GuitarTube – Zakk Wylde Lesson
Baixou o Frank Zappa no teacher!
Transcrição – Eruption
Música: Eruption Guitarrista: Eddie Van Halen Banda: Van Halen Álbum: Van Halen Ano: 1978
Dissecando Eruption
Eddie Van Halen
Dissecando
Aparentemente, a gravação de “Eruption” aconteceu espontaneamente… Eddie estava “aquecendo” para a gravação em estúdio no início de um dia, quando o produtor Ted Templeman ouviu o guitarrista. Ted se encantou tanto com o que ele ouviu, que exigiu que ele gravasse o solo naquele mesmo momento e formato. Eddie rapidamente depois de gravar uma “eruption” acabou por colocar esta trilha no álbum.
Eddie diz: “Eu não sabia sequer reproduzi-la direito . Há um erro no final da mesma.”
Até hoje sempre que ouço isso eu sempre penso, “Homem, eu poderia tê-la tocado melhor.”
A família Van Halen era uma família de músicos. O pai de Edward e Alex tocava clarinete, e os dois aprenderam a tocar piano (clássico) desde cedo. Mais tarde, resolveram trocar o instrumento por uma guitarra e uma bateria.
O curioso é que Eddie tocava bateria e Alex, guitarra! Com o tempo, Alex se interessou pela bateria e logo estava tocando melhor que o irmão, que decidiu ir tocar a guitarra. Troca maravilhosa se pensarmos nos músicos em que se tornaram.
Página Oficial
Transcrição
http://www.guitarclass.com.br/materia/30/eruption.htm
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Learn Van Halen ERUPTION by PeterThorn.com
Part 1 of 05
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Part 2 of 05
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Part 3 of 05
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Part 4 of 05
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Part 5 of 05
Eddie Van Halen – Eruption – Live
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Technical Difficulties Bass Guitar(video)
Paul Gilbert, Joe Satriani,Billy Sheehan
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Técnicas – Pedal Pointing
(Exercício 01)
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Two Hands and Tapping
Técnica Animal
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Fonte: GuitarPlayer
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Técnica (Kiko Loureiro)
Queimando os dedos
(Kiko Loureiro)
O Angra, banda em que toco guitarra, está lançando um novo disco chamado Fireworks. Dentre diversos trechos do álbum que parecem didaticamente interessantes, escolhi o interlúdio da música Extreme Dream.
Aqui, ocorrem frases utilizando tríades abertas, com saltos de cordas que vão apresentar dificuldades na execução, e podem despertar o interesse em outras formas de tocar arpejos. Outro fator importante é a troca de dedo quando se executa a mesma nota.
Em seguida, faço uma frase sobre a escala de Em eólio, toda com palhetadas alternadas. Repete-se então, a seqüência inicial, seguida de uma frase com duas mãos ao modo de Greg Howe e Billy Sheehan. A partir daí, segue-se a idéia das tríades abertas com uma resposta à primeira parte.
Repare na rítimica da frase. A divisão se mantêm em colcheias, no compasso quaternário, mas as mudanças de acordes ocorrem à cada três colcheias, fazendo com que o acento fique sempre deslocado.
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Fonte: GuitarPlayer
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“Em Técnica Criativa, Kiko fala sobre a importância de conhecer outros estilos para que o guitarrista possa inserir novos elementos no rock. Os exercícios envolvem desenvolvimento de fraseado e arpejos, improvisação sobre modulações, harmonia e levadas brasileiras, chord melody, palhetada híbrida e tapping.”(GuitarPlayer)
Exercício de Arpejo (Steve Morse)
Exercícios em geral enfocam apenas uma das mãos, mas esta sequência é boa porque os modelos de digitação mudam e passam por muitas cordas. Se você toca com palheta, use toques alternados; se prefere dedilhado, use p (polegar) i (indicador), m (médio),i. Para manter este modelo limpo, levante um pouco o dedo da mão da escala apropriado, depois de cada nota.
O Ex.2 adiciona a terça produzindo um modelo de seis notas. É possível dedilhar o Ex.2 de várias formas, apesar de você ainda ter de tocar duas notas na mesma corda, o que complica as coisas para os guitarristas que tocam com os dedos. Uma vez que você dominar o Ex.1 expanda o exercício aplicando-o em outros modos.
