• Metal Bootcamp Series – Shred Legato level 4

Ao longo dos últimos três meses temos de forma gradual e progressivamente construído nossas habilidades em torno da técnica de “legato 1/2 roll básico” até chegar ao mais complexo “legato full roll” estilo de som, antes de integrar “slides“, a fim de desenvolver a capacidade de navegar livremente pelas sete posições de “A Dorian mode” (o segundo modo em Sol maior). O objetivo foi o de desenvolver força, resistência e precisão na “fretting hand” (mão da escala),consolidando nossa visualização da escala em todo o braço, para que possamos desenvolver um vocabulário de licks e conceitos escalares para usar em nossa improvisação.

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  • Metal Bootcamp Series – Shred Legato level 3

Bem-vindo à terceira parte da nossa série Legato technique. Nas duas últimas edições, olhamos para rotinas que, especificamente, desenvolveram os princípios elementares atrás de aprender uma técnica “half-roll  e full-roll sólido“. Se você estiver seguindo a série até agora e tendo praticado diariamente, por agora você vai ter o prazer de realmente experimentar uma mudança bastante dramática em sua habilidade técnica, com um novo sentido de resistência, precisão e coerência de tom. Você também deve estar percebendo que outros aspectos aparentemente não relacionados da sua música estão se beneficiando do compromisso com  uma rotina de prática diária que incide sobre os exercícios mesmo durante vários meses em um só momento.

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SATCH BOOGIE – Álbum Surfing With the Alien (1987)
Para comemorar o aniversário de 25 anos de “Surfing With the Alien”, um clássico da guitarra instrumental de todos os tempos e tocar junto com um backingtrack feito sob medida, trazemos a transcrição de “Satch Boogie”. Richard Barret (guitar instructor de GT Magazine) é o seu guia interplanetário … portanto coloque cordas novas  e boas palhetadas!

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  • Metal Bootcamp Series – Shred Legato level 2

No primeiro bloco, nós olhamos a técnica básica  ‘half-roll’ (meia rolagem) legato no estilo de pioneiros do rock como EVH e Randy Rhoads. É essencial ter um controle sobre os conceitos básicos, a fim de mover-se no território deste segundo nível, que é baseado na técnica ‘full roll’ legato (rolagem completa). Este é um estilo que Joe Satriani descreve em ‘Liquid mercury”, como ele tem uma qualidade de rolamento caracterizada pelo uso de grupos de 5 e 7 notas, o que não é natural, se você considerar que três notas por corda é um estranho conceito de número para começar.

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  • Metal Bootcamp Series – Shred Legato level 1

O objetivo desta série é encontrar uma velocidade lenta, onde todas as falhas de temporização possam ser claramente identificadas e trabalhar nisso por cinco minutos por dia, cinco vezes semanas. Com isso em mente você verá uma melhora considerável de coordenação da mão da escala (fretting-hand ), amortecimento e controle de ruído (mutting), velocidade total e fluidez, formando assim, caminho para outros aspectos mais avançados.

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15 Greatest Tapping Licks
Nesta serie Guthrie Govan [guitar instructor] do GT Magazine mostra como esta técnica muitas vezes incompreendida pode ser adicionada ao seu vocabulário de guitarra para aplicar seja no rock, blues, country, metal ou qualquer outra coisa… O Tapping rendeu um nome negativo para alguns tocadores, talvez orgulhando-se de sua tonalidade, sabor e sensibilidade, tendem a descartar tudo tocando apenas no território do Hair-Metal – Guitar Hero, como uma técnica adequada somente para perpetrar os piores tipos possíveis de exageros, histrionismos dissonantes, de preferência tocados através de uma parede de amplificadores que “vão até o teto”.

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Jose Feliciano – Latin Fingerstyle

A música é construída sobre uma mudança de acordes harmonicamente interessante de Am para F#m. Esses dois acordes não estão relacionados através de uma escala. No entanto, se você considerar que o acorde de F#m está relacionado com a escala F#m pentatônica, que por sua vez é apenas uma pentatônica de A, então a mudança do acorde/chave pode ser interpretado como uma mudança de Am para A maior. Este processo é muitas vezes referido como “intercâmbio modal”.  Simplificando, este é um processo pelo qual você pode mover-se através de várias escalas paralelas ou modos (ou seja, escalas e modos com uma tônica comum ou nota-chave, por exemplo A) para acomodar progressões de acordes em particular. A abertura de 11 compassos são uma introdução instrumental para a música.

