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25 Essential Metal Licks


25 metal licks

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Agosto 22, 2008 Publicado por Adm | Técnicas - Guitarra | , , , , , , | Sem comentários ainda

Técnicas – Finger and Picking Exercícios (Marco Ielmini)

Alternate Picking

Exercícios

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Agosto 11, 2008 Publicado por Adm | Técnicas - Guitarra | , , , , | Sem comentários ainda

Técnicas – Pedal Pointing

(Exercício 01)

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Agosto 5, 2008 Publicado por Adm | Técnicas - Guitarra | , , , , , | Sem comentários ainda

Two Hands and Tapping

Técnica Animal

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Julho 28, 2008 Publicado por Adm | Técnica Animal | , , , , | 2 Comentários

Técnica (Kiko Loureiro)

Queimando os dedos

(Kiko Loureiro)

 

 

O Angra, banda em que toco guitarra, está lançando um novo disco chamado Fireworks. Dentre diversos trechos do álbum que parecem didaticamente interessantes, escolhi o interlúdio da música Extreme Dream.

Aqui, ocorrem frases utilizando tríades abertas, com saltos de cordas que vão apresentar dificuldades na execução, e podem despertar o interesse em outras formas de tocar arpejos. Outro fator importante é a troca de dedo quando se executa a mesma nota.

Em seguida, faço uma frase sobre a escala de Em eólio, toda com palhetadas alternadas. Repete-se então, a seqüência inicial, seguida de uma frase com duas mãos ao modo de Greg Howe e Billy Sheehan. A partir daí, segue-se a idéia das tríades abertas com uma resposta à primeira parte.

Repare na rítimica da frase. A divisão se mantêm em colcheias, no compasso quaternário, mas as mudanças de acordes ocorrem à cada três colcheias, fazendo com que o acento fique sempre deslocado.

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Novo DVD -Vídeo Aulas

“Em Técnica Criativa, Kiko fala sobre a importância de conhecer outros estilos para que o guitarrista possa inserir novos elementos no rock. Os exercícios envolvem desenvolvimento de fraseado e arpejos, improvisação sobre modulações, harmonia e levadas brasileiras, chord melody, palhetada híbrida e tapping.”(GuitarPlayer)


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Julho 25, 2008 Publicado por Adm | Técnica Animal | , , , , , | Sem comentários ainda

Exercício de Arpejo (Steve Morse)

Exercícios em geral enfocam apenas uma das mãos, mas esta sequência é boa porque os modelos de digitação mudam e passam por muitas cordas. Se você toca com palheta, use toques alternados; se prefere dedilhado, use p (polegar) i (indicador), m (médio),i. Para manter este modelo limpo, levante um pouco o dedo da mão da escala apropriado, depois de cada nota.

O Ex.2 adiciona a terça produzindo um modelo de seis notas. É possível dedilhar o Ex.2 de várias formas, apesar de você ainda ter de tocar duas notas na mesma corda, o que complica as coisas para os guitarristas que tocam com os dedos. Uma vez que você dominar o Ex.1 expanda o exercício aplicando-o em outros modos.

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Julho 24, 2008 Publicado por Adm | Técnica Animal | , , , , , | Sem comentários ainda

Palhetadas Complexas (Aldi Meola)

Uma técnica de palhetada bastante desenvolvida é capaz de produzir passagens lindas e complexas.Vamos explorar algumas situações específicas analisando alguns exemplos.

O Ex.1 é uma simplificação do tema de vertigo Shadow. Note que adicionei indicações do sentido da palhetada. Apesar de muitos guitarristas abordarem palhetada alternada usando ataques para baixo, em notas sobre o tempo, saltos de cordas e outros movimentos tornam isso possível (toque a primeira nota de cada compasso com o primeiro dedo de sua mão da escala; mantenha os outros dedos abaixados, permitindo que as cordas soem).

Uma vez que você esteja confortável com as palhetadas do Ex.1, vá para o EX.2 , a passagem real de Vertigo Shadow . Os compassos em 7/8 tornam o exercício mais interessante e um pouco mais difícil. Veja que os ataques de palheta são os mesmos do Ex.1 . Repita a passagem devagar, até que você seja capaz de aumentar o andamento e manter a fluidez.