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Fonte: GuitarPlayer
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Idéias de Aquecimento ( Frank Gambale )
* Para ajudar a evitar dores e até mesmo ferimentos, você deve aquecer-se gradualmente antes de uma intensa seção de estudo ou performance. Músicos não são diferentes de Atletas. Tocar guitarra é um exercício sério para suas mãos e antebraços, portanto, aborde o instrumento como se você estivesse se preparando para uma corrida ou um jogo. Como os exercícios seguintes são designados somente para aquecimento, eles não são muito melódicos ou musicais. No entanto, enfocam movimentos específicos das mãos direita e esquerda para ajudá-lo a alcançar seu nível máximo de eficiência em uma quantidade mínima de tempo.
* Fazer alongamento da mão da escala é uma boa maneira de começar. Certos acordes podem ser muito úteis. Os desafiadores maiores add9, do Ex.1, desenvolvem principalmente a abertura entre o segundo e terceiro dedos. A progressão também envolve mudança de acordes. A posição da sua mão esquerda influencia na capacidade de alongamento de seus dedos. Se algumas dessas formas causar problemas, tente deixar seu cotovelo mais próximo ou mais distante de seu corpo.
* Para aquecer a mão da palheta e desenvolver resistência, experimente o dedilhado da escala cromática do Ex.2. Utilize ataques alternados. O Ex.3 mostra o mesmo dedilhado, mas inverte cada grupo de quatro notas. Eu frequentemente conecto o Ex.2 e o Ex.3. Toque os exemplos 2 e 3 o mais limpo possível cerca de dez vezes ou até uma de suas mãos começar a sentir cansada. Depois pare e agite as mãos para estimular a circulação e relaxar seus músculos ( abrir e fechar as mãos várias vezes também ajuda ). Quando suas mãos voltarem ao normal, você estará pronto para tocar o exercício de novo ou prosseguir com outro. A próxima série de exercícios é acumulativa – cadacada exemplo é uma extensão e uma adição do anterior. Depois de entender cada parte, toque a série inteira com o metrônomo em q = 126.
O Ex.4 prepara sua mão da palheta para os movimentos de mão da escala. O Ex. 5 ativa, na segunda posição, os dedos da mão da escala. Durante as transições, mantenha o andamento constante. Lembre-se de que um toque preciso e rápido depende da coordenação do terceiro e quarto dedos.
O Ex. 6 apresenta movimentos de uma casa pra cima e uma casa pra baixo no braço. O Ex. 7 explora duas cordas em uma posição, enquanto o Ex. 8 move-se por uma casa de cada vez. Continue desta maneira, incorporando todas as seis cordas.
Relaxe enquanto você se aquece. Guitarristas muitas vezes parecem estar à beira da morte e não percebem como estão tensos. Portanto, relaxe e respire normalmente. Um aquecimento deve levar somente cerca de dez minutos. Depois você estará pronto para enfrentar desafios físicos e mentais. Para finalizar, não esqueça de que tocar guitarra deve ser divertido.
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Fonte: GuitarPlayer
Exercícios do Inferno (Jack Grassel)
Os exemplos são chamados de ´´exercícios do inferno´´ pelos meus alunos. Seus objetivos são desenvolver mudanças de posições , alongamentos, agilidade e precisão. Abertura de mão com palhetada alternada – Esta série vai do Ex.1 ao Ex.4. Ela aumenta a abertura da mão da escala e a velocidade e presisão da mão da palheta.
O Ex.1 mostra a “forma básica” – A posição da mão da mão da escala no qual o exercício é baseado ( Se você tem mão pequena posicione a mesma ” forma básica ´´ na quinta casa). Olhe esse formato e note que o primeiro dedo cobre a primeira e segunda casas enquanto o quarto dedo cobre a quinta e sexta casas. Cada dedo restante se encarrega de uma casa.
Para tocar o exemplo, suba uma casa de cada vez, a nota localizada na primeira casa de cada corda, utilizando a “forma básica´´ até chegar à sexta casa. O Ex.2 inicia-se na sexta corda. Quando você alcança o G, no terceiro compasso, note como o segundo dedo se movimenta para tocá-lo e que somente uma nota é tocada em cada corda. O Ex.3 sobe na quinta corda. Continue ascendendo as notas nas cordas remanescentes.