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Metal Licks serie II

A música de fundo destes exercícios é um rock Groove genérico  em “D” no modo Dorian e a velocidade é de 120 bpm. Você vai ouvir cada lick duas vezes; inicialmente à meia velocidade e, posteriormente a todo tempo. Estes licks podem ser difíceis de tocar a toda velocidade, mas todos eles trabalham em uma variedade de ritmos, bastando para isso adaptá-los.

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 “Violining”
Um  volume swell  ou “Violining” é um crescendo musical comumente associado com a guitarra elétrica. Violining funciona removendo o ataque de uma nota na guitarra, em seguida manipulando-a o  através do potenciômero de volume usando geralmente o dedo mindinho, Alternativamente, o efeito é conseguido com um pedal de volume.. É uma técnica de guitarra simples, que requer que você seja capaz de acessar o ‘potc. de volume de sua guitarra diretamente depois que você tocar uma nota. Isto é mais fácil com uma Stratocaster que uma Les Paul por isso, se você não pode alcançar o seu potenciômetro de volume, enquanto tocar uma nota você pode ter que martelar sobre a nota, em vez de arrancar.

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Cracked “Whole Lotta Love”
Abaixo 10 licks Jimmy Page  signature  (essenciais) que poderão ser incorporados  facilmente ao seu próprio estilo de tocar… Todos os exercícios estão na tonalidade sempre popular de “E”, mas você será fortemente encorajado a experimentá-los em outras tonalidades pelo braço da guitarra e alterá-las ao redor, o que poderia afetar a forma como você digitá-los e sugerir suas próprias variações.

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Abaixo, lista de links para páginas de Cifras, Midis, Partituras e Tablaturas, plugins VST,VSTi, Soundfonts e afins.

http://www.music-center.com.br/
Esta página contém inúmeras informações sobre o funcionamento de equipamentos e softwares de áudio e música.

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Site que disponibiliza o tradutor do Encore 4.5 para português criado por Ricardo Barbieri.

Nesta página você será capaz de, facilmente, encontrar os guias de instrução e manuais do usuário de que você necessita.

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Music search com um imenso acervo disponivel e muito bem organizado, onde você pode pesquisar por título, compositor, instrumento,estilos, pelos graus de dificuldade ou escutar o  áudio.

D  E  I  X  A      S  O  A  R

dfc

Olá galera! Tô de volta. Hoje vamos falar de Let Ring.

Let ring/Deixar soar – Deixe a nota soar prolongadamente, como se fosse um pedal de piano ou um reverbHar.

Veja no vídeo abaixo a performance e preste a atenção na dinâmica da mão direita, (f mf mp significa tocar mais forte ou mais fraco) ,técnica que  Lenine domina com maestria. É isso aí, então mãos à obra.


  • fff – mezzo fortíssimo
  • ff – fortíssimo
  • f – forte
  • mf – mezzo forte
  • mp – mezzo piano
  • p – piano
  • pp – pianíssimo
  • ppp – piano pianíssimo

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D o i s  e x e m p l o s  d e  L e t  R i n g :

Dust In The Win


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F U L L     T A B    ( Guit I  -  Guit II  -  Cello  -  Violin )

                         

P a c i ê n c i a

GP 5

L e n i n e  -  P a c i ê n c i a

Guitar Pro: a complete workshop for guitarists at an affordable price


Fábrica das lendárias “ Fender”

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Que tal um Pisante Fender Bass?

Aqui estão algumas fotos do Nike Dunk Mid SB – Fender Bass , que são ainda outro exemplo de como a música influencia muitas coisas, até mesmo a Nike SB. Eles são a mais nova criação do catálogo SB de Nike, e são projetados para imitar um baixo Fender, veja  na foto abaixo. Confira os diferentes tons de marrom, prata e preto, que compõem um visual prá lá de agradável ..