O Ex.3 é uma rápida Uma vez que você esteja confortável com as palhetadas do Ex.1, vá para o EX.2 , a passagem real de Vertigo Shadow . Os compassos em 7/8 tornam o exercício mais interessante e um pouco mais difícil. Veja que os ataques de palheta são os mesmos do Ex.1 . Repita a passagem devagar, até que você seja capaz de aumentar o andamento e manter a fluidez.

O Ex.3 é uma rápida passagem de escala que incorpora uma mudança de posição. No meio da frase, pule da segunda para a oitava posição. Apesar de este exercício poder ser tocado na mesma posição, ele soa mais eficaz com a mudança. Uso ataques para baixo consecutivos, nas três primeiras notas, e ataque para cima nas próximas três. No compasso 2, utilizo palhetada alternada. Repita o exercício lentamente e no tempo, até que sou fluido.

Sempre seja eficiente com seus movimentos de mão direita. Com a quantidade correta de técnica, você poderá soar como se estivesse tocando com seus dedos, como um músico erudito.

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Julho 24, 2008 Publicado por Adm | Técnica Animal | , , , , | Sem comentários ainda

Sincronismo de Sweep (Vinnie Moore)

Uso este exercício quando sinto que meus arpejos com sweep estão um pouco embolados. Ele deixa ambas as mãos em forma e é ótimo para obter clareza. Comece em um andamento lento, aumentando a velocidade à medida que você se familiarizar com os movimentos.

O Ex.1 mostra a forma do acorde maior sobre o qual o exercício é baseado. A idéia é tocar um acorde de cinco notas com ataque para baixo e depois subir o acorde meio tom e usar ataque para cima. Não faça pestana no acorde; em vez disso, mova rapidamente seu primeiro dedo entre a terceira e primeira cordas.

O exercício é mostrado no Ex.2. Note que o acorde se move para cima em meios tons até a oitava ser alcançada. Depois inicie a viagem de volta. Toque com a maior precisão possível e encurte cada nota para garantir definição.

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Julho 24, 2008 Publicado por Adm | Técnica Animal | , , , , | Sem comentários ainda

Controle Dinâmico e Exercício Cromático (Emily Remler)

Passagens diretas de colcheias e semicolcheias soam mais interessantes quando elas aumentam e diminuem de volume ou quando algumas notas são mais altas do que outras. Este exercício é eficaz para controlar níveis de dinâmica e é ótimo para controle da mão direita.Ele também obriga a começar frases com dedos da mão esquerda diferentes do que você normalmente usaria – como o terceiro e o querto – e ajuda a improvisar a partir de qualquer dedo.

Primeiro, aprenda a digitação da escala cromática do Ex.1. É uma posição ensinada na Berklee College of Music para fornecer acesso a duas oitavas da mesma área do braço (para este exercício, coloque a posição na quinta casa). Pratique o desenho devagar, de modo que você possa toca-lo de forma clara e uniforme antes de acelerá-lo. Não escorregue o primeiro dedo; toque cada nota.

Agora olhe o Ex.2, que quebra  a digitação da escala cromática em grupos de quatro notas. Um círculo indica o ponto inicial para cada segmento.

O próximo passo envolve acentuar cada nota dentro de um grupo de quatro. Toque as primeiras quatro notas acentuando uma de cada vez, como no Ex.3. Exagere a nota acentuada para que ela contraste dramaticamente com as não acentuadas.

Prossiga para o próximo grupo de quatro notas, que introduz uma seqüência de digitação diferente (veja o Ex.4). Nunca repita nenhum dos grupos anteriores e certifique-se de não sair da posição.

Continue esse processo até você ter completado a escala cromática. Como você pode ver,todos os dedos tem uma chance de começar o modelo, o que é muito bom para sua mão esquerda, assim como para o seu cérebro.

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Julho 24, 2008 Publicado por Adm | Técnica Animal | , , , , | Sem comentários ainda

Aeróbica dos dedos (Scoth Tennant)

Estes exercícios podem ser chamados de ginástica, acrobacia ou aeróbica de dedos. Eles crescem em dificuldade e foram organizados para começar de forma mais simples possível.