Como você pode ver, o primeiro e quarto dedos fazem a maior parte do trabalho, já que eles cobrem duas casas. Mas os outros dedos também são exercitados. Use palhetada alternada (tente começar com um ataque para cima). Um outro desafio: mova as notas com a ´´forma básica´´ do Ex.4
Toque pela escala toda. O Ex.5 é uma digitação que percorre o braço inteiro com um suave movimento, sem os costumeiros pulos de posição. Usando quatro dedos por corda, o movimento ocorre ao longo da escala, em vez de transversalmente. Mantenha seus dedos juntos. Use movimento de braço para levar os dedos à posição desejada. Solte o dedo depois que uma nota é tocada. Pratique sozinho a versão descendente
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Técnica de Toque Articulado e Rasgueado (Juan Serrano)
A força e a velocidade da mão direita dos violonistas flamencos tem tudo a ver com o relacionamento entre toque articulado (apoiando,ou passagem de toque com descanso) e rasgueado (técnica de ataque às cordas). Enquanto o articulado envolve flexionar rapidamente os dedos, o rasgueado explora extensão. Praticar um ajuda o desenvolvimento do outro, o que explica porque um bom tocador de flamenco pode executar ambas as técnicas com grande habilidade.
Articulado
O articulado flamenco é sempre executado apoiando (toque com descanso) e deve ser praticado lentamente, sempre alternando os dedos ( i ) indicador e médio ( m ) – Tocar duas notas consecutivas com o mesmo dedo torna impossível desenvolver a velocidade máxima requerida nessa técnica. No começo, o articulado deve ser estudado somente na primeira posição, de modo que você possa se concentrar na mão direita. Antes de tentar o articulado mais avançado, pratique até desenvolver uma execução estável e rápida.
Para fazer o articulado, posicione sua mão direita mais perto do tampo do que o normal. Seus dedos devem ficar um pouco curvados, mas rígidos, e movimente apenas a partir da junta do dedo. Prefiro um comprimento médio de unha, porque o articulado é freqüente mente seguido pelo rasgueado ; se as unhas estiverem curtas demais, o rasgueado não ficará definido o suficiente.
O Ex.1 está na primeira posição. Pratique-o até você obter alternação perfeita entre os dedos da mão direita. Uma vez dominado o exercício, trabalhe o Ex.2, que vai da primeira à décima posição. O Ex.2 é um articulado flamenco muito comum.
Rasgueado
O rasgueado identifica o flamenco. Ele permite tocar diversas cordas simultaneamente, produzindo combinações rítmicas e harmônicas singulares. Para dominar o rasgueado, pratique-o devagar, permitindo que seus dedos desenvolvam a independência necessária.
Para começar, descanse seu polegar na sexta corda e deixe seus quatro dedos remanescentes em uma posição fechada, com as articulações dos dedos paralelas às cordas. O primeiro toque é feito com o dedo indicador, atacando da sexta para a primeira corda, retornando à posição fechada inicial antes de permitir que os outros dedos ataquem.
Depois, o dedo mínimo ( i ) bate, seguido pelo anelar ( a ) e pelo médio ( m ). Não volte-os para suas posições originais até que o dedo médio complete sua batida, quando todos eles devem assumir sua posição fechada inicial para recomeçar a seqüência com o indicador.. Continue repetindo a seqüência até os que os dedos fiquem acostumados com esta técnica.
Pratique os Exs. 3 e 4 lentamente, usando uma batida forte. Busque um som estável e rítmico. O Ex.5 é um ritmo tradicional.
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Fonte: GuitarPlayer
Palhetadas Complexas (Aldi Meola)
Uma técnica de palhetada bastante desenvolvida é capaz de produzir passagens lindas e complexas.Vamos explorar algumas situações específicas analisando alguns exemplos.
O Ex.1 é uma simplificação do tema de vertigo Shadow. Note que adicionei indicações do sentido da palhetada. Apesar de muitos guitarristas abordarem palhetada alternada usando ataques para baixo, em notas sobre o tempo, saltos de cordas e outros movimentos tornam isso possível (toque a primeira nota de cada compasso com o primeiro dedo de sua mão da escala; mantenha os outros dedos abaixados, permitindo que as cordas soem).