Data de lançamento : ( incerta)

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Ou que tal um Volkswagem Fender Beetle…

Essa dica vem do Fabio Silva Guitar  da banda Kontraregras, grande camarada, sangue bom e parceiro de msn e segue abaixo o vídeo com a nova música de trabalho da banda que tá muito legal e vale uma conferida. Parabéns pra galera!

clique para ver o as imagens

Volkswagen faz parceria com Fender em edição 2012 do “New Beetle”

A Volkswagen e a fabricante de guitarras Fender se uniram para a produção da nova edição do carro “New Beetle”. O automóvel, fruto da parceria, está em exibição no “Salão do Automóvel de Frankfurt”, na Alemanha.
O “New Beetle” (reedição do antigo Fusca) possui um conceito que homenageia os guitarristas. O visual é inspirado nas guitarras produzidas pela Fender, além de ser o primeiro carro a receber um sistema de áudio da fabricante. O novo recurso de som possui uma interface que permite a conexão de uma guitarra e botões metalizados que simulam amplificadores.
O exterior possui na traseira duas saídas de escapamento e o logotipo da Fender, que está grafado na parte superior do porta-malas. A cabine é forrada com acabamento em madeira e possui um amplificador embutido. A data da produção dessa edição do “New Beetle” para venda ainda não foi confirmada.  article: cifraclubnews.com.br

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http://www.myspace.com/kontraregras/

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Admirado internacionalmente pelo seu formidável e imaginativo trabalho de guitarra jazz-fusion, Frank Gambale colaborou com muitas outras figuras do gênero, dedicando-se também ao seu próprio grupo e ao ensino.  (Yamaha.com)

A velocidade não surge da noite para o dia. É algo que precisa ser desenvolvido com paciência e seriedade. Para muitos guitarristas, ela parece ser o objetivo principal, a fronteira final, o que para mim é curioso, já que a guitarra deve ser um dos únicos instrumentos em que isso é um negócio levado tão á sério. Para a maioria dos instrumentos, a musicalidade instantaneamente torna-se muito mais importante que velocidade. Não estou dizendo que todo guitarrista quer tocar de modo ultra rápido, mas parece que velocidade torna-se rapidamente um fator impressionável dentro do universo do instrumento, dependendo logicamente do conteúudo.

Sim, Velocidade é importante mas, ter conteúdo é muito mais. Parece que muitos guitarristas tocam coisas bonitas e agradáveis em tempos lentos ou médios e tocam praticamente qualquer coisa apenas para serem rápidos, deixando a qualidade ir por água a baixo. Portanto vamos à alguns conceitos sobre velocidade que acho importante:

  • Se soa bem e inteligente quando tocado lentamente, vai soar da mesma forma quando tocado de maneira rápida;
  • Escreva e construa um lick interessante no papel e aprenda a tocá-lo de modo rápido;
  • Toque uma escala de “G” Maior em duas oitavas com o metrônomo a 100 bpm.
  • Toque dez vezes sem parar estritamente em semicolcheias.
  • É um teste de resistência e construção de força.
  • Somente depois disso é que você deve aumentar a velocidade e repetir o processo;
  • Toque corretamente vinte vezes antes de mover o metrônomo

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Steven J. Morse para quem ainda não conhece, é um guitarrista de rock Norte-Americano, conhecido por sua carreira solo e por seus trabalhos no Dixie Dregs e o no Deep Purple. Sua carreira abrange o rock, country, funk, jazz e fusões destes gêneros. Morse também tocou com a banda Kansas e toca com o Deep Purple desde 1994. (wikipedia)

http://www.stevemorse.com/

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Transforme o  iPhone, iPad ou iPod Touch em pedais de efeito para guitarra com requintes profissionais, e toque com o  AmpliTube.

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O Gadget  é um adaptador que pode conectar a guitarra ao iPhone e ao amplificador. o iRig se liga à saída de áudio do iPhone, iPad ou iPod Touch. Outras duas entradas permitem conexão da guitarra ou baixo, e do amplificador ou fone de ouvido. Daí, é só baixar o aplicativo AmpliTube, que, em sua versão gratuita, tem três efeitos (delay, filtro de ruído e distorção), e começar a brincadeira. Outras versões pagas no app têm mais efeitos como o “wah wah”, Flanger, Chorus ou o “overdrive”. E pronto, eis o seu pedal virtual de efeitos. O aplicativo também tem funções de rádio e de metrônomo e toca músicas de fundo enquanto você faz seus malabarismos na guitarra. O preço do iRig é de 30 dólares, no site da AmpliTube. Agora, se você realmente for desembolsar esta quantia, vale a pena comprar também a versão completa do aplicativo, que sai por mais 15 dólares.  artigo em: infoAbril

Amplitube 2,1 (completo) para download no final desta matéria.

