistematicamente. Nunca tentei estes exercícios com palheta, mas eles devem ser eficazes, porque há duas possibilidades: os dedos i e m, no caso de dedilhado, e ataques para cimna e para baixo, com a palheta.
Os modelos do Ex.1 começam com a mais grave das duas notas, os do Ex.2 iniciam com a mais aguda. Juntos, eles representam todas as combinações possíveis de cruzamento de cordas adjacentes.
O Ex.3 se concentra em três ataques dentro de um contexto de quatro colcheias. A primeira linha do exercício emprega uma única nota, enquanto as linhas seguintes introduzem todas as possibilidades de mudança de cordas.
Os Exs.4 e 5 mostram modelos de três a cinco notas, respectivamente. Repetir padrões com números ímpares de batidas produz o esquema oposto de ataque de mão direita.
Por exemplo, repetir o primeiro compasso do Ex.4 resulta nas notas G, G, D,G,G.D. Começando com i, produz-se o dedilhado i,m,i,m,i,m, iniciando com m produz-se m.i.m.i.m.i.m.É útil tocar todos os modelos de duas maneiras: colcheias diretas e colcheias suingadas. Quando encontrar os cruzamentos mais difíceis, pode ter certeza de que eles envolvem movimentos que você nunca fez. Por outro lado, uma vez que você os realiza melhor, descobrirá passagens que envolvem movimentos que você nunca tocou antes. A idéia é trabalhar nas possibilidades e usá-las para ampliar seu vocabulário de dedilhado e musical.
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Tríades Diatônicas Incrementadas (Peter Sprague)
O ideal é que o material de estudo seja musical e não somente técnico. Prefiro exercícios com grande quantidade de conteúdo melódico que me inspire a toca-los. Este exemplo é uma pedra preciosa melódica que oferece um ótimo exercício de mão da escala.
Note que as tríades da escala de C maior são incrementadas aproximando-se cada tônica a partir do meio tom abaixo. A digitação do exercício é crucial, já que uma abordagem desorganizada produz uma execução imperfeita e lenta.
Meu esquema de digitação possui um aspectos interessantes. Primeiro, nunca uso o mesmo dedo para duas notas consecutivas. Segundo, alguma das maneiras como você passa de corda para corda evita mudanças de posição da mão esquerda. A aplicação destas duas idéias possibilita tocar o exercício de maneira rápida e limpa, deixando a beleza da linha melódica aparecer. Divirta-se!
Técnicas – Walking Bass
Um guia de acompanhamento de jazz para o guitarrista iniciante
No mundo do jazz, na maioria das vezes, os solistas recebem mais atenção. Mas é a seção rítmica – o baixo e a bateria – que faz a música suingar. Em shows em que não há baixo e bateria, espera-se que o guitarrista exerça a função da seção rítmica..
Uma maneira legal de fazer o groove rolar é tocar quatro acordes por compasso, à la Freddie Green . Mas para ficar bem legal, você terá que colocar algumas linhas de baixo e acrescentar pontuação rítmica com contrapontos de acordes e de melodias bem colocados. Como um músico pode fazer o trabalho físico e criativo de dois? Com prática e persistência, é possível simular uma mini-banda.. Nesta lição iremos trabalhar os passos básicos para se construir um forte groove de baixo com acordes. Primeiro vamos isolar as habilidades essenciais e, depois, iremos misturar elementos para criar um acompanhamento sólido e suingado.
Primeiros passos
Vamos começar com uma simples progressão de acordes de dois compassos – G7 – C7 – e a linha de baixo mais elementar que irá nos levar da tônica do primeiro acorde (G) à tônica do segundo © , usando movimento escalar.. As linhas de baixo no jazz, são geralmente feitas com semínimas uniformes, portanto se fizermos uma linha ascendente de uma tônicas para outra (primeiro tempo, compasso 1, ao primeiro tempo do compasso 2), teremos de contar por cinco notas: G,x,x,x,C. Subindo pela escala apropriada para G7 – C7 mixolídio- temos somente quatro notas (G,A,B,C). Isto significa que teremos de repetir uma nota (exemplos 1ª e 1b)ou adicionar um tom de passagem cromático(exemplos 1c e 1d). Qualquer uma destas soluções é viável.
Caminhando de forma descendente a partir de G, fica mais simples, porque há tons de escala o suficiente para preencher – G, F, E, D, C . Mas se você quiser, ainda pode acrescentar cromatismos, como é mostrado nos exemplos 2ª e 2b.