Aquecimento

Você se aquece para levar sangue aos seus músculos e pontas dos dedos. É também importante mover suas juntas com a maior suavidade possível e aumentar a sensibilidade da ponta de seus dedos. Apesar de a seqüência de exercícios parecer um pouco mais comprida no papel, não fique desencorajado. Depois de passar por isso uma vez, você terá memorizado todos os modelos.

A seqüência de exercícios

Se o dia estiver frio ou úmido, inicie agitando suas mãos. Com a mão oposta, segure um dedo de cada vez e balance gentilmente cada um deles de modo que os outros fiquem caídos. Termine beliscando levemente as pontas dos dedos para fazer o sangue chegar até lá.

Agora você pode começar a “caminhar´´. Toque uma nota de cada vez, indo da sexta corda para a primeira e voltando uma casa de cada vez. No Ex.1, inicie com o primeiro dedo na primeira casa. Mantenha o dedilhado da mão direita o mais simples possível, de modo que você possa se concentrar na mão esquerda. É muito importante tocar precisamente cada nota com a ponte do dedo, não com a sua base. Busque exatidão, não velocidade.

Mantenha o polegar da mão esquerda posicionado atrás do segundo dedo e da terceira corda para distribuir a pressão igualmente. Isto também possibilita que sua mão atue como pivô à medida que seus dedos se movem de corda para corda. Dobrar a junta do polegar enfraquece muito a pegada. O Ex.1 é de longe o exercício mais importante da seqüência e é o que faço se tenho apenas alguns minutos para me aquecer antes de uma performance. Toque-o duas a quatro vezes lentamente. Mova-se com rapidez, precisão e uniformidade, com pequenos movimentos de dedo.

O Ex.2 é uma variação do Ex.1. Desta vez, alterne os dedos usando 1 e 2, na primeira casa, 2 e 3, na segunda, e 3 e 4, na terceira. Segure cada dedo até o próximo ataque. Quando feito corretamente, o exemplo deve parecer como andar sobre uma corda bamba. Quando você sentir que estes exercícios se tornaram fáceis demais, tente as variações rítmicas do Ex.3.

Os Exs.4 e 5 são variações que envolvem ligados – também conhecidos como hammer-ons e pull-ofs Quando você fizer o Ex.4, não levante demais os dedos. Não é a distância a partir da qual você ataca a corda que produz um som bom e sólido, e sim a velocidade. Pratique mudando o peso de um dedo para outro à medida que vai prosseguindo, mantendo os dedos mortos, exceto o que você estiver usando. Depois que você terminar com um dedo, mude o peso para outro, e assim por diante. Faça isto lentamente, com colocação precisa. Note que o dedilhado deve ser simples.

Como você foi? Habitue-se a fazer a si mesmo esta questão. Sempre reveja o que você tocou. Não permaneça no mesmo exercício por tempo demais.

No Ex.5 há pull-ofs, ou ligados descendentes. Utilize as mesmas combinações de seis dedos enquanto começa na nota superior. Para começar, deixe cada dedo pronto sobre a corda. Quando você realizar o pull-of, faça-o com rapidez, tocando levemente a corda adjacente. Levante o dedo em seguida;apenas deixe-o voltar ao lugar a cima da corda. Vá em frente!

Quando o Ex.4 e o Ex.5 parecerem fáceis, tente o empolgante Ex.6. Depois descanse e cheque seu pulso. Tome um gole de água e fique pronto para alguns exercícios de dedo fixo. Abdominais e flexões parecerão brincadeira de criança depois que você dominar estes exemplos.

Os exercícios de dedo fixo são o que seu próprio nome diz: mantenha um determinado dedo apertando a terceira corda enquanto move os outros. Comece deixando os dedos 2, 3 e 4 apertando cordas e mova o primeiro dedo como mostra o Ex.7. Fácil, certo? Ex.8 enfoca os outros dedos. Você pode usar seu pulso, se for necessário,nos  exercícios que envolvem o terceiro e quarto dedos, de outra maneira, movimente somente os dedos.É muito importante descansar entre exercícios. Não se esforce – apenas faça o que pode. Pare aqui ou siga para as variações do Ex.9, se você quiser encarar um desafio.

Sempre relaxe o máximo que puder entre os movimentos. Assim como um cantor precisa respirar entre frases, seus dedos e tendões necessitam de um rápido descanso entre movimentos.