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fonte: http://to-campos.planetaclix.pt/

Se se tocarem duas notas idênticas ao mesmo tempo é difícil distinguir o som que se ouve do som de apenas uma delas. Mas se a altura (frequência) de uma delas for ligeiramente diferente, ouve-se um batimento, ou seja, uma fluctuação distinta de volume que tem um som «ondulante». A ondulação será tanto mais rápida quanto maior for a discrepância entre as notas. Afina-se duas notas alterando uma delas, o que acelera ou retarda o batimento, até ele desaparecer.

As notas das cordas soltas da guitarra são: E4 B3 G3 D3 A2 E2 (o Dó médio no piano é o C4). O A4 de 440Hz é na 1ª corda no 5º trasto ou no harmónico da 5ª corda (4º harmónico de A2 – 110 HZ) no 5º trasto. Corresponde ao segundo espaço na clave de sol mas, como para a guitarra se usa a clave de sol oitavada, as notas são notadas uma oitava acima e este lá fica na 1ª linha extra superior.

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2 5   M E T A L   L I C K S   Y O U   N E E D   T O   K N O W !

Abaixo 25 metal licks em diferentes técnicas e estilos para acrescentar à sua biblioteca de licks, matéria publicada em Guitar Techniques Winter Magazine (2004).  Acompanha áudio para ver como deve soar e Backing Track para praticar, comece devagar e pratique sempre com metrônomo. Os exercícios foram separados em grupos de cinco para facilitar.

O seguintes llicks combinam muitas das técnicas diferentes associadas com rock e metal guitar.  Os licks  foram agrupados por ordem : legato, Tapping e Sweep Picking.  Como na escala de blues depende da progressão I-IV-V, no Metal não tem qualquer fórmula set, então para efeitos do disposto na presente lição foi elaborado um riff em metal style genérico para lhe dar um ponto de referência para cada lick. Com grupos de 16 /32notas e tríades.

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Um guia essencial com  ideias básicas de licks para  abertura (intro) e fechamento (ending) de blues. Com notação/tab/BT e áudio para escutar como deve soar. Esta seria a sua primeira e última chance para agarrar atenção com o público, portanto capriche na configuração, porém não esqueça de que o blues acima de tudo, tem que ser tocado com  o coração. Divirta-se!

fonte: (GT Magazine 174 feb/2010 – Richard Barret)      easy/begginer/intermediary

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Sem a palhetada alternada um bom solo é praticamente impossível.

O principal problema que os iniciantes têm quando aprendem “Alternate Picking” ou palhetada alternada, é o seu próprio instinto que tende a palhetar para baixo todos os tempos e notas. Isso acontece por causa de maus hábitos que todos nós costumávamos ter. Eles vêm da falta de experiência e na maioria dos casos isso acontece quando o guitarrista era autodidata e não havia ninguém lá para salientar esse aspecto para ele.  fonte:  guitarlearningtips.org/

Para executar esta técnica, basta simplesmente tocar em alguma corda da guitarra usando os dois sentidos do movimento da palheta (para cima e para baixo). Isto cria um efeito interessante, e, se tocado muito rápido, acentua a sensação de agressividade do solo.

Abaixo alguns exercícios essenciais para aperfeiçoar a palhetada alternada e se acostumar com a técnica. Veja também:

  • Finger and Picking by Marcos Ielmini matéria publicada aqui em Agosto de 2008 que contem uma  boa sequência de exercícios em Alternate Picking focando também o desenvolvimento da mão esquerda.

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BEBOP JAZZ  - II V I  LINES

Em música, um motivo é um fragmento recorrente, perceptível ou saliente, ou uma sucessão de notas que podem ser utilizadas para construir a inteireza ou partes de uma melodia completa e os temas. Um motivo difere da figura no sentido de que um motivo se constitui no primeiro plano da obra enquanto que a figura é o seu fundo. Um motivo pode ser harmônico, uma altura melódica e/ou uma duração rítmica. Wikipedia

Abaixo uma progressão de acordes muito utilizada no jazz que é a II-V, que pode ou não resolver em I. A maioria das músicas tem progressões II-V em vários tons espalhadas por ela. Os primeiros exercícios formam um II-V no tom de Dó, embora não haja o próprio acorde C (I) no compasso. Os exemplos 5 em diante formam um II-V-I em Dó novamente. Há muitos expedientes que podem ser usados quando se toca sobre progressões II-V. Alguns deles estão descritos abaixo. Saiba tudo sobre essas progressões clicando aqui: “Improvisando sobre a progressão harmônica”    fonte: jazzbossa.com