Uma vez que você esteja confortável com as palhetadas do Ex.1, vá para o EX.2 , a passagem real de Vertigo Shadow . Os compassos em 7/8 tornam o exercício mais interessante e um pouco mais difícil. Veja que os ataques de palheta são os mesmos do Ex.1 . Repita a passagem devagar, até que você seja capaz de aumentar o andamento e manter a fluidez.
O Ex.3 é uma rápida Uma vez que você esteja confortável com as palhetadas do Ex.1, vá para o EX.2 , a passagem real de Vertigo Shadow . Os compassos em 7/8 tornam o exercício mais interessante e um pouco mais difícil. Veja que os ataques de palheta são os mesmos do Ex.1 . Repita a passagem devagar, até que você seja capaz de aumentar o andamento e manter a fluidez.
O Ex.3 é uma rápida passagem de escala que incorpora uma mudança de posição. No meio da frase, pule da segunda para a oitava posição. Apesar de este exercício poder ser tocado na mesma posição, ele soa mais eficaz com a mudança. Uso ataques para baixo consecutivos, nas três primeiras notas, e ataque para cima nas próximas três. No compasso 2, utilizo palhetada alternada. Repita o exercício lentamente e no tempo, até que sou fluido.
Sempre seja eficiente com seus movimentos de mão direita. Com a quantidade correta de técnica, você poderá soar como se estivesse tocando com seus dedos, como um músico erudito.
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Fonte: GuitarPlayer
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Sincronismo de Sweep (Vinnie Moore)
Uso este exercício quando sinto que meus arpejos com sweep estão um pouco embolados. Ele deixa ambas as mãos em forma e é ótimo para obter clareza. Comece em um andamento lento, aumentando a velocidade à medida que você se familiarizar com os movimentos.
O Ex.1 mostra a forma do acorde maior sobre o qual o exercício é baseado. A idéia é tocar um acorde de cinco notas com ataque para baixo e depois subir o acorde meio tom e usar ataque para cima. Não faça pestana no acorde; em vez disso, mova rapidamente seu primeiro dedo entre a terceira e primeira cordas.
O exercício é mostrado no Ex.2. Note que o acorde se move para cima em meios tons até a oitava ser alcançada. Depois inicie a viagem de volta. Toque com a maior precisão possível e encurte cada nota para garantir definição.
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Fonte: GuitarPlayer
Controle Dinâmico e Exercício Cromático (Emily Remler)
Passagens diretas de colcheias e semicolcheias soam mais interessantes quando elas aumentam e diminuem de volume ou quando algumas notas são mais altas do que outras. Este exercício é eficaz para controlar níveis de dinâmica e é ótimo para controle da mão direita.Ele também obriga a começar frases com dedos da mão esquerda diferentes do que você normalmente usaria – como o terceiro e o querto – e ajuda a improvisar a partir de qualquer dedo.
Primeiro, aprenda a digitação da escala cromática do Ex.1. É uma posição ensinada na Berklee College of Music para fornecer acesso a duas oitavas da mesma área do braço (para este exercício, coloque a posição na quinta casa). Pratique o desenho devagar, de modo que você possa toca-lo de forma clara e uniforme antes de acelerá-lo. Não escorregue o primeiro dedo; toque cada nota.
Agora olhe o Ex.2, que quebra a digitação da escala cromática em grupos de quatro notas. Um círculo indica o ponto inicial para cada segmento.
O próximo passo envolve acentuar cada nota dentro de um grupo de quatro. Toque as primeiras quatro notas acentuando uma de cada vez, como no Ex.3. Exagere a nota acentuada para que ela contraste dramaticamente com as não acentuadas.
Prossiga para o próximo grupo de quatro notas, que introduz uma seqüência de digitação diferente (veja o Ex.4). Nunca repita nenhum dos grupos anteriores e certifique-se de não sair da posição.
Continue esse processo até você ter completado a escala cromática. Como você pode ver,todos os dedos tem uma chance de começar o modelo, o que é muito bom para sua mão esquerda, assim como para o seu cérebro.