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Timbre do baixo
Há mais no walking bass do que aprender algumas linhas de baixo legais. Como você está tentando criar uma ilusão em seus ouvidos, o truque é conseguir um timbre que sugira um baixo acústico. E para fazer essa mágica acontecer, você tem de prestar atenção nos detalhes. Regra numero 1: não use palheta – o som resultante disso geralmente é pontudo e estalado. Para um perfeito ataque de baixo, use a ´almofada´´ do polegar (não é assim que os baixistas tocam, mas é a melhor maneira de chegar perto do timbre deles na guitarra). Seus ataques devem ser rápidos e certeiros, mas não com a mão pesada. A última coisa que covê quer é um som de cordas batendo nos trastes. (os baixos acústicos não têm trastes.) Também é uma boa idéia mudar a localização de sua mão da palheta, pois diferentes pontos de cordas criam sutis mudanças timbrais. Em geral, você precisa manter a sua mão um pouco mais perto da pestana do que o normal, com o seu polegar pairando perto do final da escala.
Se você toca guitarra, deve procurar um timbre limpo e claro, com pouco ou nenhum reverb. Uma guitarra com ponte de madeira irá lhe dar o ataque mais autêntico. Para uma verdadeira ‘vibe´ de baixo, use um jogo de cordas flatwound.
Harmonia e Ritmo
O próximo passo é adicionar harmonia. Aqui o trabalho é esboçar o conteúdo harmônico essencial de uma progressão. É claro, em qualquer tempo, um dedo da escala fará uma nota do baixo, portanto a sua possibilidade de acordes será limitada a aberturas de duas e três notas. Devido a tais restrições, a melhor aposta é tocar a 3ª e a 7ª do acorde, que são seus tons definidores. Em G7, por exemplo, ao se tocar F e B ( o b7 e o 3) acima do baixo em G , dá-se aos nossos ouvidos informação suficiente para se concluir que é um G7 (ex.3) . Para outros tipos de acordes, use os 3 e 7 apropriados ( veja a tabela de graus definidores) .
Agora podemos deixar o 3 e o 7 do acorde soarem como semibreves, mas a diversão está na inclusão de toques sincopados do acorde para criar uma levada suingada. A maneira mais simples de fazer isso,é inserindo um toque de colcheia por compasso. Para treinar, repita uma frase de um compasso G7, e coloque um toque de acorde na primeira colcheia do compasso. (ex. 4ª). Traste todos os ritmos em colcheias desta lição como colcheias suingadas.
A seguir mude o toque para a segunda colcheia do compasso (ex. 4b), então para a terceira colcheia do compasso (ex. 4c) , e assim por diante, até que o toque esteja na oitava colcheia ( O ´´e´´ do quarto tempo). Certifique-se de trabalhar neste conceito de toques de baixo em vários andamentos de 72 bpm a 200 bpm. Você pode tornar este exercício ainda mais interessante repetindo uma frase de dois compassos, o que lhe dá mais oito possibilidades para o toque de colcheia.
Uma vez que o groove de um toque por compasso começa a acontecer, é hora de incluir ritmos mais complexos. Os exs. 5ª e 5b colocam dois ritmos comuns de acompanhamento de jazz.
Use a sua ilusão
Depois de assimilar bem com os exemplos anteriores, é hora de ir para o passo final – colocar tudo junto. O estudo blueseiro de oito compassos (ex. 6) combina todos os pontos que discutimos e oferece algumas vantagens extras. Preste muita atenção nas digitações da mão esquerda, pois alguns acordes – particularmente o C9 nos compassos 5 e 6 – são quase impossíveis de serem sustentados sem usar as digitações sugeridas.
Note como o fraseado rítmico de acordes do compasso 3 e 4 imita a frase dos compassos 1 e 2. Tal simetria torna o acompanhamento mais musical, evitando que se torne uma série de toques aleatórios de colcheias. Use este conceito à medida que você for desenvolvendo os seus próprios movimentos de baixo e acorde.
Pratique o estudo subindo o andamento gradualmente, mantendo o tempo com um metrônomo ou bateria eletrônica. Se você não conseguir fazer as suas linhas de baixo e acorde suingarem em um andamento lento, não conseguirá fazê-los suigar em andamentos médios ou rápidos. Pode ser útil praticar a linha de baixo (notas com hastes para baixo) e os toques de acordes ( notas com hastes para cima ) separadamente, antes de tentar tocá-los todos juntos.
