E------------------------------0---------4----2----0------------------------------------------------------------
B---0-------------------0--------------------------------------------------------0-----------------------——
G---------1---------1--------------------------------------------1----3-----------------------------------------
D-------------2-------------------------------------------------------------------------------------------------—
A-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------E-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
iAXE guitarra usb
Interessante esta guitarra USB.(Behringer) Tem características de ser uma boa guitarra. O iAXE pode ser comprado no ThinkGeek por $99,99. Se alguém já testou, deixe um comentário aqui no blog, pois estou pensando em comprar uma.
(tarde demais…Já comprei) depois faço um comentário.

O iAxe, é uma guitarra profissional com encaixe USB, vem com seu próprio software para simular diferentes pedais e efeitos.
Técnicas – Pedal Pointing
(Exercício 01)
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Técnicas – Sweep Picking
Sweep Picking é o termo empregado para descrever downstrokes e upstrokes em 2 ou mais cordas adjacentes. Este método funciona muito bem em arpejos, já que estes tendem a ter apenas uma nota em uma corda.
O Sweep Picking também tem um som suave, tipo instrumentos de sopro e colabora na preservação da energia da mão direita. Da mesma forma que palhetada econômica,“varrer” (sweep) com a palheta não foi inventado para substituir quaisquer sistemas anteriores de palhetada.
É um outro método de produzir notas que deve estar à disposição dos instrumentistas. Comecemos por dar uma olhada nos elementos físicos deste conceito.
Os exercícios a seguir usam as três primeiras cordas soltas. Os três downstrokes consecutivos devem ser feitos em um só movimento.
Preste atenção nisso, pois quando dos upstrokes o guitarrista tenderá a fazer três movimentos separados. Como o nome diz, “varra” ou arraste a palheta pelas cordas, deixando que descanse na corda seguinte antes de partir para o ataque.
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Tente não modificar o ângulo da mão ( e portanto a palhetada!) nos upstrokes , pois isso modificaria o som. Agora tente “varrer” as quatro primeiras cordas.
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Vamos acrescentar algumas notas ao sweep de três cordas. Quando tocar deste modo, o dedo deve ficar levantado depois de tocar a nota, de outra forma todas as notas do sweep acabarão por competir umas com as outras. ( Quando estiver sweep picking todas as cordas da guitarra, curve seu dedo para impedir que as notas anteriores sejam ouvidas.)
Tome cuidado com o timing para que todas as notas sejam ouvidas com a mesma intensidade.
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Fonte: Guitarra Solo
O Guia Contemporâneo de improviação
Autores: Daniel Gilbert & Beth Marlis
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Two Hands and Tapping
Técnica Animal
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Fonte: GuitarPlayer
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Técnica (Kiko Loureiro)
Queimando os dedos
(Kiko Loureiro)
O Angra, banda em que toco guitarra, está lançando um novo disco chamado Fireworks. Dentre diversos trechos do álbum que parecem didaticamente interessantes, escolhi o interlúdio da música Extreme Dream.
Aqui, ocorrem frases utilizando tríades abertas, com saltos de cordas que vão apresentar dificuldades na execução, e podem despertar o interesse em outras formas de tocar arpejos. Outro fator importante é a troca de dedo quando se executa a mesma nota.
Em seguida, faço uma frase sobre a escala de Em eólio, toda com palhetadas alternadas. Repete-se então, a seqüência inicial, seguida de uma frase com duas mãos ao modo de Greg Howe e Billy Sheehan. A partir daí, segue-se a idéia das tríades abertas com uma resposta à primeira parte.
Repare na rítimica da frase. A divisão se mantêm em colcheias, no compasso quaternário, mas as mudanças de acordes ocorrem à cada três colcheias, fazendo com que o acento fique sempre deslocado.
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Fonte: GuitarPlayer
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“Em Técnica Criativa, Kiko fala sobre a importância de conhecer outros estilos para que o guitarrista possa inserir novos elementos no rock. Os exercícios envolvem desenvolvimento de fraseado e arpejos, improvisação sobre modulações, harmonia e levadas brasileiras, chord melody, palhetada híbrida e tapping.”(GuitarPlayer)
Exercício de Arpejo (Steve Morse)
Exercícios em geral enfocam apenas uma das mãos, mas esta sequência é boa porque os modelos de digitação mudam e passam por muitas cordas. Se você toca com palheta, use toques alternados; se prefere dedilhado, use p (polegar) i (indicador), m (médio),i. Para manter este modelo limpo, levante um pouco o dedo da mão da escala apropriado, depois de cada nota.
O Ex.2 adiciona a terça produzindo um modelo de seis notas. É possível dedilhar o Ex.2 de várias formas, apesar de você ainda ter de tocar duas notas na mesma corda, o que complica as coisas para os guitarristas que tocam com os dedos. Uma vez que você dominar o Ex.1 expanda o exercício aplicando-o em outros modos.
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Fonte: GuitarPlayer
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Idéias de Aquecimento ( Frank Gambale )
* Para ajudar a evitar dores e até mesmo ferimentos, você deve aquecer-se gradualmente antes de uma intensa seção de estudo ou performance. Músicos não são diferentes de Atletas. Tocar guitarra é um exercício sério para suas mãos e antebraços, portanto, aborde o instrumento como se você estivesse se preparando para uma corrida ou um jogo. Como os exercícios seguintes são designados somente para aquecimento, eles não são muito melódicos ou musicais. No entanto, enfocam movimentos específicos das mãos direita e esquerda para ajudá-lo a alcançar seu nível máximo de eficiência em uma quantidade mínima de tempo.
* Fazer alongamento da mão da escala é uma boa maneira de começar. Certos acordes podem ser muito úteis. Os desafiadores maiores add9, do Ex.1, desenvolvem principalmente a abertura entre o segundo e terceiro dedos. A progressão também envolve mudança de acordes. A posição da sua mão esquerda influencia na capacidade de alongamento de seus dedos. Se algumas dessas formas causar problemas, tente deixar seu cotovelo mais próximo ou mais distante de seu corpo.