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Fonte: GuitarPlayer
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Mudança de Cordas (Mick Goodrick)
Não importa se você toca com dedos ou palheta, é importante saber todas as combinações de movimento entre cordas adjacentes – tanto acima como abaixo da corda inicial. Isto não apenas facilita o toque, mas expande seu vocabulário improvisacional porque você não precisará mais evitar frases que usam dedilhados complicados.
Quando passar pelos exercícios seguintes, você sentirá que alguns são fáceis e outros, difíceis. Estes últimos provavelmente envolverão cruzamentos que você nunca fez antes; concentre-se nestes. Os exemplos usam apenas duas notas diferentes: G (quarta corda/quinta casa) e D (terceira corda/sétima casa). Se você mudar a digitação, de modo que a primeira nota (G) seja tocada com o terceiro dedo na quarta corda e a segunda nota (D) seja tocada com o primeiro dedo na segunda corda, todas as possibilidades de salto de corda estão presentes. Peguei esta idéia com o baixista Dave Holland. Como eu queria melhorar o uso dos dedos i (indicador) e m (médio), organizei as coisas sistematicamente. Nunca tentei estes exercícios com palheta, mas eles devem ser eficazes, porque há duas possibilidades: os dedos i e m, no caso de dedilhado, e ataques para cimna e para baixo, com a palheta.
Os modelos do Ex.1 começam com a mais grave das duas notas, os do Ex.2 iniciam com a mais aguda. Juntos, eles representam todas as combinações possíveis de cruzamento de cordas adjacentes.
O Ex.3 se concentra em três ataques dentro de um contexto de quatro colcheias. A primeira linha do exercício emprega uma única nota, enquanto as linhas seguintes introduzem todas as possibilidades de mudança de cordas.
Os Exs.4 e 5 mostram modelos de três a cinco notas, respectivamente. Repetir padrões com números ímpares de batidas produz o esquema oposto de ataque de mão direita.
Por exemplo, repetir o primeiro compasso do Ex.4 resulta nas notas G, G, D,G,G.D. Começando com i, produz-se o dedilhado i,m,i,m,i,m, iniciando com m produz-se m.i.m.i.m.i.m.É útil tocar todos os modelos de duas maneiras: colcheias diretas e colcheias suingadas. Quando encontrar os cruzamentos mais difíceis, pode ter certeza de que eles envolvem movimentos que você nunca fez. Por outro lado, uma vez que você os realiza melhor, descobrirá passagens que envolvem movimentos que você nunca tocou antes. A idéia é trabalhar nas possibilidades e usá-las para ampliar seu vocabulário de dedilhado e musical.
Não importa se você toca com dedos ou palheta, é importante saber todas as combinações de movimento entre cordas adjacentes – tanto acima como abaixo da corda inicial. Isto não apenas facilita o toque, mas expande seu vocabulário improvisacional porque você não precisará mais evitar frases que usam dedilhados complicados.
Quando passar pelos exercícios seguintes, você sentirá que alguns são fáceis e outros, difíceis. Estes últimos provavelmente envolverão cruzamentos que você nunca fez antes; concentre-se nestes. Os exemplos usam apenas duas notas diferentes: G (quarta corda/quinta casa) e D (terceira corda/sétima casa). Se você mudar a digitação, de modo que a primeira nota (G) seja tocada com o terceiro dedo na quarta corda e a segunda nota (D) seja tocada com o primeiro dedo na segunda corda, todas as possibilidades de salto de corda estão presentes. Peguei esta idéia com o baixista Dave Holland. Como eu queria melhorar o uso dos dedos i (indicador) e m (médio), organizei as coisas sistematicamente. Nunca tentei estes exercícios com palheta, mas eles devem ser eficazes, porque há duas possibilidades: os dedos i e m, no caso de dedilhado, e ataques para cimna e para baixo, com a palheta.
Os modelos do Ex.1 começam com a mais grave das duas notas, os do Ex.2 iniciam com a mais aguda. Juntos, eles representam todas as combinações possíveis de cruzamento de cordas adjacentes.