Procure tocar os exercícios anteriores com o dedilhado de Ex.10. Certifique-se de preparar cada dedo da mão direita antes de tocar. Toques sem apoio diminuem o controle sobre o ataque e o timbre. Para maior segurança, comece com toques com apoio. Trabalhe com toques sem apoio depois.

No começo, estes exercícios podem levar 30 minutos ou mais. É importante adquirir resistência e precisão adequadas. Apressar-se durante o exercício diminui sua eficiência. Apesar de ser uma forma de aquecimento, ela também serve como treinamento técnico básico. Qualquer coisa pode desenvolver sua técnica se você se concentrar na precisão e produção de timbre. Depois de aprender a seqüência de exercícios, você descobrirá que não é necessário fazer tudo todos os dias. Apenas reveja partes toda vez que sentir necessidade. Frustração é comum, mas não fique desencorajado. Mantenha sua força de vontade intensa  e concentre-se na confiança que você está buscando.

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Julho 24, 2008 Publicado por Adm | Técnica Animal | , , , | 1 Comentário

Tríades Diatônicas Incrementadas (Peter Sprague)

O ideal é que o material de estudo seja musical e não somente técnico. Prefiro exercícios com grande quantidade de conteúdo melódico que me inspire a toca-los. Este exemplo é uma pedra preciosa melódica que oferece um ótimo exercício de mão da escala.

Note que as tríades da escala de C maior são incrementadas aproximando-se cada tônica a partir do meio tom abaixo. A digitação do exercício é crucial, já que uma abordagem desorganizada produz uma execução imperfeita e lenta.

Meu esquema de digitação possui um aspectos interessantes. Primeiro, nunca uso o mesmo dedo para duas notas consecutivas. Segundo, alguma das maneiras como você passa de corda para corda evita mudanças de posição da mão esquerda. A aplicação destas duas idéias possibilita tocar o exercício de maneira rápida e limpa, deixando a beleza da linha melódica aparecer. Divirta-se!

Julho 24, 2008 Publicado por Adm | Técnica Animal | , , , , | Sem comentários ainda

Técnicas – Guitarra

Sweep-picking

Como Yngwie Malmsteen, Frank Gambale, Kiko Loureiro, entre outros guitarristas, conseguem tocar arpejos e escalas em altíssima velocidade? Além da palhetada alternada, o segredo está na técnica de sweep picking .

Esta técnica tem como objetivo  principal  economizar  movimentos de palheta. Portanto, é uma boa ferramenta para tocar frases em alta velocidade.  A palhetada alternada é um conhecimento indispensável para qualquer guitarrista, porém o seu desenvolvimento requer paciência e perseverança, porque exige muita precisão e esforço físico. O sweep também necessita de precisão, mas nem tanto esforço físico. Além disso,os resultados aparecem mais rápido .Resolvemos fazer uma lição especial com a qual você poderá se aprofundar nessa técnica.

O sweep também é conhecido como economic picking, deixa o som mais fluente. Sweep significa literalmente “varrer´´. É mais ou menos esse o movimento realizado pela palheta com o sweep. O princípio é manter a direção da palhetada quando você muda a corda. Mas é bom sempre lembrar que a técnica e a velocidade devem sempre estar  a serviço da música.Então, mãos à vassoura,   ops… à obra!

Escalando

Vamos começar com a utilização do sweep sobre escalas. As digitações utilizadas em todos os exemplos estão padronizadas em três notas por corda. Para aplicar essa técnica em escalas, com este tipo de digitação , você fará uso também da palhetada alternada. Um dos truques para a execução do sweep é não interromper o movimento da palheta quando você for mudar de corda. Além disso, deve-se segurar a palheta com firmeza e tocar todas a notas com a mesma dinâmica. Cuidado para não perder o sincronismo dos movimentos.  Toque os exemplos com metrônomo, para manter um ritmo consistente e o som não ficar embolado.