* Para aquecer a mão da palheta e desenvolver resistência, experimente o dedilhado da escala cromática do Ex.2. Utilize ataques alternados. O Ex.3 mostra o mesmo dedilhado, mas inverte cada grupo de quatro notas. Eu frequentemente conecto o Ex.2 e o Ex.3. Toque os exemplos 2 e 3 o mais limpo possível cerca de dez vezes ou até uma de suas mãos começar a sentir cansada. Depois pare e agite as mãos para estimular a circulação e relaxar seus músculos ( abrir e fechar as mãos várias vezes também ajuda ). Quando suas mãos voltarem ao normal, você estará pronto para tocar o exercício de novo ou prosseguir com outro. A próxima série de exercícios é acumulativa – cadacada exemplo é uma extensão e uma adição do anterior. Depois de entender cada parte, toque a série inteira com o metrônomo em q = 126.
O Ex.4 prepara sua mão da palheta para os movimentos de mão da escala. O Ex. 5 ativa, na segunda posição, os dedos da mão da escala. Durante as transições, mantenha o andamento constante. Lembre-se de que um toque preciso e rápido depende da coordenação do terceiro e quarto dedos.
O Ex. 6 apresenta movimentos de uma casa pra cima e uma casa pra baixo no braço. O Ex. 7 explora duas cordas em uma posição, enquanto o Ex. 8 move-se por uma casa de cada vez. Continue desta maneira, incorporando todas as seis cordas.
Relaxe enquanto você se aquece. Guitarristas muitas vezes parecem estar à beira da morte e não percebem como estão tensos. Portanto, relaxe e respire normalmente. Um aquecimento deve levar somente cerca de dez minutos. Depois você estará pronto para enfrentar desafios físicos e mentais. Para finalizar, não esqueça de que tocar guitarra deve ser divertido.
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Fonte: GuitarPlayer
Exercícios do Inferno (Jack Grassel)
Os exemplos são chamados de ´´exercícios do inferno´´ pelos meus alunos. Seus objetivos são desenvolver mudanças de posições , alongamentos, agilidade e precisão. Abertura de mão com palhetada alternada – Esta série vai do Ex.1 ao Ex.4. Ela aumenta a abertura da mão da escala e a velocidade e presisão da mão da palheta.
O Ex.1 mostra a “forma básica” – A posição da mão da mão da escala no qual o exercício é baseado ( Se você tem mão pequena posicione a mesma ” forma básica ´´ na quinta casa). Olhe esse formato e note que o primeiro dedo cobre a primeira e segunda casas enquanto o quarto dedo cobre a quinta e sexta casas. Cada dedo restante se encarrega de uma casa.
Para tocar o exemplo, suba uma casa de cada vez, a nota localizada na primeira casa de cada corda, utilizando a “forma básica´´ até chegar à sexta casa. O Ex.2 inicia-se na sexta corda. Quando você alcança o G, no terceiro compasso, note como o segundo dedo se movimenta para tocá-lo e que somente uma nota é tocada em cada corda. O Ex.3 sobe na quinta corda. Continue ascendendo as notas nas cordas remanescentes.
Como você pode ver, o primeiro e quarto dedos fazem a maior parte do trabalho, já que eles cobrem duas casas. Mas os outros dedos também são exercitados. Use palhetada alternada (tente começar com um ataque para cima). Um outro desafio: mova as notas com a ´´forma básica´´ do Ex.4
Toque pela escala toda. O Ex.5 é uma digitação que percorre o braço inteiro com um suave movimento, sem os costumeiros pulos de posição. Usando quatro dedos por corda, o movimento ocorre ao longo da escala, em vez de transversalmente. Mantenha seus dedos juntos. Use movimento de braço para levar os dedos à posição desejada. Solte o dedo depois que uma nota é tocada. Pratique sozinho a versão descendente
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Técnica de Toque Articulado e Rasgueado (Juan Serrano)
A força e a velocidade da mão direita dos violonistas flamencos tem tudo a ver com o relacionamento entre toque articulado (apoiando,ou passagem de toque com descanso) e rasgueado (técnica de ataque às cordas). Enquanto o articulado envolve flexionar rapidamente os dedos, o rasgueado explora extensão. Praticar um ajuda o desenvolvimento do outro, o que explica porque um bom tocador de flamenco pode executar ambas as técnicas com grande habilidade.
Articulado
O articulado flamenco é sempre executado apoiando (toque com descanso) e deve ser praticado lentamente, sempre alternando os dedos ( i ) indicador e médio ( m ) – Tocar duas notas consecutivas com o mesmo dedo torna impossível desenvolver a velocidade máxima requerida nessa técnica. No começo, o articulado deve ser estudado somente na primeira posição, de modo que você possa se concentrar na mão direita. Antes de tentar o articulado mais avançado, pratique até desenvolver uma execução estável e rápida.
Para fazer o articulado, posicione sua mão direita mais perto do tampo do que o normal. Seus dedos devem ficar um pouco curvados, mas rígidos, e movimente apenas a partir da junta do dedo. Prefiro um comprimento médio de unha, porque o articulado é freqüente mente seguido pelo rasgueado ; se as unhas estiverem curtas demais, o rasgueado não ficará definido o suficiente.
O Ex.1 está na primeira posição. Pratique-o até você obter alternação perfeita entre os dedos da mão direita. Uma vez dominado o exercício, trabalhe o Ex.2, que vai da primeira à décima posição. O Ex.2 é um articulado flamenco muito comum.
Rasgueado
O rasgueado identifica o flamenco. Ele permite tocar diversas cordas simultaneamente, produzindo combinações rítmicas e harmônicas singulares. Para dominar o rasgueado, pratique-o devagar, permitindo que seus dedos desenvolvam a independência necessária.