O Ex.3 se concentra em três ataques dentro de um contexto de quatro colcheias. A primeira linha do exercício emprega uma única nota, enquanto as linhas seguintes introduzem todas as possibilidades de mudança de cordas.
Os Exs.4 e 5 mostram modelos de três a cinco notas, respectivamente. Repetir padrões com números ímpares de batidas produz o esquema oposto de ataque de mão direita.
Por exemplo, repetir o primeiro compasso do Ex.4 resulta nas notas G, G, D,G,G.D. Começando com i, produz-se o dedilhado i,m,i,m,i,m, iniciando com m produz-se m.i.m.i.m.i.m.É útil tocar todos os modelos de duas maneiras: colcheias diretas e colcheias suingadas. Quando encontrar os cruzamentos mais difíceis, pode ter certeza de que eles envolvem movimentos que você nunca fez. Por outro lado, uma vez que você os realiza melhor, descobrirá passagens que envolvem movimentos que você nunca tocou antes. A idéia é trabalhar nas possibilidades e usá-las para ampliar seu vocabulário de dedilhado e musical.
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Tríades Diatônicas Incrementadas (Peter Sprague)
O ideal é que o material de estudo seja musical e não somente técnico. Prefiro exercícios com grande quantidade de conteúdo melódico que me inspire a toca-los. Este exemplo é uma pedra preciosa melódica que oferece um ótimo exercício de mão da escala.
Note que as tríades da escala de C maior são incrementadas aproximando-se cada tônica a partir do meio tom abaixo. A digitação do exercício é crucial, já que uma abordagem desorganizada produz uma execução imperfeita e lenta.
Meu esquema de digitação possui um aspectos interessantes. Primeiro, nunca uso o mesmo dedo para duas notas consecutivas. Segundo, alguma das maneiras como você passa de corda para corda evita mudanças de posição da mão esquerda. A aplicação destas duas idéias possibilita tocar o exercício de maneira rápida e limpa, deixando a beleza da linha melódica aparecer. Divirta-se!
Técnicas – Guitarra
Sweep-picking
Como Yngwie Malmsteen, Frank Gambale, Kiko Loureiro, entre outros guitarristas, conseguem tocar arpejos e escalas em altíssima velocidade? Além da palhetada alternada, o segredo está na técnica de sweep picking .
Esta técnica tem como objetivo principal economizar movimentos de palheta. Portanto, é uma boa ferramenta para tocar frases em alta velocidade. A palhetada alternada é um conhecimento indispensável para qualquer guitarrista, porém o seu desenvolvimento requer paciência e perseverança, porque exige muita precisão e esforço físico. O sweep também necessita de precisão, mas nem tanto esforço físico. Além disso,os resultados aparecem mais rápido .Resolvemos fazer uma lição especial com a qual você poderá se aprofundar nessa técnica.
O sweep também é conhecido como economic picking, deixa o som mais fluente. Sweep significa literalmente “varrer´´. É mais ou menos esse o movimento realizado pela palheta com o sweep. O princípio é manter a direção da palhetada quando você muda a corda. Mas é bom sempre lembrar que a técnica e a velocidade devem sempre estar a serviço da música.Então, mãos à vassoura, ops… à obra!
Escalando
Vamos começar com a utilização do sweep sobre escalas. As digitações utilizadas em todos os exemplos estão padronizadas em três notas por corda. Para aplicar essa técnica em escalas, com este tipo de digitação , você fará uso também da palhetada alternada. Um dos truques para a execução do sweep é não interromper o movimento da palheta quando você for mudar de corda. Além disso, deve-se segurar a palheta com firmeza e tocar todas a notas com a mesma dinâmica. Cuidado para não perder o sincronismo dos movimentos. Toque os exemplos com metrônomo, para manter um ritmo consistente e o som não ficar embolado.