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Este exercíco é um clássico Randy Rhoads style, e a seção de solo foi construída sobre uma progressão de acordes em estilo barroco, (chords popular baroque) que se move em intervalos de quarta (IV), antes de cair no acorde “V” pronto para voltar ao “I”. Então, em Lá menor temos a sequência dos acordes Am, Dm, G, C, F, Bm7/5b e E. A terceira maior (G#) encontrada no acorde “E” nos permite usar a escala de “Am” harmônica (A B C D E F G#). Os tapping/arpeggios digitados na seção de solo servem para descrever os tons de acordes (chord tones), que é algo que Rhoads (e EVH) empregam com grande efeito. A parte rítmica é bastante fácil de desempenhar, mas você precisa ser preciso com a direção e no palm muting. Uma pegada bastante agressiva (agressive picking) será útil, bem como com a parte rítmica de guitarra.

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BLUES MUTATIONS

O conteúdo do exercício abaixo é uma emulação do “walking bass” vertical, usado por músicos de Jazz. Observe o pulso (quarter-note) em grande parte da linha de baixo, o que dá impulso rítmico no processo. Em termos de escolha de notas, pontos de destaque, como o início de cada compasso  tendem a ser marcados por tons de cordas, mas estes são geralmente precedidos por “notas de aproximação cromática” (notas um semitom acima ou abaixo de sua meta final).

Este é pontuado por ocasionais toques de cordas (pequenos acordes) para completar a harmonia, e o melhor jeito é tocar todas as notas do baixo com o polegar. Como Joe Pass aponta em sua vídeo-aula, a linha de baixo deve ser sua prioridade, e os toques de cordas (acordes) devem ser acrescentados sempre que puder. Você vai notar alguns pontos na transcrição que a “corda”é nada mais do que duas ou três cordas suaves, sem qualquer conteúdo harmônico, mas este evento de som, enquanto  a linha de baixo arredonda os cantos irá acrescentar ao som geral da música a uma extensão muito maior.

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DESLOCAMENTO RÍTMICO

A demostração deste exercício desafia o cérebro mais do que os dedos, já que apresenta alguns licks muito convencionais em contextos rítmicos não convencionais. O truque é estar ciente do andamento básico da música, que está em pulse  4/4, embora a parte da guitarra integra grupos de três, cinco e sete notas em semicolcheias.

  • Síncope – quando uma nota é executada em tempo fraco ou parte fraca de tempo e se prolonga ao tempo forte ou parte forte do tempo seguinte. A síncope é regular quando as notas que a formam têm a mesma duração. É chamada de irregular quando suas notas têm durações diferentes.
  • Contratempo – quando a nota soa em tempo fraco, ou parte fraca de tempo, sendo antecedida, isto é, tendo no tempo forte ou na parte forte do tempo, uma pausa. (wikipedia)

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Esta transcrição elaborada por Guthrie Govan (GT Magazine1999 Spring)  se concentra em idéias polirrítmicas e deslocamento rítmico. Não são apenas as notas que fazem um riff, mas o modo como você executa-as. Coloque-as cuidadosamente , que no produto final será um riff com uma nova sensação …

Isso pode ser um pouco confuso no início, mas o benefício disso tudo é que você faz o lick ficar menos previsível: as notas continuam as mesmas, mas elas estão tocando em 4°s e 3°s tempos da velocidade original e isso dá a linha de um funk, um sabor interessante que ele nunca teve em sua versão original .

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ZAKK  WYLDE  LICKS

Estes exercícios em estilo Zakk wylde signature merecem uma atenção especial na seção de alternate picking rápido e  nos hammer ons e pull offs licks. Com a tônica de condução executada com pesados ​​palm-muting, em uma nota única. Certifique-se de prestar muita atenção para o vibrato amplo aplicado aos acordes acentuados.  Deverá ser  executado  estritamente em Alternate Picking.