Para começar, descanse seu polegar na sexta corda e deixe seus quatro dedos remanescentes em uma posição fechada, com as articulações dos dedos paralelas às cordas. O primeiro toque é feito com o dedo indicador, atacando da sexta para a primeira corda, retornando à posição fechada inicial antes de permitir que os outros dedos ataquem.
Depois, o dedo mínimo ( i ) bate, seguido pelo anelar ( a ) e pelo médio ( m ). Não volte-os para suas posições originais até que o dedo médio complete sua batida, quando todos eles devem assumir sua posição fechada inicial para recomeçar a seqüência com o indicador.. Continue repetindo a seqüência até os que os dedos fiquem acostumados com esta técnica.
Pratique os Exs. 3 e 4 lentamente, usando uma batida forte. Busque um som estável e rítmico. O Ex.5 é um ritmo tradicional.
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Fonte: GuitarPlayer
Palhetadas Complexas (Aldi Meola)
Uma técnica de palhetada bastante desenvolvida é capaz de produzir passagens lindas e complexas.Vamos explorar algumas situações específicas analisando alguns exemplos.
O Ex.1 é uma simplificação do tema de vertigo Shadow. Note que adicionei indicações do sentido da palhetada. Apesar de muitos guitarristas abordarem palhetada alternada usando ataques para baixo, em notas sobre o tempo, saltos de cordas e outros movimentos tornam isso possível (toque a primeira nota de cada compasso com o primeiro dedo de sua mão da escala; mantenha os outros dedos abaixados, permitindo que as cordas soem).
Uma vez que você esteja confortável com as palhetadas do Ex.1, vá para o EX.2 , a passagem real de Vertigo Shadow . Os compassos em 7/8 tornam o exercício mais interessante e um pouco mais difícil. Veja que os ataques de palheta são os mesmos do Ex.1 . Repita a passagem devagar, até que você seja capaz de aumentar o andamento e manter a fluidez.
O Ex.3 é uma rápida Uma vez que você esteja confortável com as palhetadas do Ex.1, vá para o EX.2 , a passagem real de Vertigo Shadow . Os compassos em 7/8 tornam o exercício mais interessante e um pouco mais difícil. Veja que os ataques de palheta são os mesmos do Ex.1 . Repita a passagem devagar, até que você seja capaz de aumentar o andamento e manter a fluidez.
O Ex.3 é uma rápida passagem de escala que incorpora uma mudança de posição. No meio da frase, pule da segunda para a oitava posição. Apesar de este exercício poder ser tocado na mesma posição, ele soa mais eficaz com a mudança. Uso ataques para baixo consecutivos, nas três primeiras notas, e ataque para cima nas próximas três. No compasso 2, utilizo palhetada alternada. Repita o exercício lentamente e no tempo, até que sou fluido.
Sempre seja eficiente com seus movimentos de mão direita. Com a quantidade correta de técnica, você poderá soar como se estivesse tocando com seus dedos, como um músico erudito.
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Fonte: GuitarPlayer
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Sincronismo de Sweep (Vinnie Moore)
Uso este exercício quando sinto que meus arpejos com sweep estão um pouco embolados. Ele deixa ambas as mãos em forma e é ótimo para obter clareza. Comece em um andamento lento, aumentando a velocidade à medida que você se familiarizar com os movimentos.
O Ex.1 mostra a forma do acorde maior sobre o qual o exercício é baseado. A idéia é tocar um acorde de cinco notas com ataque para baixo e depois subir o acorde meio tom e usar ataque para cima. Não faça pestana no acorde; em vez disso, mova rapidamente seu primeiro dedo entre a terceira e primeira cordas.
O exercício é mostrado no Ex.2. Note que o acorde se move para cima em meios tons até a oitava ser alcançada. Depois inicie a viagem de volta. Toque com a maior precisão possível e encurte cada nota para garantir definição.
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Fonte: GuitarPlayer
Controle Dinâmico e Exercício Cromático (Emily Remler)
Passagens diretas de colcheias e semicolcheias soam mais interessantes quando elas aumentam e diminuem de volume ou quando algumas notas são mais altas do que outras. Este exercício é eficaz para controlar níveis de dinâmica e é ótimo para controle da mão direita.Ele também obriga a começar frases com dedos da mão esquerda diferentes do que você normalmente usaria – como o terceiro e o querto – e ajuda a improvisar a partir de qualquer dedo.
Primeiro, aprenda a digitação da escala cromática do Ex.1. É uma posição ensinada na Berklee College of Music para fornecer acesso a duas oitavas da mesma área do braço (para este exercício, coloque a posição na quinta casa). Pratique o desenho devagar, de modo que você possa toca-lo de forma clara e uniforme antes de acelerá-lo. Não escorregue o primeiro dedo; toque cada nota.
Agora olhe o Ex.2, que quebra a digitação da escala cromática em grupos de quatro notas. Um círculo indica o ponto inicial para cada segmento.
O próximo passo envolve acentuar cada nota dentro de um grupo de quatro. Toque as primeiras quatro notas acentuando uma de cada vez, como no Ex.3. Exagere a nota acentuada para que ela contraste dramaticamente com as não acentuadas.
Prossiga para o próximo grupo de quatro notas, que introduz uma seqüência de digitação diferente (veja o Ex.4). Nunca repita nenhum dos grupos anteriores e certifique-se de não sair da posição.
Continue esse processo até você ter completado a escala cromática. Como você pode ver,todos os dedos tem uma chance de começar o modelo, o que é muito bom para sua mão esquerda, assim como para o seu cérebro.
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Fonte: GuitarPlayer
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Aeróbica dos dedos (Scoth Tennant)
Estes exercícios podem ser chamados de ginástica, acrobacia ou aeróbica de dedos. Eles crescem em dificuldade e foram organizados para começar de forma mais simples possível.