Para entrar fundo no suingue, experimente ajustar o seu metrônomo para metade do andamento, usando seus cliques como os tempos dois e quatro. Apesar de parecer estranho no começo, tirar a ênfase dos tempos um e dois – que são mais acentuados no rock do que no jazz – é um método comprovado para se melhorar o suingue.
Certifique-se de que as suas duas partes (baixo e acorde) estão equilibradas. Para se obter a perspectiva mais clara, grave seus estudos e escute os resultados. Lembre-se: Você está tentando criar uma ilusão em seus ouvidos, portanto, a linha de baixo deve ter o timbre de um baixo acústico e os toques de acordes devem soar como guitarra. Seja qual for o instrumento que você tenta simular, mantenha os acordes com um timbre distinto do baixo.
Harmonia e Ritmo
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Lição de casa
Você está com os movimentos debaixo dos dedos. E agora? Para praticar o walking Bass , estude sobre progressões de blues de 12 compassos em diversos andamentos e tonalidades – incluindo tonalidades em que facilmente possam ser usadas notas do baixo em cordas soltas ( como A,D E,G e C), assim como aquelas em que as cordas soltas raramente são incluídas (como Bb, Eb e Ab). Quando você se sentir confortável acompanhando através de progressões de blues, experimente tocar com alguns standarts de jazz mais simples, como Take the A train ou All of Me.
Fonte: GuitarPlayer http://guitarplayer.uol.com.br/
Floyd Rose não é a mulher do Pink Floyd
Floy Rose
A ponte de tremolo flutuante Floyd Rose se trata de um equipamento instalado em guitarras elétricas, desde o modelo clássico Stratocaster até Les Paul e Flying V, dotado de um sistema de micro-afinação que permite ajustar micro tons do instrumento, além de poder alterar o pitch da nota tanto ascendente quanto descendente.
Atualmente este tipo de sistema é adotado em guitarras como Ibanez, ESP, Fender, Jackson, Peavey, entre outras,sendo as preferidas entre os guitarristas de Heavy Metal e Hard Rock. Pode-se notar seu uso demasiado na década de 80, e entre seus maiores admiradores está Eddie Van Halen. O equipamento leva o nome Floyd Rose devido ao guitarrista homônimo que a patenteou.Esta ponte tem por caracteristica marcante o som agudo.
Matéria extraída de Edmar Luighi Luthier http://www.edmarluighi.com.br/
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Regulagem de Floyd Ros |
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Você tem dúvida sobre a regulagem do Floyd Rose? Então leia essa seção , e a partir de agora, tenham suas dúvidas esclarecidas. Qualquer questão, mande um e-mail que responderemos. Por: Edmar Luighi |
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Sempre que trocar as cordas de minha guitarra, vou ter de regular a Floyd Rose? Na verdade nem sempre. Se seu trêmolo estiver bem regulado e você respeitar algumas regrinhas, possivelmente não terá problemas.
Se ocorrer ao contrário, ou seja, o trêmolo inclinar-se para cima (foto 2), significa que a tensão das cordas esta maior que a das molas. Outro fator que pode gerar esse problema é a falta de paciência do músico no momento de afinar o instrumento após a troca do encordoamento. Quem possui guitarras providas de trêmolos flutuantes sabe o quanto é chato afiná-las nessa hora: afina-se a 1º corda e, depois, a 2º. Quando se chega à 6º, a 1º já está desafinada. Para haver equilíbrio, é necessário que todas as cordas sejam afinadas simultaneamente. Como isso é impossível (pelo menos por enquanto), muitos instrumentistas perdem a paciência e começam a pressionar em excesso as cordas na esperança de acelerar o processo. Isso pode fazer as molas se dilatarem, tornando necessário um novo ajuste para que o trêmolo volte a ter equilíbrio correto.
Com esse procedimento, o músico não sofrerá demasiadamente para equilibrar sua Floyd Rose, mas é claro que imaginando que tenham sido usadas a mesma marca e medida de cordas. Do contrário, procure seu luthier para que o auxilie nessa operação. Na edição 59 de CG, comento mais detalhadamente sobre esse assunto. |
Afinações Diferentes
Diferentes afinações
Violão & Guitarra para iniciantes
Por Diego Marinho (CifraClub)
Aqui estarei postando sobre as diferentes afinações para violão e guitarra.