O  ex.1 mostra através da escala de A maior, como você deve tocar uma escala no  sentido ascendente. Se você quiser um som parecido com o da palhetada alternada,, abafe as cordas com a palma da mão na ponte do instrumento.O ex.2 traz novamente a escala de A maior, mas desta vez, exemplificando seu uso descendente com sweep. No ex.3, ocorre a junção de ambas as digitações. È um exemplo extraído de Frank Gambale no qual é mostrado como deve se subir e descer.Preste atenção que, ao chegar na corda E aguda, são digitadas apenas duas notas, para que ocorra a inversão dos movimentos de palheta. Quando retornamos ao E grave, toca-se quatro notas para redirecionar as palhetadas. O ex.4 mostra, de maneira diferente, como digitar as escalas mantendo três notas por corda sem nenhuma variação. No primeiro compasso, executamos a escala de A  eólio feita de forma ascendente. No segundo é a vez  de       B lócrio, de maneira descendente.Esta é uma maneira bem conveniente para se tocar escala em alta velocidade por todo o braço.

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Patterns

Aperte os cintos! Agora mostraremos como usar o sweep picking em padrões que podem incrementar seus solos. Os exs. 5 e 6 foram elaborados com base nas frases de Yngwie Malmsteen. Nestes dois exemplos, você trabalhará com quiálteras de sete notas, em semicolcheia na seguinte digitação: três notas na corda B e quatro notas na corda E. Note a importância do estudo  da palhetada alternada, pois esta técnica é constante nestes exemplos.Cabe ao sweep apenas a mudança de corda para torna-la mais fluente. O ex. 5, tem como objetivo interligar as escalas por todo o braço. O ex. 6, pode servir como lick e é baseado na escala de A menor harmônico. Experimente estas mesmas digitações em outras cordas e você terá um efeito surpreendente.

O ex. 7, também extraído da técnica de Malmsteen, mostra como tocar um pattern em sextinas, utilizando a escala de Am na quinta posição. É um padrão muito difícil de ser tocado e exige atenção especial na acentuação das notas, divisão rítimica e precisão nos movimentos de sweep.

O ex. 8 é a forma descendente do ex. 7, só que muito mais intrincado.Observe que

Neste exemplo, você tem mais seqüências com sweep. Veja que a direção da palheta é padronizada, sendo para cima na terceira e quarta notas e, para baixo , na quinta e sexta.

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Voando

Agora vamos exemplificar a utilização dos patterns anteriores ( Exs. 7 e 8 ) em um lick de quebrar os dedos. Os primeiros dois compassos do Ex. 9 equivalem ao ex. 7. O terceiro compasso, que deve ser executado com muita atenção, corresponde à mudança de eólio para lócrio. Veja que são tocadas sei notas na corda E aguda, para manter o sweep padronizado .Os compassos 4 e 5 apresentam o mesmo padrão do ex. 8, porém no modo lócrio. Esta é uma excelente forma de você ligar os modos com os padrões.

O Ex. 10 tem a combinação perfeita de sweep com palhetada alternada. Diferente dos patterns anteriores, este é feito horizontalmente, passando por quase todas as posições da escala de Bm.  O  primeiro tempo de todos os compassos foi  extraído  do ex. 7. O segundo tempo é feito apenas com palhetada alternada.

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Sweepentatônicas

Veremos agora como tocar pentatônicas utilizando a técnica de sweep , o que poderia parecer impossível, pois em geral, essa escala apresenta duas notas por corda, tornando inviável a técnica de sweep. O ex.11 traz a escala pentatônica Dm7 com sua digitação aplicada ao sweep . Observe que a fórmula para tocar esse tipo de escala é simples: Três notas em uma corda e uma nota na próxima, e assim por diante. Note que na corda E aguda, como no ex.3, você toca apenas duas notas para facilitar a inversão da palhetada. A execução da escala pentatônica com essa técnica é difícil, pois exige aberturas grandes. Execute essa idéia nas demais posições da escala.

Os exs. 12a e 12b demonstram a utilização da técnica de sweep em licks tradicionais de pentatônica em Dm. No primeiro lick, há uma frase no estilo de Richie Blackmore. Para a nota C ( casa 13, segunda corda ), use o dedo 3.  Para a nota A, na mesma corda, utilize o dedo 1. Para a nota G ( casa 12, terceira corda ), use o dedo 2. No segundo, temos uma frase que exige abertura de dedos. Essa frase é bem no estilo de Kirk Hammerr , do metállica . Faça a nota G (casa 15, primeira corda) com o dedo 4. A nota D (casa 10, primeira corda) deve ser feita com o dedo 1. As notas C e F (casa 13, primeira e segunda cordas) devem ser feitas com o dedo 3. Experimente essas frases com o wah wah.