Aquecimento
Você se aquece para levar sangue aos seus músculos e pontas dos dedos. É também importante mover suas juntas com a maior suavidade possível e aumentar a sensibilidade da ponta de seus dedos. Apesar de a seqüência de exercícios parecer um pouco mais comprida no papel, não fique desencorajado. Depois de passar por isso uma vez, você terá memorizado todos os modelos.
A seqüência de exercícios
Se o dia estiver frio ou úmido, inicie agitando suas mãos. Com a mão oposta, segure um dedo de cada vez e balance gentilmente cada um deles de modo que os outros fiquem caídos. Termine beliscando levemente as pontas dos dedos para fazer o sangue chegar até lá.
Agora você pode começar a “caminhar´´. Toque uma nota de cada vez, indo da sexta corda para a primeira e voltando uma casa de cada vez. No Ex.1, inicie com o primeiro dedo na primeira casa. Mantenha o dedilhado da mão direita o mais simples possível, de modo que você possa se concentrar na mão esquerda. É muito importante tocar precisamente cada nota com a ponte do dedo, não com a sua base. Busque exatidão, não velocidade.
Mantenha o polegar da mão esquerda posicionado atrás do segundo dedo e da terceira corda para distribuir a pressão igualmente. Isto também possibilita que sua mão atue como pivô à medida que seus dedos se movem de corda para corda. Dobrar a junta do polegar enfraquece muito a pegada. O Ex.1 é de longe o exercício mais importante da seqüência e é o que faço se tenho apenas alguns minutos para me aquecer antes de uma performance. Toque-o duas a quatro vezes lentamente. Mova-se com rapidez, precisão e uniformidade, com pequenos movimentos de dedo.
O Ex.2 é uma variação do Ex.1. Desta vez, alterne os dedos usando 1 e 2, na primeira casa, 2 e 3, na segunda, e 3 e 4, na terceira. Segure cada dedo até o próximo ataque. Quando feito corretamente, o exemplo deve parecer como andar sobre uma corda bamba. Quando você sentir que estes exercícios se tornaram fáceis demais, tente as variações rítmicas do Ex.3.
Os Exs.4 e 5 são variações que envolvem ligados – também conhecidos como hammer-ons e pull-ofs Quando você fizer o Ex.4, não levante demais os dedos. Não é a distância a partir da qual você ataca a corda que produz um som bom e sólido, e sim a velocidade. Pratique mudando o peso de um dedo para outro à medida que vai prosseguindo, mantendo os dedos mortos, exceto o que você estiver usando. Depois que você terminar com um dedo, mude o peso para outro, e assim por diante. Faça isto lentamente, com colocação precisa. Note que o dedilhado deve ser simples.
Como você foi? Habitue-se a fazer a si mesmo esta questão. Sempre reveja o que você tocou. Não permaneça no mesmo exercício por tempo demais.
No Ex.5 há pull-ofs, ou ligados descendentes. Utilize as mesmas combinações de seis dedos enquanto começa na nota superior. Para começar, deixe cada dedo pronto sobre a corda. Quando você realizar o pull-of, faça-o com rapidez, tocando levemente a corda adjacente. Levante o dedo em seguida;apenas deixe-o voltar ao lugar a cima da corda. Vá em frente!
Quando o Ex.4 e o Ex.5 parecerem fáceis, tente o empolgante Ex.6. Depois descanse e cheque seu pulso. Tome um gole de água e fique pronto para alguns exercícios de dedo fixo. Abdominais e flexões parecerão brincadeira de criança depois que você dominar estes exemplos.
Os exercícios de dedo fixo são o que seu próprio nome diz: mantenha um determinado dedo apertando a terceira corda enquanto move os outros. Comece deixando os dedos 2, 3 e 4 apertando cordas e mova o primeiro dedo como mostra o Ex.7. Fácil, certo? Ex.8 enfoca os outros dedos. Você pode usar seu pulso, se for necessário,nos exercícios que envolvem o terceiro e quarto dedos, de outra maneira, movimente somente os dedos.É muito importante descansar entre exercícios. Não se esforce – apenas faça o que pode. Pare aqui ou siga para as variações do Ex.9, se você quiser encarar um desafio.
Sempre relaxe o máximo que puder entre os movimentos. Assim como um cantor precisa respirar entre frases, seus dedos e tendões necessitam de um rápido descanso entre movimentos.
Procure tocar os exercícios anteriores com o dedilhado de Ex.10. Certifique-se de preparar cada dedo da mão direita antes de tocar. Toques sem apoio diminuem o controle sobre o ataque e o timbre. Para maior segurança, comece com toques com apoio. Trabalhe com toques sem apoio depois.
No começo, estes exercícios podem levar 30 minutos ou mais. É importante adquirir resistência e precisão adequadas. Apressar-se durante o exercício diminui sua eficiência. Apesar de ser uma forma de aquecimento, ela também serve como treinamento técnico básico. Qualquer coisa pode desenvolver sua técnica se você se concentrar na precisão e produção de timbre. Depois de aprender a seqüência de exercícios, você descobrirá que não é necessário fazer tudo todos os dias. Apenas reveja partes toda vez que sentir necessidade. Frustração é comum, mas não fique desencorajado. Mantenha sua força de vontade intensa e concentre-se na confiança que você está buscando.
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Fonte: GuitarPlayer
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Tríades Diatônicas Incrementadas (Peter Sprague)
O ideal é que o material de estudo seja musical e não somente técnico. Prefiro exercícios com grande quantidade de conteúdo melódico que me inspire a toca-los. Este exemplo é uma pedra preciosa melódica que oferece um ótimo exercício de mão da escala.
Note que as tríades da escala de C maior são incrementadas aproximando-se cada tônica a partir do meio tom abaixo. A digitação do exercício é crucial, já que uma abordagem desorganizada produz uma execução imperfeita e lenta.