O ex.1 mostra através da escala de A maior, como você deve tocar uma escala no sentido ascendente. Se você quiser um som parecido com o da palhetada alternada,, abafe as cordas com a palma da mão na ponte do instrumento.O ex.2 traz novamente a escala de A maior, mas desta vez, exemplificando seu uso descendente com sweep. No ex.3, ocorre a junção de ambas as digitações. È um exemplo extraído de Frank Gambale no qual é mostrado como deve se subir e descer.Preste atenção que, ao chegar na corda E aguda, são digitadas apenas duas notas, para que ocorra a inversão dos movimentos de palheta. Quando retornamos ao E grave, toca-se quatro notas para redirecionar as palhetadas. O ex.4 mostra, de maneira diferente, como digitar as escalas mantendo três notas por corda sem nenhuma variação. No primeiro compasso, executamos a escala de A eólio feita de forma ascendente. No segundo é a vez de B lócrio, de maneira descendente.Esta é uma maneira bem conveniente para se tocar escala em alta velocidade por todo o braço.
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Patterns
Aperte os cintos! Agora mostraremos como usar o sweep picking em padrões que podem incrementar seus solos. Os exs. 5 e 6 foram elaborados com base nas frases de Yngwie Malmsteen. Nestes dois exemplos, você trabalhará com quiálteras de sete notas, em semicolcheia na seguinte digitação: três notas na corda B e quatro notas na corda E. Note a importância do estudo da palhetada alternada, pois esta técnica é constante nestes exemplos.Cabe ao sweep apenas a mudança de corda para torna-la mais fluente. O ex. 5, tem como objetivo interligar as escalas por todo o braço. O ex. 6, pode servir como lick e é baseado na escala de A menor harmônico. Experimente estas mesmas digitações em outras cordas e você terá um efeito surpreendente.
O ex. 7, também extraído da técnica de Malmsteen, mostra como tocar um pattern em sextinas, utilizando a escala de Am na quinta posição. É um padrão muito difícil de ser tocado e exige atenção especial na acentuação das notas, divisão rítimica e precisão nos movimentos de sweep.
O ex. 8 é a forma descendente do ex. 7, só que muito mais intrincado.Observe que
Neste exemplo, você tem mais seqüências com sweep. Veja que a direção da palheta é padronizada, sendo para cima na terceira e quarta notas e, para baixo , na quinta e sexta.
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Voando
Agora vamos exemplificar a utilização dos patterns anteriores ( Exs. 7 e 8 ) em um lick de quebrar os dedos. Os primeiros dois compassos do Ex. 9 equivalem ao ex. 7. O terceiro compasso, que deve ser executado com muita atenção, corresponde à mudança de eólio para lócrio. Veja que são tocadas sei notas na corda E aguda, para manter o sweep padronizado .Os compassos 4 e 5 apresentam o mesmo padrão do ex. 8, porém no modo lócrio. Esta é uma excelente forma de você ligar os modos com os padrões.
O Ex. 10 tem a combinação perfeita de sweep com palhetada alternada. Diferente dos patterns anteriores, este é feito horizontalmente, passando por quase todas as posições da escala de Bm. O primeiro tempo de todos os compassos foi extraído do ex. 7. O segundo tempo é feito apenas com palhetada alternada.
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Sweepentatônicas
Veremos agora como tocar pentatônicas utilizando a técnica de sweep , o que poderia parecer impossível, pois em geral, essa escala apresenta duas notas por corda, tornando inviável a técnica de sweep. O ex.11 traz a escala pentatônica Dm7 com sua digitação aplicada ao sweep . Observe que a fórmula para tocar esse tipo de escala é simples: Três notas em uma corda e uma nota na próxima, e assim por diante. Note que na corda E aguda, como no ex.3, você toca apenas duas notas para facilitar a inversão da palhetada. A execução da escala pentatônica com essa técnica é difícil, pois exige aberturas grandes. Execute essa idéia nas demais posições da escala.
Os exs. 12a e 12b demonstram a utilização da técnica de sweep em licks tradicionais de pentatônica em Dm. No primeiro lick, há uma frase no estilo de Richie Blackmore. Para a nota C ( casa 13, segunda corda ), use o dedo 3. Para a nota A, na mesma corda, utilize o dedo 1. Para a nota G ( casa 12, terceira corda ), use o dedo 2. No segundo, temos uma frase que exige abertura de dedos. Essa frase é bem no estilo de Kirk Hammerr , do metállica . Faça a nota G (casa 15, primeira corda) com o dedo 4. A nota D (casa 10, primeira corda) deve ser feita com o dedo 1. As notas C e F (casa 13, primeira e segunda cordas) devem ser feitas com o dedo 3. Experimente essas frases com o wah wah.
