BLUES MUTATIONS
O conteúdo do exercício abaixo é uma emulação do “walking bass” vertical, usado por músicos de Jazz. Observe o pulso (quarter-note) em grande parte da linha de baixo, o que dá impulso rítmico no processo. Em termos de escolha de notas, pontos de destaque, como o início de cada compasso tendem a ser marcados por tons de cordas, mas estes são geralmente precedidos por “notas de aproximação cromática” (notas um semitom acima ou abaixo de sua meta final).
Este é pontuado por ocasionais toques de cordas (pequenos acordes) para completar a harmonia, e o melhor jeito é tocar todas as notas do baixo com o polegar. Como Joe Pass aponta em sua vídeo-aula, a linha de baixo deve ser sua prioridade, e os toques de cordas (acordes) devem ser acrescentados sempre que puder. Você vai notar alguns pontos na transcrição que a “corda”é nada mais do que duas ou três cordas suaves, sem qualquer conteúdo harmônico, mas este evento de som, enquanto a linha de baixo arredonda os cantos irá acrescentar ao som geral da música a uma extensão muito maior.



Harmonicamente, foram utilizados alguns exemplos de como a progressão pode ser “jazzisticamente animada “. O melhor ponto para iniciar é durante os dois melhores compassos que abordam uma progressão I-VI-ii movimento de V conforme se ouve nos padrões de Charlie Parker,ou ainda com frases “não jazz”. No segundo ciclo, você vai ver mais exemplos do “ciclo das quintas” (boa idéia para uma proxima abordagem aqui) que se aproxima de um acorde a partir de uma quinta acima (por isso o compasso 16 substitui um A7 com um Movimento de Em7-A7) e os compassos de 19 -22 mostram que você pode aproximar os dois últimos compassos da progressão, com uma série desses movimentos em quintas. Basicamente, nesta secção seria C#m7 F#m7 Bm7 E7, mas foram acrescentadas frases jazzisticas adicionando alguns acordes alterados (C#7#9) e alguns de substituição (b5) (daí o G13 se espalhando depois (C#7#9). Você vai encontrar esse tipo de movimento em padrões com (Thelonious Monk, Miles Daves, John Coltrane e muitos outros). É muito diferente de uma linha de blues standard, mas ele leva você agradavelmente de volta para a raiz (A7), em tempo para a seção de recuperação.Divirta-se!

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Nem todo este solo é composto por licks de blues (standards), você também encontrará alguma utilidade em tons de acordes e notas de passagem cromáticas.

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Guitar Techniques Magazine 02- 2002





















[...] Veja tambem: Técnicas Walking Bass [...]
Uau!!!!!!!!! Caramba velho, faz anos que eu procuro estas coisas e não encontro… Muito bom!!!!!
Pessoal, estou simplesmente de cara com tudo isso que estou ouvindo.
É mui-to BOM. Material que eu procuro a muito tempo para me aperfeiçoar.
Obrigado Deus por achar algo de excelente qualidade e bom gosto musical.
E obrigado Blog do Mano, é claro!!!!
muito bom e didático