Meu esquema de digitação possui um aspectos interessantes. Primeiro, nunca uso o mesmo dedo para duas notas consecutivas. Segundo, alguma das maneiras como você passa de corda para corda evita mudanças de posição da mão esquerda. A aplicação destas duas idéias possibilita tocar o exercício de maneira rápida e limpa, deixando a beleza da linha melódica aparecer. Divirta-se!
Técnica de Two Hands
Técnicas de Two Hands
Neste exercício,preparamos dois exemplos em two hands, envolvendo aspectos melódicos e técnicos da guitarra.. Para executar esta técnica com perfeição é necessário que você mantenha uma postura correta das mãos, de forma a abafar totalmente as cordas que não estão sendo utilizadas. Procure manter um volume uniforme para todas as notas e faça a memorização de três em três notas.
No exemplo 1, temos uma frase bem técnica no estilo Eddie Van halen , trabalhando em cima da pentatônica de A em praticamente todas as cordas. Note a presença da 6ª maior (F#) no início do lick e da 7ª (G), finalizando a frase.
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O exemplo2 demonstra a utilização do two hands de forma melódica, mas desta vez com a escala pentatônica de E7. O destaque da melodia está na alternância entre o intervalo de 4ª justa (A) e a 3ª maior ((G#).
Fonte: GuitarPlayer http://guitarplayer.uol.com.br/
Técnicas – Walking Bass
Um guia de acompanhamento de jazz para o guitarrista iniciante
No mundo do jazz, na maioria das vezes, os solistas recebem mais atenção. Mas é a seção rítmica – o baixo e a bateria – que faz a música suingar. Em shows em que não há baixo e bateria, espera-se que o guitarrista exerça a função da seção rítmica..
Uma maneira legal de fazer o groove rolar é tocar quatro acordes por compasso, à la Freddie Green . Mas para ficar bem legal, você terá que colocar algumas linhas de baixo e acrescentar pontuação rítmica com contrapontos de acordes e de melodias bem colocados. Como um músico pode fazer o trabalho físico e criativo de dois? Com prática e persistência, é possível simular uma mini-banda.. Nesta lição iremos trabalhar os passos básicos para se construir um forte groove de baixo com acordes. Primeiro vamos isolar as habilidades essenciais e, depois, iremos misturar elementos para criar um acompanhamento sólido e suingado.
Primeiros passos
Vamos começar com uma simples progressão de acordes de dois compassos – G7 – C7 – e a linha de baixo mais elementar que irá nos levar da tônica do primeiro acorde (G) à tônica do segundo © , usando movimento escalar.. As linhas de baixo no jazz, são geralmente feitas com semínimas uniformes, portanto se fizermos uma linha ascendente de uma tônicas para outra (primeiro tempo, compasso 1, ao primeiro tempo do compasso 2), teremos de contar por cinco notas: G,x,x,x,C. Subindo pela escala apropriada para G7 – C7 mixolídio- temos somente quatro notas (G,A,B,C). Isto significa que teremos de repetir uma nota (exemplos 1ª e 1b)ou adicionar um tom de passagem cromático(exemplos 1c e 1d). Qualquer uma destas soluções é viável.
Caminhando de forma descendente a partir de G, fica mais simples, porque há tons de escala o suficiente para preencher – G, F, E, D, C . Mas se você quiser, ainda pode acrescentar cromatismos, como é mostrado nos exemplos 2ª e 2b.
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Timbre do baixo
Há mais no walking bass do que aprender algumas linhas de baixo legais. Como você está tentando criar uma ilusão em seus ouvidos, o truque é conseguir um timbre que sugira um baixo acústico. E para fazer essa mágica acontecer, você tem de prestar atenção nos detalhes. Regra numero 1: não use palheta – o som resultante disso geralmente é pontudo e estalado. Para um perfeito ataque de baixo, use a ´almofada´´ do polegar (não é assim que os baixistas tocam, mas é a melhor maneira de chegar perto do timbre deles na guitarra). Seus ataques devem ser rápidos e certeiros, mas não com a mão pesada. A última coisa que covê quer é um som de cordas batendo nos trastes. (os baixos acústicos não têm trastes.) Também é uma boa idéia mudar a localização de sua mão da palheta, pois diferentes pontos de cordas criam sutis mudanças timbrais. Em geral, você precisa manter a sua mão um pouco mais perto da pestana do que o normal, com o seu polegar pairando perto do final da escala.
Se você toca guitarra, deve procurar um timbre limpo e claro, com pouco ou nenhum reverb. Uma guitarra com ponte de madeira irá lhe dar o ataque mais autêntico. Para uma verdadeira ‘vibe´ de baixo, use um jogo de cordas flatwound.
Harmonia e Ritmo
O próximo passo é adicionar harmonia. Aqui o trabalho é esboçar o conteúdo harmônico essencial de uma progressão. É claro, em qualquer tempo, um dedo da escala fará uma nota do baixo, portanto a sua possibilidade de acordes será limitada a aberturas de duas e três notas. Devido a tais restrições, a melhor aposta é tocar a 3ª e a 7ª do acorde, que são seus tons definidores. Em G7, por exemplo, ao se tocar F e B ( o b7 e o 3) acima do baixo em G , dá-se aos nossos ouvidos informação suficiente para se concluir que é um G7 (ex.3) . Para outros tipos de acordes, use os 3 e 7 apropriados ( veja a tabela de graus definidores) .
Agora podemos deixar o 3 e o 7 do acorde soarem como semibreves, mas a diversão está na inclusão de toques sincopados do acorde para criar uma levada suingada. A maneira mais simples de fazer isso,é inserindo um toque de colcheia por compasso. Para treinar, repita uma frase de um compasso G7, e coloque um toque de acorde na primeira colcheia do compasso. (ex. 4ª). Traste todos os ritmos em colcheias desta lição como colcheias suingadas.