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CHROMATIC PASSING NOTES

Eis aqui uma linha de jazz que segue numa progressão llm V (Gm9/C13), bastante utilizada em diversos eventos. Bom para o desenvolvimento técnico harmônico e melódico. Livremente baseada na escala de Gm7 Dorian, com notas de passagem cromática, resultando num sofisticado e autêntico bebop line à la George Benson signature. Use com palhetada alternada, exceto para alguns legatos ocasionais e passagens de sweep picking. Comece devagar e exercite a seu modo começando por 70 bpm até atingir a marca de 140 bpm  procurando manter o som limpo, bom e seguro.

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PENTATONIC LICKS 

Eis aí mais um exercício inspirado no estilo Zakk Wylde em B menor, e o riff principal nos primeiros oito compassos é construído em torno da escala de blues B (B D E F F# A), com o intervalo B5 sendo esta, uma adição regular de muitos riffs de metal ao longo das décadas. O solo tem muitas idéias típicas de Zakk  e embora seja baseado  principalmente em torno da escala pentatônica menor de B, há algumas passagens velozes para se familiarizar. Há também alguns  pinch harmônicos  e hybrid picking na seção rítmica, portanto dê uma olhada nas dicas de como digitar para ajudar com estas técnicas. Existem algumas linhas pentatônicas típicas na pista, por isso vai ter uma sensação familiar para os tocadores de blues também.

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EMULAÇÃO DE 25 MODELOS DOS INSTRUMENTOS MAIS BEM CONCEITUADOS

Guitarristas são músicos extremamente exigentes quando vem a hora da escolha dos equipamentos e instrumentos que usarão. Alguns elevam certas marcas e equipamentos para o nível de uma religião, e suas escolhas são sagradas. Independente das preferências deles, nenhum consegue negar o poder sedutor da Guitarra da Line 6, a Variax. Ela não é novidade, já que os primeiros modelos da Variax estão no mercado há sete anos. A  James Tyler Variax traz a opção de escolher a captação e modelo de guitarra e violão que o guitarrista necessita  na hora de tocar e alternar entre esses modelos com velocidade ainda preservando a autenticidade dos timbres. (pachbay.wordpress)

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ECONOMY PICKING

A regra simples que garante o máximo de economia quando usamos a palheta em um solo é: Mova sempre a palheta diretamente a cada nova seqüência. Em outras palavras, sempre se mover de uma seqüência de uma corda grave para uma corda fina com um down-stroke, e vice-versa.
A fim de fazer seguir esta regra, você precisa ser capaz de usar ambas as técnicas: “Alternate Picking” e “sweep picking” é a maneira mais econômica de tocar mais de uma nota na mesma corda, e envolve uma alternância entre down-strokes e up-strokes (e os diferentes downs e up-strokes para cada nota). Sweep picking é uma técnica que envolve escolher mais de uma nota com um único golpe contínuo da escolha. Isso só pode ser feito quando mudar de corda para corda.

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12 bar shred – blues Paul Gilbert style

Segundo o site  Wikipedia, Shred é o termo utilizado para o estilo de tocar guitarra dando ênfase à velocidade e técnica. Consiste, principalmente, no uso constante das técnicas de fast picking, legatos (hammer on/pull off), sweep picking e tapping. São usadas com o objetivo de aumentar a velocidade ao limite e tocar figuras como Semicolcheia, fusas ou até semifusas, em tempos rápidos, de 150 até mais de 240bpm. Podem ser usadas como simples exibicionismo técnico (muitas vezes por influência do violinista italiano do período romântico Niccolò Paganini) ou para adicionar partes energéticas e fortes à música.

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Sweeping  & Arpeggios

Sweep Picking pode ser muito musical. Pode ser tocado de forma lenta ou rapidamente para cobrir grandes áreas do braço de uma vez. Tente aprimorar seus arpejos em torno do sistema CAGED. Quando você estiver confortável com ambas as formas maiores e menores avançar para outros tipos comuns de arpejo: Sétimas, sétimas menores, sétimas dominantes, B5, diminutas, etc…. Estes não são tocados como um exercicio de velocidade.

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Larry Carlton licks
Este é um exercício que irá  trazer um sabor jazzy para o seu solo – além de aprender mais do processo sobre acordes alterados e idéias para construção de licks para improviso. Tecnicamente, estes licks são realmente menos difíceis do que alguns do material que você geralmente encontra por aqui. Do ponto de vista teórico, no entanto, eles são um pouco mais complexos, e a maioria desse material é destinado a tocadores que estão  acostumados com estudos de solos em pentatônica e modal. Por outro lado, é só conferir os compassos 1-8!

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