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Arpejos

Chegou a hora de exemplificar o sweep em arpejos. Para isso, utilizaremos exemplos apenas em tríades, pois isso facilita o desenvolvimento da técnica em si. Utilizaremos shapes de cinco e seis cordas. Depois de assimilar todas as frases, procure novas sonoridades, adicionando ou substituindo com intervalos de VI, VII, IX…

O ex.13ª mostra como aplicar o economic picking em um arpejo de Am. O exemplo apresenta quiálteras de cinco notas em semicolcheia. Note a inversão da palheta entre as notas C e E . Após a inversão, respeite a indicação do pull of entre as notas E e C .  O ex. 13b demonstra o sweep em um arpejo em A. Os exs.13c e 13d apresentam a mesma palhetada dos dois exemplos anteriores. No exemplo 13c, mostramos o arpejo de A diminuto (I,IIIm, Vm). Para este exercício, você precisará abrir bem os dedos. No 13d, temos o arpejo de A aumentado (I, III, Vaum).Para realizar uma digitação perfeita, execute as notas E# e A com o dedo 2 ( casa 10, cordas G e B respectivamente)

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Mão na Massa

O ex. 14 é um lick formado apenas por arpejos, demontrando na prática a utilização dos shapes de cinco cordas em sextinas e semicolcheia. É um exercício excelente para desenvolver a precisão, pois, além de explorar todo o braço, trabalha com diversas tríades. Preste muita atenção nas inversões de palheta na corda E aguda e A.

Os exs. 15ª e 15b,são talvez os mais difíceis entre os mostrados até agora sobre arpejos. São desenhos executados nas seis cordas, e com grande extensão pelo braço. Estes exercícios se aproximam do estilo de Richie Kotzen.  Inicie o exemplo 15ª, que está em Am, com palhetada  e hammer on, como indicado. Ao chegar à nota A , faça outro hammer , até a nota C (casa 12, primeira corda) e execute o pull of até o C. Siga as indicações da palheta. As notas A e E devem ser feitas com o dedo 4 , como uma meia pestana. Esta é a passagem mais difícil do arpejo e deve ser muito bem estudada. O ex. 15b em A, segue os mesmos desenhos do ex. 15ª.

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Superlick

Para finalizar a matéria e testar sua habilidade, preparamos um superlick de sweep picking . O ex. 16 inicia coma a escala de  Am em sextinas de semicolcheia. No quarto tempo do primeiro compasso, temos um arpejo em Am. No segundo compasso, emendado com o arpejo do compasso passado, damos continuidade à escala de Am , na 8ª posição. No começo do segundo tempo, há uma seqüência de arpejos diminutos, feitos em semicolcheia, que segue desta maneira até o primeiro tempo do compasso 3.

Observe as indicações de slide, para que você possa fazer a inversão correta da palheta.  A partir do segundo tempo do terceiro compasso, temos uma seqüência de arpejos diminutos, iniciando em B , progredindo para D,  e depois F. Neste trecho, é usada a mesma técnica do Ex.14. Por fim, no último compasso, Há um arpejo de Am executado na casa 17, com utilização do shape de seis cordas. Faça a memorização deste lick compasso poro compasso e respeite a divisão. Experimente este mesmo lick alterando suas escalas e arpejos e mantendo sua estrutura técnica.

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Dicas Finais

Para bom desenvolvimento do sweep, mantenha sempre estes conselhos em mente:

  • Memorize bem os exercícios para toca-los com perfeição.
  • Nunca se esqueça de olhar a indicação do sentido da palhetada.
  • Estude de forma lenta.
  • Marque rigorosamente os tempos.
  • Mantenha a palheta firme nos dedos.
  • Ataque com a palheta um pouco inclinada, tanto de forma ascendente quanto descendente.
  • Tome cuidado para que as notas não saiam emboladas. Sincronismo é essencial.
  • Não ponha a carroça na frente dos bois, respeite os seus limites e lembre-se: a música está a cima de tudo.

Fonte: GuitarPlayer                               http://guitarplayer.uol.com.br/

Julho 23, 2008 Publicado por Adm | Técnicas - Guitarra | , , , , , | 1 Comentário