A seguir mude o toque para a segunda colcheia do compasso (ex. 4b), então para a terceira colcheia do compasso (ex. 4c) , e assim por diante, até que o toque esteja na oitava colcheia ( O ´´e´´ do quarto tempo). Certifique-se de trabalhar neste conceito de toques de baixo em vários andamentos de 72 bpm a 200 bpm. Você pode tornar este exercício ainda mais interessante repetindo uma frase de dois compassos, o que lhe dá mais oito possibilidades para o toque de colcheia.
Uma vez que o groove de um toque por compasso começa a acontecer, é hora de incluir ritmos mais complexos. Os exs. 5ª e 5b colocam dois ritmos comuns de acompanhamento de jazz.
Use a sua ilusão
Depois de assimilar bem com os exemplos anteriores, é hora de ir para o passo final – colocar tudo junto. O estudo blueseiro de oito compassos (ex. 6) combina todos os pontos que discutimos e oferece algumas vantagens extras. Preste muita atenção nas digitações da mão esquerda, pois alguns acordes – particularmente o C9 nos compassos 5 e 6 – são quase impossíveis de serem sustentados sem usar as digitações sugeridas.
Note como o fraseado rítmico de acordes do compasso 3 e 4 imita a frase dos compassos 1 e 2. Tal simetria torna o acompanhamento mais musical, evitando que se torne uma série de toques aleatórios de colcheias. Use este conceito à medida que você for desenvolvendo os seus próprios movimentos de baixo e acorde.
Pratique o estudo subindo o andamento gradualmente, mantendo o tempo com um metrônomo ou bateria eletrônica. Se você não conseguir fazer as suas linhas de baixo e acorde suingarem em um andamento lento, não conseguirá fazê-los suigar em andamentos médios ou rápidos. Pode ser útil praticar a linha de baixo (notas com hastes para baixo) e os toques de acordes ( notas com hastes para cima ) separadamente, antes de tentar tocá-los todos juntos.
Para entrar fundo no suingue, experimente ajustar o seu metrônomo para metade do andamento, usando seus cliques como os tempos dois e quatro. Apesar de parecer estranho no começo, tirar a ênfase dos tempos um e dois – que são mais acentuados no rock do que no jazz – é um método comprovado para se melhorar o suingue.
Certifique-se de que as suas duas partes (baixo e acorde) estão equilibradas. Para se obter a perspectiva mais clara, grave seus estudos e escute os resultados. Lembre-se: Você está tentando criar uma ilusão em seus ouvidos, portanto, a linha de baixo deve ter o timbre de um baixo acústico e os toques de acordes devem soar como guitarra. Seja qual for o instrumento que você tenta simular, mantenha os acordes com um timbre distinto do baixo.
Harmonia e Ritmo
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Lição de casa
Você está com os movimentos debaixo dos dedos. E agora? Para praticar o walking Bass , estude sobre progressões de blues de 12 compassos em diversos andamentos e tonalidades – incluindo tonalidades em que facilmente possam ser usadas notas do baixo em cordas soltas ( como A,D E,G e C), assim como aquelas em que as cordas soltas raramente são incluídas (como Bb, Eb e Ab). Quando você se sentir confortável acompanhando através de progressões de blues, experimente tocar com alguns standarts de jazz mais simples, como Take the A train ou All of Me.
Fonte: GuitarPlayer http://guitarplayer.uol.com.br/
Tablaturas – início
fonte http://penitence.sites.uol.com.br
O que são tablaturas?
Tablatura (tablature ou tabulature ou tab em inglês) é um método usado para transcrever música que pode ser tocada em instrumentos de corda como violões, guitarras e baixos. Ao contrário das partituras que exigem maior conhecimento de música e bastante treino as tablaturas são voltadas para o músico iniciante ou prático.
Qual a diferença entre tablaturas e partituras?
Apenas na aparência uma tablatura pode parecer com uma partitura. Apesar de ambas serem escritas em pautas (linhas), as semelhanças param por ai.
Uma partitura indica quais notas devem ser tocadas, a duração de cada nota, a velocidade com que deve ser tocada e etc. Exigem muita prática e um conhecimento apurado de música. Indicando a nota que deve ser tocada a partitura não diz onde esta nota se localiza no braço do instrumento ou no teclado. A partitura serve para transcrever músicas para qualquer instrumento, seja de sopro, de cordas, de percussão, etc. Outra vantagem das partituras é que permitem que o músico que nunca tenha ouvido a música a toque exatamente como previsto (desde que saiba ler fluentemente partituras, o que obviamente exige geralmente anos de treino).
Já uma tablatura, método de transcrição que serve apenas para instrumentos de corda como violões, baixos e guitarras, não indica diretamente a nota que deve ser tocada e sim qual corda deve ser ferida e em qual traste. Obviamente torna-se assim muito mais útil ao músico iniciante ou prático. Por outro lado a tablatura tem a grande desvantagem de exigir que o músico conheça a música que deseja tocar visto que a mesma indica geralmente apenas as notas e não a duração de cada uma ou o tempo da música.
Além das notas a serem feridas a tablatura irá indicar quando devem ser usadas técnicas como bends, slides, hammer-ons, pull-offs, harmônicos e vibrato.
O conceito básico da tablatura é apresentar no papel um conjunto de linhas que representam as cordas do instrumento. Sendo assim para uma guitarra ou violão comum você terá seis linhas, para um baixo de quatro cordas terá quatro linhas, para um baixo de cinco cordas cinco linhas, para uma guitarra de sete cordas sete linhas e assim por diante. Geralmente nos exemplos mostrados aqui usaremos tablaturas de seis linhas para guitarra mas o principio é o mesmo para qualquer quantidade de cordas.
Uma tablatura vazia de guitarra ou violão apresenta-se da seguinte forma:
E----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
B----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
G----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
D----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
A----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
E----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
A linha de baixo representa a corda mais grossa (mi mais grossa) e a linha de cima representa a corda mais fina (mi mais fina). De cima para baixo as linhas representam as cordas mi, si, sol, re, la, mi.