Quase toda as músicas requerem a afinação normal(e B G D A E), mas algumas requerem
uma afinação diferente para toca-las melhor. Um bom exemplo é o metallica que afina as
suas guitarras em Eb(Mi bemol).
Mas para você trocar de afinação não é somente preciso ter ouvido, afinador elétrico,
etc, também é preciso saber sobre a construção dos acordes, pois com uma afinação diferente
os acordes terão de ser feitos em diferentes posições para dar o tom correto.
Abaixo estão as principais afinações de violão e guitarra:
Standard Tuning(Afinação normal)
e|——-|——–|——–
B|——-|——–|——–
G|——-|——–|——–
D|——-|——–|——–
A|——-|——–|——–
E|——-|——–|——–
Afinação Eb
eb|——-|——–|——–
Bb|——-|——–|——–
Gb|——-|——–|——–
Db|——-|——–|——–
Ab|——-|——–|——–
Eb|——-|——–|——–
Open E
e |——-|——–|——–
B |——-|——–|——–
G#|——-|——–|——–
E |——-|——–|——–
B |——-|——–|——–
E |——-|——–|——–
Open A
e |——-|——–|——–
C#|——-|——–|——–
A |——-|——–|——–
E |——-|——–|——–
A |——-|——–|——–
E |——-|——–|——–
Lute Tuning(Afinação Lute)
e |——-|——–|——–
B |——-|——–|——–
F#|——-|——–|——–
D |——-|——–|——–
A |——-|——–|——–
E |——-|——–|——–
Blues Tuning(Afinação Blues)
f|——-|——–|——–
C|——-|——–|——–
F|——-|——–|——–
D|——-|——–|——–
A|——-|——–|——–
E|——-|——–|——–
Rain Song
d|——-|——–|——–
C|——-|——–|——–
G|——-|——–|——–
C|——-|——–|——–
G|——-|——–|——–
D|——-|——–|——–
Open D
d |——-|——–|——–
A |——-|——–|——–
F#|——-|——–|——–
D |——-|——–|——–
A |——-|——–|——–
D |——-|——–|——–
Drop D
e|——-|——–|——–
B|——-|——–|——–
G|——-|——–|——–
D|——-|——–|——–
A|——-|——–|——–
D|——-|——–|——–
Open G
d|——-|——–|——–
B|——-|——–|——–
G|——-|——–|——–
D|——-|——–|——–
G|——-|——–|——–
D|——-|——–|——–
C 6th
e|——-|——–|——–
A|——-|——–|——–
G|——-|——–|——–
C|——-|——–|——–
G|——-|——–|——–
C|——-|——–|——–
G minor Tuning
d |——-|——–|——–
Bb|——-|——–|——–
G |——-|——–|——–
D |——-|——–|——–
Bb|——-|——–|——–
G |——-|——–|——–
Jimmy Page
d|——-|——–|——–
A|——-|——–|——–
G|——-|——–|——–
D|——-|——–|——–
A|——-|——–|——–
D|——-|——–|——–
AFINAÇÃO EM D ABERTO: D A D F# A D
AFINAÇÃO EM D: D A D G A D
AFINAÇÃO EM SOL ABERTO: D G D G B D
AFINAÇÃO CONVENCIONAL EM D: D G C F A D
AFINAÇÃO CONVENCIONAL: E A D G B E
ainda existem afinações que são somente para uma certa música,
foram feitas para aquela música.
Duvidas é só me mandar um e-mail = poknatico@hotmail.com
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EADGBE … Afinação Padrão
EBEG#BE … Open E
EAEAC#E … Open A
EADF#BE … Afinação Lute
EADGCF … Afinação de Blues
DADGAD … Afinação do Jimmy Page
DGCGCD … Rain Song
DADF#AD … Open D
DADGBE … Drop D
DGDGBD … Open G
DADF#CD … Top Jimmy
CGCGAE … C 6th
FADGBE … Jewel
GBbDGBbD… Afinação em sol menor
Veja mais em:
Gerador de cordas para guitarra
Site: http://www.gootar.com/folder/guitar.html
Traduzido por Samuel Vignoli (Cifra Club.com.br)
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Ou veja o vídeo desta guitarra que faz todas as afinações
Eu queeeeeerrooooo!!!
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