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Arpejos
Chegou a hora de exemplificar o sweep em arpejos. Para isso, utilizaremos exemplos apenas em tríades, pois isso facilita o desenvolvimento da técnica em si. Utilizaremos shapes de cinco e seis cordas. Depois de assimilar todas as frases, procure novas sonoridades, adicionando ou substituindo com intervalos de VI, VII, IX…
O ex.13ª mostra como aplicar o economic picking em um arpejo de Am. O exemplo apresenta quiálteras de cinco notas em semicolcheia. Note a inversão da palheta entre as notas C e E . Após a inversão, respeite a indicação do pull of entre as notas E e C . O ex. 13b demonstra o sweep em um arpejo em A. Os exs.13c e 13d apresentam a mesma palhetada dos dois exemplos anteriores. No exemplo 13c, mostramos o arpejo de A diminuto (I,IIIm, Vm). Para este exercício, você precisará abrir bem os dedos. No 13d, temos o arpejo de A aumentado (I, III, Vaum).Para realizar uma digitação perfeita, execute as notas E# e A com o dedo 2 ( casa 10, cordas G e B respectivamente)
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Mão na Massa
O ex. 14 é um lick formado apenas por arpejos, demontrando na prática a utilização dos shapes de cinco cordas em sextinas e semicolcheia. É um exercício excelente para desenvolver a precisão, pois, além de explorar todo o braço, trabalha com diversas tríades. Preste muita atenção nas inversões de palheta na corda E aguda e A.
Os exs. 15ª e 15b,são talvez os mais difíceis entre os mostrados até agora sobre arpejos. São desenhos executados nas seis cordas, e com grande extensão pelo braço. Estes exercícios se aproximam do estilo de Richie Kotzen. Inicie o exemplo 15ª, que está em Am, com palhetada e hammer on, como indicado. Ao chegar à nota A , faça outro hammer , até a nota C (casa 12, primeira corda) e execute o pull of até o C. Siga as indicações da palheta. As notas A e E devem ser feitas com o dedo 4 , como uma meia pestana. Esta é a passagem mais difícil do arpejo e deve ser muito bem estudada. O ex. 15b em A, segue os mesmos desenhos do ex. 15ª.
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Superlick
Para finalizar a matéria e testar sua habilidade, preparamos um superlick de sweep picking . O ex. 16 inicia coma a escala de Am em sextinas de semicolcheia. No quarto tempo do primeiro compasso, temos um arpejo em Am. No segundo compasso, emendado com o arpejo do compasso passado, damos continuidade à escala de Am , na 8ª posição. No começo do segundo tempo, há uma seqüência de arpejos diminutos, feitos em semicolcheia, que segue desta maneira até o primeiro tempo do compasso 3.
Observe as indicações de slide, para que você possa fazer a inversão correta da palheta. A partir do segundo tempo do terceiro compasso, temos uma seqüência de arpejos diminutos, iniciando em B , progredindo para D, e depois F. Neste trecho, é usada a mesma técnica do Ex.14. Por fim, no último compasso, Há um arpejo de Am executado na casa 17, com utilização do shape de seis cordas. Faça a memorização deste lick compasso poro compasso e respeite a divisão. Experimente este mesmo lick alterando suas escalas e arpejos e mantendo sua estrutura técnica.
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Dicas Finais
Para bom desenvolvimento do sweep, mantenha sempre estes conselhos em mente:
- Memorize bem os exercícios para toca-los com perfeição.
- Nunca se esqueça de olhar a indicação do sentido da palhetada.
- Estude de forma lenta.
- Marque rigorosamente os tempos.
- Mantenha a palheta firme nos dedos.
- Ataque com a palheta um pouco inclinada, tanto de forma ascendente quanto descendente.
- Tome cuidado para que as notas não saiam emboladas. Sincronismo é essencial.
- Não ponha a carroça na frente dos bois, respeite os seus limites e lembre-se: a música está a cima de tudo.
Fonte: GuitarPlayer http://guitarplayer.uol.com.br/





















