Uma tablatura vazia de baixo (quatro cordas) apresenta-se da seguinte forma:
G--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
D--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
A--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
E--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
A linha de baixo representa a corda mais grossa (mi) e a linha de cima representa a corda mais fina (sol). De cima para baixo as linhas representam as cordas sol, ré, lá, mi.
Números escritos nas linhas indicam em que traste as respectivas cordas devem ser apertadas ao serem feridas. Número 0 indica corda solta. As notas devem ser lidas da esquerda para a direita.
E-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
B-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
G-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
D-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
A-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
E----0---1---2---3--------------------------------------------------------------------------------------------------------------
O exemplo acima indica as seguinte notas (uma de cada vez) na ordem:
- corda mais grossa deve ser tocada solta (0)
- depois a mesma corda deve ser tocada no primeiro traste (1)
- depois a mesma corda deve ser tocada no segundo traste (2)
- depois a mesma corda deve ser tocada no terceiro traste (3)
E------------------------------------------------------—————————————–
B------------------------------------------------------—————————————–
G-----------------------0---------------------1------0--------------------------------—————-
D-----0-----3-----------0--------3--------------------------------------————————
A------------------------------------------------------—————————————–
E-----------------------------------------------------------------------------------------------------
O exemplo acima é o início do riff de Smoke On The Water da banda Deep Purple e deve ser tocado da seguinte forma.
- terceira corda (re) tocada solta (0)
- terceira corda (re) tocada no terceiro traste (3)
- quarta corda (sol) tocada solta (0)
- terceira corda (re) tocada solta (0)
- terceira corda (re) tocada no terceiro traste (3)
- quarta corda (sol) tocada no primeiro traste (1)
- quarta corda (sol) tocada solta (0)
Nos exemplos acima as notas são tocadas uma de cada vez. Quando duas ou mais notas (obviamente em duas ou mais cordas) devem ser tocadas de uma só vez (formando um acorde) a indicação é conforme abaixo:
E----3-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
B----3-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
G----4-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
D----5-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
A----5-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
E----3-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Note que este é um acorde sol maior. Note que estando na mesma coluna as notas devem ser tocadas todas de uma só vez indicando um acorde. Apenas devem ser tocadas as cordas marcadas (no exemplo acima todas). Uma linha vazia indica que a corda não deve ser tocada. Um número zero indica que a corda deve ser tocada solta. Embora possam indicar acordes o mais comum é que as tablaturas sejam usadas para solos ou riffs enquanto os acordes são indicados por cifras.
Embora de maneira geral as tablaturas não indiquem o tempo de duração das notas e o intervalo entre elas, o espaçamento entre as colunas pode ser usado para dar alguma idéia sobre tempo e duração conforme o exemplo abaixo. Tratam-se das primeiras notas do hino nacional americano. Note o espaço maior que indica a pausa.
Video * Guitarra * Técnicas
Ciro Visconti
Guitarra – Técnicas Básicas
fonte: http://jmdl.com/howard/
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Técnicas básicas de violão / guitarra.
Aqui vai uma rápida explicação das técnicas mais comuns usadas ao se tocar guitarra e violão : bends, vibrato, hammer ons e pull-offs. Essas técnicas te permite variar o som de uma nota de várias maneiras.
Bends (dobrar a corda)
Dobrar uma nota te permite mudar o tom dela. Para qualquer nota “casada” dada, você pode aumentar o tom suavemente subindo para 3 ou 4 semitons (meio passo). O tipo de cordas e de guitarra afetará quão facilmente você poderá fazer esses dobrões largos, mas na maioria dos violões / guitarras ( acústicos ou elétricos) você estará apto a fazer um semitom duplo facilmente.
Um bend é realizado empurrando a corda em volta do pescoço depois de tocá-la. Vamos dizer que você queira tocar uma nota na 5a casa da corda E de cima, e então dobrá-la. Case a nota na 5a casa normalmente, toque a nota com a sua mão direita, então comece a empurrar a corda com seu dedo que está na casa por volta do pescoço até a corda E se mover em direção a corda B. (normalmente seu dedo das casas empurra direto para baixo do pescoço para casar a nota) – Agora, bem como pressionar para baixo, você precisa empurrar por volta do pescoço para dobrar a corda.
Quando você dobrar a nota, e a corda E estiver empurrada em direção á corda B, continue tocando a corda e você ouvirá o tom da nota crescer. Agora continue tocando enquanto você solta o bend, e deixe a corda E voltar calmamente para a sua posição normal. Agora você ouvirá o tom da nota cair.
Uma outra técnica relacionada ao bend é onde você dobra a nota sem tocá-la. Apenas quando a nota estiver dobrada o bastante você toca a nota e solta o bend. Desse modo, você ouvirá o tom da nota cair logo após ter começado.
Isso é basicamente tudo o que há para dobrar e soltar notas. Com alguma prática, você aprenderá quanto precisa dobrar a corda para aumentar o tom da nota em 1, 2 ou 3 semitons. Julgar o tanto que você precisa dobrar a nota para aumentar o tom dela leva tempo, mas realmente faz a diferença entre um bend bom ou ruim, então aqui vai algo para você praticar. Tente os exercícios abaixo:
A idéia aqui é praticar dobrando a nota na 5a casa até que o tom final da nota dobrada se ligar com o tom de uma nota casada na 7a casa. Em outras palavras, você deve dobrar a nota em exatamente 2 semitons (meio passo). Toque o exemplo da tablatura abaixo – Você deve alternar, tocando as notas casadas na 5a e então dobre 2 semitons.Tente pegar o tom da nota dobrada a ser o mesmo tom da nota na 7a casa. Toque as notas devagar:
b = bend, r = release bend (soltar o bend)
E ---5---7---5b7---5---7---5b7------------- B ----------------------------------------- G ----------------------------------------- D ----------------------------------------- A ----------------------------------------- E ----------------------------------------- Agora, tente algo diferente. Ao invés de tocar a nota na 5a casa e a dobrar, dobre agora a nota sem tocá-la, e quando você tiver dobrado-a o tanto que você achar que está certo, toque a nota e solte o bend. Quando você tocar a nota pré-dobrada, ela deverá ter o mesmo tom que a nota na 7a casa. Porque você não ouve o tom da nota quando você a dobra, esse é um exercício difícil, mas é mais prático. E ---5---7---7r5---5---7---7r5------------- B ----------------------------------------- G ----------------------------------------- D ----------------------------------------- A ----------------------------------------- E ----------------------------------------- |
Vibrato (vibrar a corda)
Vibrato é o efeito onde o tom da nota é variado rapidamente, então ele aumenta e cai em um ciclo contínuo (por exemplo a voz de cantores de ópera). Para notas que estão sustentas você pode obter alguma expressão extra nela a vibrando. No violão, o efeito é alcançado ao se fazer uma série de bends e releases (dobrar e soltar a corda/ nota).
Vamos dizer que você esteja tocando uma nota na 5a casa da corda E de cima. Toque a nota e a dobre do modo normal (para cima). Agora a solte e deixe a corda voltar para a posição normal, agora dobre-a de novo, depois a solte de novo. Você precisa fazer uma série de DOBRAR-SOLTAR-DOBRAR-SOLTAR suavemente e razoavelmente rápido. O efeito que você deve obter é um tom de variação contínua.
É claro, a profundidade do vibrato (quanto a nota varia do seu valor normal) e a precisão do vibrato (a rapidez de mudança dos tons) podem variar ao dobrá-la cada vez mais, ou tocar o ciclo DOBRAR-SOLTAR mais rápido. Como um guia incompleto:
- Profundidade do vibrato: dobre a nota em uma quantidade pequena (menos de um semitom)
- Precisão: tente fazer alguns ciclos (3-5) de DOBRAR-SOLTAR por segundo.
Hammer-ons
Essa técnica o permite tocar 2 ou mais notas, para cada nota que você acertar com a mão direita. Comece casando a nota na 5a casa da corda E de cima usando seu dedo indicador da mão esquerda. Toque a nota com a mão direita, então mova seu dedo anular da mão esquerda para a 7a casa em uma ação “batida”. A idéia é mover para baixo o dedo sustenidamente no pescoço para que a nota na 7a casa seja ouvida. Então, você toca a nota mais uma vez, mas ouça as notas na 5a e 7a casa. O som é diferente do produzido pelas 2 notas – O hammer on dá uma rápida transição entre as 2 notas e as juntam.
Você pode tocar de uma só vez mais de 1 hammer on. Tente tocar uma nota na 5a casa, na corda E de cima, batendo o seu dedo do meio na 6a casa e depois batendo o seu dedo anelar na 7a casa. Você estará apto a ouvir todas as 3 notas claramente, mesmo quando somente a 1a nota foi tocada.
A técnica básica de hammer on é perfeitamente fácil, porém leva algum tempo para desenvolver uma boa coordenação entre a mão direita e a mão esquerda que são usadas para efeitos mais rápidos de hammer ons.
Pull-offs
Esse é quase o oposto de hammer ons. Comece com seu dedo indicador na 5a casa da corda E de cima, e seu dedo anelar na 7a casa da mesma corda. Toque a corda para ouvir a nota na 7a casa, então tire o seu dedo anelar da corda. Mantenha um pouco de pressão para baixo no braço com esse dedo, então quando você soltar a corda ela faz uma performance de um tipo de toque dela mesma, e você ouve a nota na 5a casa. Como hammer ons, você ouve 2 ou mais notas para cad uma que é tocada.
ExercíciosUma vez que você usou as técnicas básicas de hammer ons e pull-offs, você estará apto a juntar uma seqüência inteira de hammer ons e pull-offs. Então o que você precisa é tocar a corda apenas uma vez com a mão direita - Todas as outras notas são sustentadas por ações de hammer ons e pull-offs. Tente o exemplo abaixo, que usa um hammer on na 7a casa, seguido de um pull-off para a 5a casa, daí outro hammer on para a 7a casa e assim por diante: h = hammer on, p = pull-off E ---5h7p5h7p5h7p5h7p5h7p5----------------- B ----------------------------------------- G ----------------------------------------- D ----------------------------------------- A ----------------------------------------- E ----------------------------------------- Tente manter um mesmo ritmo e “altura de som” para todas as notas. Com prática, você estará apto a manter esse tipo de seqüência por um período quase indefinido. |
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Guitarra que se afina sozinha
Pérolas da WEB
Guitarra que se afina sozinha é mostrada no japão
Repórteres examinam a guitarra-robô, que começa a ser vendida no dia 7 de dezembro
A Gibson, empresa americana com sede em Nashville, Tennessee, mostrou, em seu escritório em Tóquio, a guitarra-robô desenvolvida pela companhia. A nova guitarra elétrica, apresentada a repórteres nesta segunda-feira, tem tecnologia robótica que permite ao instrumento fazer sua própria afinação em segundos
Guitarra que se afina em diversos tons e afinações
Um processador recebe os sinais individuais de cada corda e faz os acertos necessários
Sistema Powertune foi criado pela empresa alemã tronical
Um botão específico para o afinador serve para acertar qual tom e tipo de afinação utilizar

Tarrachas se movem sozinhas até alcançar o tom correto

A guitarra utiliza captadores piezoelétricos, diferentes dos magnéticos convencionais. Esses captadores isolam o som de cada corda individualmente. Um processador recebe o sinal das cordas tocadas e envia um sinal para as tarrachas, que se ajustam automaticamente. A tecnologia foi desenvolvida em parceria com a empresa alemã Tronical.
A guitarra começará a ser vendida no dia 7 de dezembro, por um preço sugerido de US$ 2,49 mil nos Estados Unidos e pelo equivalente a US$ 2,78 mil no Japão.
Demonstração
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